Search

Você pode gostar disso:

tongueangrypunk
Nós (Us, 2019)
Cult Drama Favoritos Filmes

Nós (Us, 2019)

De Jordan Peele, mesmo diretor de Corra! Adelaide (Lupita Nyong'o) e Gabe (Winston Duke) decidem levar a família para passar um fim de semana na praia e descansar em uma casa de veraneio. Mas surge uma família misteriosa que os torna reféns e eles percebem que são muito parecidos.

laughingtongue
Rampage: Destruição Total (2018)
Cult Drama Favoritos Filmes

Rampage: Destruição Total (2018)

Davis Okoye é um primatologista (Dwayne Johnson) que compartilha um vínculo inabalável com George, um gorila inteligente que está sob seus cuidados desde o nascimento. Quando um experimento genético desonesto é feito e um acidente atinge o primata e outros animais, eles se transformam em monstros que destroem tudo em seu caminho. Agora Okoye tenta conseguir um antídoto e impedir que seu amigo provoque uma catástrofe. Dirigido por Brad Peyton.

angrypunk
Um Lugar Silencioso Parte II (2021): respire sem fazer barulho
Cult Drama Favoritos Filmes

Um Lugar Silencioso Parte II (2021): respire sem fazer barulho

A família Abbott (Emily Blunt, Millicent Simmonds e Noah Jupe) precisa agora encarar o terror mundo afora, continuando a lutar para sobreviver em silêncio. Obrigados a se aventurar pelo desconhecido, eles rapidamente percebem que as criaturas que caçam pelo som não são as únicas ameaças que os observam pelo caminho de areia. O silêncio não é suficiente para a sobrevivência.

confusedcryingstar

Síndromes e um século (Tailândia, 2006)

Sang Sattawat (Tailândia, 2006)

Retrato da modernização da Tailândia e as síndromes do século, através de situações em um hospital, dividido em duas partes, uma no campo e uma na cidade. Roteiro e direção de Apichatpong Weerasethakul.

A transição e as síndromes:

Situações aparentemente insignificantes ganham um grande significado nesta obra cinematográfica do diretor tailandês Apichatpong Weerasethakul. A reflexão cuidadosa sobre as partes e sobre o todo do filme deixa uma sensação de felicidade sobre a vida, onde é colocado como primeiro plano as pessoas com suas diversidades. O mundo é coadjuvante. As pessoas, protagonistas.

Estruturado em duas partes, uma no campo e uma na cidade, mas usando os mesmos personagens e ambiente – um hospital – e mantendo uma pequena semelhança entre elas, podemos imaginar que são manifestações de duas realidades distintas, duas vidas, com forte conexão entre si. As síndromes manifestadas pelas pessoas é a ligação entre essas duas partes. Os personagens são os mesmos… e não o são, já que caminhos e decisões diferentes foram tomadas. Os diálogos e as imagens são os grandes pontos fortes do filme. São simples e, ao mesmo tempo, importantes demais. Uma boa dose de humor pode ser vista nas conversas, principalmente na primeira parte, como se a leveza da graça fosse reduzida na segunda, assim como as relações (um amor platônico na primeira é substituído por um namoro firme e sexualmente intenso na segunda). Algumas conversas são divertidas a ponto de causar muito riso e, dessa forma, conquistar o espectador logo no início. Ainda assim, não prejudica a seriedade do filme.

O cenário de um hospital na Tailândia, em ambas as partes do filme, é palco perfeito para mostrar as relações. Na primeira, ele está no meio da selva, em época de guerra, já na segunda ele está no meio da cidade desenvolvida, a capital Bangkok, dando a entender que está numa época posterior. Pessoas desconhecidas passam a interagir, cada uma com suas crenças, seus vícios. Personagens e situações se repetem, mas existem pequenas mudanças nos diálogos e nas reações. Em ambos os momentos, percebemos fortemente a realidade tailandesa onde se manifestam o budismo e a medicina tradicional. A segunda parte só não repete, de fato, a primeira, porque mostra outras percepções, mas lá estão as mesmas síndromes.

Uma doutora atende um velho monge budista, que está em busca de remédios para se livrar de seus pesadelos, mas acaba que, no meio da conversa, o paciente oferece à médica algumas ervas, para ela fazer um chá de cura e restauração. Cada um ajuda o outro da maneira que sabe, tratamentos distintos para as mesmas síndromes. Existe uma amizade entre um médico e um monge, e este último confessa ao médico que queria ser DJ. Na segunda parte, a relação entre o médico e o monge é tão fria que não existe diálogo, o dentista atende ao monge sem falar nada, fechado em sua máscara antisséptica.

A bela imagem de um eclipse vai marcar a transição entre as duas partes do filme, mas o que vai mais impactar é perceber as diferenças em torno das mesmas síndromes. Amor e vidas passadas aparecem em boas doses, mas as relações mudam. A experiência de vida do diretor, que passou a infância em um hospital da província de Khon Kaen, garante a fidelidade ao trazer as situações para contemplarmos a magia da vida através das cenas. Dizem que há uma semelhança com um de seus filmes anteriores, “Mal dos Trópicos” (2004), muito recomendado pelos críticos.

__________________________________
Fontes:
http://omelete.uol.com.br/filmes/criticas/sindromes-e-um-seculo/#!key=24455
http://www.contracampo.com.br/83/mostrasindromeseumseculo.htm

Tags Relacionadas Apichatpong Weerasethakul, Síndromes e um Século
Próximo post Post anterior

Você pode gostar disso:

Filmes

Ender’s Game – O Jogo do Exterminador (EUA, 2013)

Eu indico Enders Game (EUA, 2013) Em um futuro próximo,

laughingtongue
Kingsman 2: O Círculo Dourado (2017)
Na pré

Kingsman 2: O Círculo Dourado (2017)

Um súbito e grandioso ataque de mísseis praticamente elimina o Kingsman, que conta apenas com Eggsy (Taron Egerton) e Merlin (Mark Strong) como remanescentes. Em busca de ajuda, eles partem para os Estados Unidos à procura da Statesman, uma organização secreta de espionagem onde trabalham os agentes Tequila (Channing Tatum), Whiskey (Pedro Pascal), Champagne (Jeff Bridges) e Ginger (Halle Berry). Juntos, eles precisam unir forças contra a grande responsável pelo ataque: Poppy (Julianne Moore), a maior traficante de drogas da atualidade, que elabora um plano para sair do anonimato. Dirigido por Matthew Vaughn.

Filmes

O Último Boy Scout (EUA, 1991)

Eu indico The Last Boy Scout (EUA, 1991) Los Angeles.

0 Comentário

Sem comentários

Você pode ser o primeiro a comentar este post!

Deixe seu comentário