Kung Fury (2015)
Eu indico Kung Fury (EUA / Suécia, 2015) Kung Fury
Blue Valentine, traduzido no Brasil para “Namorados Para Sempre”, conta a história de Cindy e Dean, casados há algum tempo e com uma filha. O casal passa por um momento de crise, vendo o relacionamento ser desmanchado aos poucos. Dispostos a seguir em frente, os dois tentam superar os problemas, buscando no passado e no presente os motivos que o mantiveram unidos até este momento e os fizeram se apaixonar um pelo outro.
Frances (Greta Gerwig) divide um apartamento em Nova York com Sophie (Mickey Sumner), sua melhor amiga. Brincalhona e com ar de quem não deseja crescer, ela recusa o convite do namorado para que more com ele justamente para não deixar Sophie sozinha. Entretanto, a amiga não toma a mesma atitude quando surge a oportunidade de se mudar para um apartamento melhor localizado. A partir de então Frances parte em busca de um novo lugar, já que ela é apenas aluna em uma companhia de dança. Mesmo diante das dificuldades, Frances tenta manter o alto astral diante dos problemas que a vida adulta traz. Dirigido por Noah Baumbach.

Frozen 2 (EUA, 2019)
Lançado em 2013 pela Disney, Frozen virou um fenômeno inspirando até temas de festa de aniversário. Com uma história que mistura magia e relações entre pessoas e a natureza, conquistou as crianças, principalmente as garotinhas e amoleceu o coração de adultos e da academia do Oscar, levando os prêmios de melhor longa de animação e melhor canção original com a famosa “Let It Go” de Kristen Anderson-Lopez e Robert Lopez. Antes que essa chama começasse a se apagar, ou melhor, esse gelo todo começasse a derreter, chega aos cinemas a continuação.

Frozen (2013)
Frozen 2 trás os mesmos protagonistas praticamente sem tirar nem por, contudo inova em abordar os 4 elementais (Água, Fogo, Terra e Ar) que são como personagens vivos na narrativa, tendo aqui o maior acerto do filme. Com isso levanta uma questão crítica da convivência entre as pessoas e a natureza e toda essa crise do clima que a gente sente já há algum tempo. Uma mensagem legal para adultos reforçarem com suas crianças, já que elas manterão o foco no encanto com o visual da animação e seus personagem tão adorados.
Me incomodou, mesmo sabendo que é uma animação bem musical, a sequência de muitas músicas nas primeiras cenas, parecendo uma tentativa de excesso de canções para ver se alguma recebe indicação ao Oscar tentando repetir o sucesso da canção do primeiro filme. A grande aposta está nas canções “Into the Unknown” e “Show Yourself”. Nesse contexto, o que gostei mesmo foi de um breve momento quando um personagem comenta algo que faz sentido: “Por que será que as cações de ninar têm sempre essas letras bizarras?“. Pena que não percebi isso nas músicas, mas valeu o comentário.
Sobre os personagens, Elsa se destaca a medida que a trama avança. Muito poderosa e mais confiante, enfrentando os espíritos da natureza com o seu poder de criar gelo, tendo uma das batalhas a mais marcante da saga. Houve certa polêmica, na minha visão com muita imaturidade, nas redes sociais de que ela seria lésbica. Neste ponto o filme deu a sua resposta: Elsa se mostra uma mulher forte, independente, e apesar do senso comum querer que ela arranje um parceiro, ela nem pensa em romance. Isso fica para a irmã. Os demais personagens não entregam nada além do esperado, embora seja legal ver o Olaf com novas piadas e momentos cômicos. Parece que deixaram o dublador à vontade para improvisar o boneco de neve; se foi isso mesmo, um parabéns para Josh Gad que volta a interpretar o personagem. A cena da retrospectiva do primeiro filme é realmente engraçada.

Josh Gad dubla o Olaf
O mundo de Frozen é inspirado na Noruega e logo de cara o filme exibe fiordes e a aurora boreal. A respeito dessa inspiração, recomendo conferir a nossa última viagem de cinema, que passou pela Escandinávia e tem um tópico sobre Frozen lá no finalzinho da matéria:
Nos EUA, Frozen 2 se tornou a maior bilheteria de abertura de uma animação, superando O Rei Leão que estava com esse posto até então. Acredito que no Brasil vai acontecer a mesma coisa. Em se tratando de animação em 2019, não supera Toy Story 4 (meu preferido até então) e Como Treinar o Seu Dragão 3, que possui um excelente final para a saga. Mas vale conferir a animação rodeado de crianças e esperar até o final dos créditos pois tem uma cena.
Tensos, desconhecidos e aprovados. Em sua maioria, filmes independentes que
O novo filme com Danilo Ferraz é parte da jornada para que o gênero de ação com conteúdo finalmente tenha uma inserção positiva e chegue a um patamar tão merecido no cinema nacional. Como o próprio curta mostra, é possível entregar ação, suspense e levantar questões sociais numa mesma trama em contexto com situações nas quais o brasileiro convive. E tudo isso em apenas 12 minutos! Confira o cartaz oficial do filme em primeira mão aqui no nosso site e uma resenha especial.
Salvador, Brasil. Roberto (Chico Diaz) acabou de perder a esposa e está solitário e infeliz. Além disso, o relacionamento com seu único filho, Júlio (Caio Castro), vai de mal a pior. Um dia, após se embebedar e fracassar ao tentar contratar uma prostituta, ele acaba atropelando um garoto. Desesperado, ele coloca o menino no carro e o leva ao hospital mais próximo. Apesar do socorro imediato, Roberto precisa prestar esclarecimentos na polícia e corre o risco de ser preso. Paralelamente, Júlio se envolve com uma garota (Camilla Camago) e procura se sustentar através do tráfico de drogas em festas badaladas que ocorrem na cidade. Dirigido por João Gabriel.
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