Search

Você pode gostar disso:

laughingtongue
Rampage: Destruição Total (2018)
Filmes Na pré Suspense Terror

Rampage: Destruição Total (2018)

Davis Okoye é um primatologista (Dwayne Johnson) que compartilha um vínculo inabalável com George, um gorila inteligente que está sob seus cuidados desde o nascimento. Quando um experimento genético desonesto é feito e um acidente atinge o primata e outros animais, eles se transformam em monstros que destroem tudo em seu caminho. Agora Okoye tenta conseguir um antídoto e impedir que seu amigo provoque uma catástrofe. Dirigido por Brad Peyton.

laughingtonguesecret
JOB (Brasil, 2019): confira o cartaz oficial do filme e nossa resenha
Filmes Na pré Suspense Terror

JOB (Brasil, 2019): confira o cartaz oficial do filme e nossa resenha

O novo filme com Danilo Ferraz é parte da jornada para que o gênero de ação com conteúdo finalmente tenha uma inserção positiva e chegue a um patamar tão merecido no cinema nacional. Como o próprio curta mostra, é possível entregar ação, suspense e levantar questões sociais numa mesma trama em contexto com situações nas quais o brasileiro convive. E tudo isso em apenas 12 minutos! Confira o cartaz oficial do filme em primeira mão aqui no nosso site e uma resenha especial.

tonguepunk
It: A Coisa (2017)
Filmes Na pré Suspense Terror

It: A Coisa (2017)

Esse filme é um presente merecido para os fãs, já que o resultado ficou excelente. Adaptação feita com muito cuidado, em detalhes, conseguindo ser assustador e ao mesmo tempo agradável. A mensagem principal - que não poderia ficar de fora - está lá: a personificação do medo, que é a definição da Coisa, o palhaço monstruoso que se materializa no medo de suas vítimas e se alimenta dessa sensação de medo. O diretor argentino Andrés Muschietti merece louvor por deixar 2 horas e 15 minutos de diversão e cenas assustadoramente criativas.

tongueangrypunk

Um Lugar Silencioso (2018)

A Quiet Place (EUA, 2018)

Em uma fazenda nos Estados Unidos, uma família do Meio-Oeste é perseguida por algo assustador. Para se protegerem, eles devem permanecer em silêncio absoluto, a qualquer custo, pois o perigo é ativado pela percepção do som. Dirigido por John Krasinski.

Em terra de silêncio, qualquer som assusta demais:

John Krasinski e Emily Blunt são casados na vida real e estão juntos neste filme, interpretando os pais de uma família em constante perigo, num futuro apocalíptico onde criaturas sinistras atacam qualquer coisa que faça som. O próprio John Krasinski assumiu a direção e mostrou ser competente dos dois lados, ganhando finalmente uma grande visibilidade no mundo cinematográfico (antes ele era mais conhecido por atuar na série de comédia The Office). A proposta segue bem a sinopse e o trailer (por sinal, muito bem feito) e é importante frisar que o trailer não releva o potencial do filme, mas nos deixa ansiosos pelo que vamos encarar.

A lógica adotada é interessante, quase sem diálogos falados, já que os personagens não podem fazer barulho. Então, cada gesto, ação, são extremamente cuidadosos, mas sabemos que sempre vão ocorrer pequenas falhas… e podem ser fatais. A fotografia é ótima, ela segue em certos momentos os pés dos personagens, a passos na ponta dos pés, evitando o barulho (o ideal seria usar meias), segue de perto e de longe a família caminhando para conseguir suprimentos e sempre naquela tensão, e também ofusca alguns cenários em segundo plano para aumentar o suspense. Ouvimos bastante o som da respiração dos personagens e sentimos seu desespero, o diálogo é mínimo e vem em momentos de clímax. Sobre as criaturas, melhor não comentar, afinal nada sobre elas aparece no trailer e, assim, sabemos que podem ser qualquer coisa. O som é o maior inimigo e isso remete a outras criaturas que possuem a audição aguçada, algumas temidas pelo homem (como os morcegos e as onças) e outros até carismáticos (como os golfinhos). Aqui, o inimigo é muito temido.

O filme não demora muito para chocar e não se preocupa em esconder a situação na qual a família está submetida; isso é importante porquê o enredo é maior do que esse cenário e esse suspense, tendo em vista que abre uma reflexão e análise interessante e atual sobre os desafios de se cuidar de uma família. Dessa forma, o que poderia ser um mero filme de suspense, passa para um patamar maior.

Os filhos dão um show de interpretação. Um deles é Noah Jupe, que fez o melhor amigo do protagonista no filme Extraordinário (2017) e interpretou um papel forte no filme Suburbicon: Bem-vindos ao Paraíso (2017), com Matt Damon. Também merece grande reconhecimento a atriz Millicent Simmonds, que interpreta a filha; este é o segundo filme dela, o anterior foi Sem Fôlego (2017) que rendeu várias indicações a mesma pela sua interpretação. Este filme, levemente, tem um teor de inclusão social, tanto pelo fato dos personagens se comunicarem por gestos (em libras) quanto pela presença da atriz Millicent Simmonds que é surda na vida real.

Um Lugar Silencioso é um filme de terror que se sustenta tanto no suspense psicológico (algo que percebemos de cara ao ver o trailer) quanto nas boas cenas de susto que são apresentadas. Mas o conteúdo de destaque está na metáfora que exprime, relacionado ao processo de cuidar de uma família, o desespero que é ser pai ou mãe, o arrependimento quando um filho sofre por conta de um pequeno equívoco dos pais, a necessidade de proteger a família a qualquer custo. Isso retrata bem os dias de hoje, quando estamos num mundo tão perverso e perigoso (o lado ruim da humanidade como os verdadeiros monstros) e demandando uma atenção redobrada em relação aos filhos.

São apenas 90 minutos de duração, mas prepare-se para ficar incomodado quase o filme inteiro, já que este ficou na linha dos filmes curtos e ótimos.

Tags Relacionadas crítica Um Lugar Silencioso, Emily Blunt, filme terror, filme Um Lugar Silencioso, John Krasinski, Millicent Simmonds, Noah Jupe, resenha Um Lugar Silencioso, Um Lugar Silencioso
Próximo post Post anterior

Você pode gostar disso:

Filmes

A Noite dos Desesperados (EUA, 1969)

Eu indico They Shoot Horses, Don’t They? (EUA, 1969) Em

Filmes

Nossa Hospitalidade (EUA, 1923)

Eu indico Our Hospitality (EUA, 1923) Por volta de 1830,

Filmes

Traídos pelo Desejo (“The Crying Game”, 1992)

Eu indico The Crying Game (Reino Unido /  Irlanda /

0 Comentário

Sem comentários

Você pode ser o primeiro a comentar este post!

Deixe seu comentário