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Duas famílias devem lidar com o desaparecimento de suas filhas pequenas. Quando um dos pais suspeita que o detetive encarregado das buscas já desistiu de procurar pelo culpado, desesperadamente ele começa a desconfiar de todas as pessoas ao redor. Fazendo sua própria investigação, encontra o principal suspeito e decide sequestrá-lo. Dirigido por Denis Villeneuve. Roteiro de Aaron Guzikowski.

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No final do período da Guerra Fria, George Smiley (Gary Oldman), um dos veteranos membros do Circus, divisão de elite do Serviço Secreto Inglês, é chamado para descobrir quem é o agente duplo que trabalhou durante anos também para os soviéticos. Todos são suspeitos, mas como também foram altamente treinados para dissimular e trabalhar em condições de extrema tensão, todo cuidado é pouco. George precisa indicar o espião e não pode errar. Dirigido por Tomas Alfredson.

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Como comédia, Baywatch funciona muito bem. Com situações bem engraçadas, utilizando bem os clichês do gênero, assim como atores adequados ao papel, é uma opção certa para quem quer relaxar e se divertir vendo um filme. Dwayne Johnson, Zac Efron e outros formam uma equipe que vão atrás de uma conspiração criminosa na praia onde eles trabalham como salva-vidas. Dirigido por Seth Gordon.

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Bumblebee (2018)

Bumblebee (EUA, 2018)

Foi criado um preconceito com os filmes dos Transformers após Michael Bay ter passado do ponto e realizado as últimas produções com exagero de ação, roteiro bem regular e muito tempo de duração. O que estou recomendando para todos é esquecer os filmes anteriores e ir de coração aberto para este spin off que é focado no personagem mais carismático dos Transformers. O filme é essencialmente sobre ele, seus primeiros passos na Terra e sobre a garota interpretada por Hailee Steinfeld. Melhor: é sobre o laço criado entre os dois.

“As pessoas costumam ser más com aquilo que não entendem”

A marca que este filme deixa é parecida com outros queridos dos anos 80: a relação de um humano que possui seus traumas com uma criatura (no caso, máquina alienígena) que vai se provar mais humana do que algumas pessoas. Spielberg assina como produtor executivo e fica fácil perceber a influência de outros filmes dele aqui. A interação entre Charlie e Bumblebee tem momentos engraçados, sem passar do ponto, é comovente e trata essencialmente do amadurecimento dos dois, cada um a sua maneira e ajudando um ao outro. É uma história sobre as melhores amizades e influências que nos ajudam a superar os desafios da vida.

Para nossa alegria, se passa na década de 80 e faz referências fabulosas à essa época, sobre outros filmes e séries de TV, contudo o que preenche mesmo são as músicas. É recheado de clássicos anos 80, uma música legal após outra. The Smiths, Duran Duran, Tears for Fears e A-Ha é só uma parte das bandas usadas para a playlist TOP. Pelo fato de se passar vinte anos antes do primeiro filme, temos visual antigo dos robôs deixando eles mais próximos do que me recordo da linha de brinquedos criada pela Hasbro e do desenho animado.

Bumblebee é dirigido por Travis Knight que tem apenas 6 anos de carreira e, antes desse filme, trabalhou em animações, duas indicadas ao Oscar: Os Boxtrolls (2014) e Kubo e as Cordas Mágicas (2016). Este último é imperdível e foi dirigido por ele. Assim, existe um cuidado com os efeitos especiais e cenas corridas que só mesmo um experiente em filmes de animação poderia fazer bem feito. Isso é mais um acerto para quem é fã da adrenalina da saga, pois temos boas cenas de ação com batalhas entre Autobots e Decepticons que, na minha visão, ficou melhor que a ação alucinada e confusa dos últimos filmes.

Nosso Yellow Beattle, o fusquinha amarelo, alienígena e robô está demais e merecia mesmo um filme solo! As primeiras reações na Internet elogiaram o filme considerando este o melhor da franquia Transformers.

Tags Relacionadas Bumblebee 2018, crítica Bumblebee, filmes Transformers, resenha Bumblebee, Spielberg, Steven Spielberg, Travis Knight
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Não podemos negar que o diretor David F. Sandberg conseguiu manter o nível do precursor James Wan, criador de Invocação do Mal e toda essa franquia que também incluí Annabelle e os futuros filmes A Freira e Invocação do Mal 3. A conexão que este filme faz com os anteriores é bem feita, disposta no meio da trama para agradar aos fãs e, para melhorar, esse filme é infinitamente superior ao primeiro Annabelle, que não agradou. É o mesmo diretor de Quando as Luzes se Apagam, que merece ser visto também. O roteiro é do mesmo do primeiro Annabelle, Gary Daubermann. E, é claro, James Wan está na produção, cuidando de seu legado.

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