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Nosso Yellow Beattle, o fusquinha amarelo, alienígena e robô está demais! As primeiras reações na Internet elogiaram o filme e o consideram o melhor da franquia Transformers. A interação entre Charlie e Bumblebee tem momentos engraçados, sem passar do ponto, é comovente e trata essencialmente do amadurecimento dos dois, cada um a sua maneira e ajudando um ao outro. Para nossa alegria, se passa na década de 80 e faz referências fabulosas à essa época. Dirigido por Travis Knight.

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Sing Street (2016)
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Um dos filmes mais agradáveis do ano que faz uma homenagem bacana às bandas dos anos 80, do mesmo diretor de “Mesmo se nada der certo” (Begin again, 2014). A trama mostra, de forma original, garotos formando uma banda de rock e a relação desse processo com seus próprios dramas. Possui uma trilha sonora mais do que emocionante para os amantes dos anos 80, com direito a The Cure, Starship, Genesis, Tears for fears, Spandau Ballet, Daryl Hall & John Oates, entre outros.

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O repórter Mike Ward (John McGuire) é peça chave de uma investigação, única pessoa a presenciar o acusado, Joe, no local onde o dono de um restaurante foi encontrado morto. Não há mais provas e o seu depoimento acaba condenando Joe à morte. Mike, instigado pela noiva, Jane (Margaret Tallichet), passa a refletir sobre o assunto e iniciar um processo de arrependimento.Dirigido por Boris Ingster.
E que Deus tenha piedade de sua alma:
A condenação que é seguida da frase acima é o estopim para a trama deste filme, que segue aquela ideia: “se arrependimento matasse…”. O repórter,arrependido por prejudicar alguém, tenta se justificar consigo mesmoe até desfazer este mal, masacaba se envolvendo numa situação complicada e se depara com uma figura misteriosa (Peter Lorre). A consciência de Mike pesa, ele entra em delírio e tem algumas alucinações. Seus sonhos refletem seu sentimento de culpa e a sua narração passa uma boa ideia do que está se passando em sua consciência.
Neste filme, fica clara a crítica à falha do sistema jurídico, que escancara numa cena mostrando um jurado que pegou no sono, no meio do julgamento, e um juiz que teve que ser chamado a atenção para dar um sermão neste jurado.
Este é um filme bom e curto, possui somente 63 minutos de duração e não precisa, então, de nenhuma enrolação para passar toda sua ideia, prender bem a atenção e apresentar um fechamento legal, apesar de que os filmes neste estilo normalmente não terminam com um final feliz.
Quando lançado, recebeu críticas negativas do New York Times, da Variety. A principal alegação foi a comparação com filmes russos e franceses. Anos depois, no entanto, foi considerado o primeiro filme do cinema noir (mais abaixo uma explicação deste estilo de filme).
Temos a feliz presença do ator Peter Lorre, na pele da figura misteriosa, que se tornou figura única no cinema antigo (1929 a 1964), principalmente no papel de vilão, dada sua aparência e com seus “olhos esbugalhados”. Mais uma vez, ele aparece em poucas cenas, mas conquista o público. De fato, sua aparência se tornou a base para o título deste filme no Brasil. O ator, de origem húngara e ascendência judia, trabalhou em “Casablanca” (1942), “Relíquia Macabra” (1941) e “M” (1931, dirigido por Fritz Lang). Fez também o papel do vilão Le Chiffre, no telefilme “Cassino Royale”, de 1954, sobre o Agente James Bond.
Estilo noir:
A atmosfera do filme o classifica como um thriller psicológico, no estilo noir. Para quem não sabe, este estilo foi inventado por críticos franceses, e muitos filmes o seguiram como um repúdio aos primeiros filmes de comédia romântica que perderam força após as duas grandes guerras (que influenciaram muito o estilo noir). O estilo, predominante nos anos 40 e 50, é carregado de ambientes escuros, com muito jogo de sombras, personagens desiludidos, narração em off, toda a atmosfera do submundo do crime e da justiça falha e, em muitos casos, uma personagem tipo “dama fatal”. Imperou nos filmes franceses e americanos após a Segunda Guerra. Ou seja, noir é um estilo, não é um gênero. Gênero pode ser: comédia, drama, ação, ficção. Então podemos ter um drama noir, terror noir, assim como uma ficção noir. Por exemplo, o grande clássico de ficção “O Dia em que a Terra Parou (1951)”, dirigido por Robert Wise, chegou a ser considerado por alguns críticos como um filme noir.
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Fontes:
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