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Cinema é uma Droga Pesada
Comédia Drama Filmes Na pré Suspense

Cinema é uma Droga Pesada

‘Cinema é uma Droga Pesada’, do diretor e roteirista Cédric Kahn, estreou em 11 de abril nos cinemas. Distribuído pela Bonfilm, a produção aborda com humor os problemas enfrentados por uma equipe para realizar seu filme. Primeiramente, o longa esteve na programação do Festival Varilux 2023 com o título “Making Of” e fez sua première mundial no país, antes de ser exibido comercialmente na França.

Comédia Drama Filmes Na pré Suspense

O Atalante (França, 1934)

Eu indico L’Atalante (França, 1934) Jean (Jean Dasté), jovem capitão

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Crimes Ocultos (Child 44, 2015)

Eu indico Child 44 (EUA / República Tcheca / Reino

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Um Pequeno Favor (2018)

A Simple Favor (EUA, 2018)

Por ser baseado num livro, da escritora americana Darcey Bell, lançado no Brasil em 2017, apontado como sucessor de Garota Exemplar e A Garota no Trem (também adaptados para o cinema), é fácil esperar uma história minimamente interessante, surpreendente e com reviravoltas. Todavia, somente no quesito reviravoltas o filme cumpre, e nem tão bem assim, essas expectativas.

A trilha sonora francesa na abertura do filme é animada demais e em pouco tempo somos apresentados a cenas bem clichês. A bem da verdade, a trilha funcionou perfeitamente no trailer do filme que, convenhamos, é um trailer excelente, são as cenas certas com as imagens certas e a frase que vai chegando “O que aconteceu com Emily?”. Quanto ao filme, o sustendo fica por conta do mistério principal da trama, chegando a estimular nossa curiosidade. Mas não por muito tempo. A cada revelação, o brilho é reduzido. Isso ocorre porque é realmente fácil sugerir e acertar as próximas cenas, ficando aquela sensação de que careceu naquele quesito “surpresa criativa”. O clímax, que é onde poderia ter dado muito certo, é bagunçado e também possui uma conclusão trivial.

Particularmente, o tom da comédia fortemente presente durante toda a trama não me agradou. As situações e comportamentos são forçados, personagens óbvios e desagradáveis, até policiais babacas com perguntas e julgamentos imprecisos. Assim, a mistura de suspense e comédia parece não ter funcionado bem aqui. Uma cena de sexo ganha de brinde uma música de fundo e faz lembrar da franquia 50 Tons de Cinza… ou seja, não poderia ser pior.

As duas atrizes agradam, claro! Elas são ótimas e seus personagens são bem diferentes. Uma é nerd, insegura, blogueira (vlogger) e tipo a mocinha do filme (Anna Kendrick, jovial como sempre)… a outra é estilosa, sedutora, intensa e volúvel (Blake Lively, potente). O ar de manipulação que fica entre elas dá uma certa força à trama e ficou interessante o fato de terem personalidades opostas mas acabarem se tornando amigas.

Após mais de 2 horas de cenas, deu saudade do potente Garota Exemplar (2014) e até de Diabolique (1996) que, por sinal, é citado durante este filme pela protagonista, em mais uma tentativa de ajudar ou manipular os espectadores que, acredito, já estão espertos demais.

Tags Relacionadas Anna Kendrick, Blake Lively, crítica, crítica Um Pequeno Favor, Diabolique, filme Um Pequeno Favor, Garota Exemplar, Paul Feig, resenha, resenha Um Pequeno Favor, Um Pequeno Favor
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