Search

Você pode gostar disso:

crying
César Deve Morrer (Itália, 2012)
Drama Filmes Na pré Nacional Primeiro Aqui

César Deve Morrer (Itália, 2012)

Na prisão de segurança máxima de Rebibbia, Roma, um grupo de prisioneiros encena a peça "Júlio César", de William Shakespeare. Pelos corredores, fala-se de morte, liberdade, vingança. Realidades presentes no texto shakespeariano, mas também nas suas próprias histórias. Dirigido pelos irmãos Paolo e Vittorio Taviani, o filme venceu o Urso de Ouro no Festival de Berlim 2012.

laughingangelcryingtongue
Feito na América (EUA, 2017)
Drama Filmes Na pré Nacional Primeiro Aqui

Feito na América (EUA, 2017)

Essa é uma história real, uma incrível história real das aventuras de um piloto americano experiente que, durante os anos 80, acabou transportando drogas e armas para o cartel de Medellín e, recrutado pela CIA, tornou-se agente duplo. Barry Seal (bem interpretado por Tom Cruise) conta sua própria história para uma câmera e não se importa em ficar justificando suas escolhas, o que torna a situação curiosa e interessante. Ele mesmo diz de cara: “Às vezes eu tomo decisões sem pensar”. Dirigido por Doug Liman.

Drama Filmes Na pré Nacional Primeiro Aqui

O Mágico (“L’illusionniste”, França, 2010)

Eu indico L’illusionniste (França, 2010) Animação que conta a história

cryingtonguesecret

Happy Hour – Verdades e Consequências (Brasil / Argentina, 2017)

Happy Hour – Verdades e Consequências (Brasil / Argentina, 2017)

Dirigido por Eduardo Albergalia e escrito em parceria com Carlos Thiré, Ana Cohan e Fernando Velasco, esse filme parece ter saído de uma história de Nelson Rodrigues, contudo está muito abaixo do poder e impacto que histórias assim deveriam ter. Na tentativa de discutir o desejo e sua consumação, em contraste com a fidelidade, entrega-se um filme raso e sem graça mesmo nas suas pequenas tentativas em ser divertido.

A ideia de discutir a liberdade e fazer com que as pessoas deem espaço para o seu desejo é interessante, até instigante quanto mais quando uma garota jovem e sexy pede ao seu professor estrangeiro para dizer a palavra desejo em espanhol (“fala pra mim: deseo”). A sensualidade também aparece na personagem de Letícia Sabatella devido principalmente a sua beleza que parece eterna. Existe uma proposta da comédia se misturar com a melancolia e entendemos isso na situação do protagonista, que narra sua história lentamente. Há uma tentativa tímida de introduzir elementos periféricos à trama central, como redes sociais, política e família, mas, enfim, a trama não cria situações fortes e nem reviravoltas chamativas.

Podemos admirar a trilha da Urca e outras belezas do Rio de Janeiro no filme, ou achar divertido os turistas perdidos procurando sempre o Pão de Açúcar, até mesmo à noite e sob chuva. Assim como a presença de Letícia Sabatella e a atuação divertida do argentino Luciano Cáceres, mesmo sendo coadjuvante. Mas ao que parece o maior acerto do filme é trazer a música “Fala”, de Ney Matogrosso em contexto com a narrativa. Talvez sejam poucos acertos para valer 2 horas de seu tempo, mas isso depende de cada um.

Independente do resultado, é uma produção brasileira e argentina que pode ajudar a estreitar as fronteiras do mercado de cinema latino-americano. Já tivemos uma produção brasileira e chilena funcionando muito bem, estamos falando do drama O Silêncio do Céu (2016), um ensaio interessante sobre a culpa numa trama hipnotizante, de Marco Dutra. E já tivemos muitos outros filmes que acertaram com o tema “relacionamentos modernos”, inclusive o nacional Tolerância (2000), com Roberto Bontempo e Maitê Proença (confira resenha clicando aqui).

Tags Relacionadas crítica Happy Hour, crítica Verdades e Consequências, filme Happy Hour, filme Letícia Sabatella, filme nacional, Letícia Sabatella, resenha Happy Hour, resenha Verdades e Consequências
Próximo post Post anterior

Você pode gostar disso:

happy
TOP 10 filmes para tirar o sono (deu medo!)
Top 10

TOP 10 filmes para tirar o sono (deu medo!)

Aquela cena no filme assustou! Nada melhor do que sentir medo assistindo um filme bem tenso. Aquela sessão de cinema, ou em casa, com uma galera que se assusta junto é essencial para uma vida melhor. Sendo assim, selecionei 10 filmes que me deram medo e tensão e destaquei qual cena (sem muito detalhe para não estragar a surpresa de quem ainda não viu) ficou na memória ou nos meus pesadelos. Posso afirmar que todos são filmes de terror eficientes.

laughingangeltongue
Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa (2020)
Ação

Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa (2020)

Por certo a diretora Cathy Yan dá um exemplo de condução e o filme não se perde e nem cansativo fica. Em Aves de Rapina (2020) é vibrante. Confira nossa resenha.

cryingstar
Boyhood – Da Infância à Juventude (EUA, 2014)
Filmes

Boyhood – Da Infância à Juventude (EUA, 2014)

Filmado durante 12 anos (começou em 2002), este filme é um retrato dessas experiências, da infância até a juventude, focada na vida de um garoto. O diretor Richard Linklater manteve os mesmos atores durante os 12 anos de produção, cada ano reunia a todos e filmava um pouco mais.

0 Comentário

Sem comentários

Você pode ser o primeiro a comentar este post!

Deixe seu comentário