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Pica-Pau: O Filme (2017)

Os adultos de hoje lembram facilmente dos desenhos do Pica-Pau. O personagem foi criado em 1940 pelo artista Walt Lantz, tendo muitas animações produzidas pelo estúdio do próprio artista e distribuídas pela Universal Pictures. É o personagem pássaro de desenho animado mais famoso do mundo. Agora, anos depois do sucesso do desenho, resolveram fazer um filme live-action misturado com animação gráfica, para mostrar esse personagem peculiar. Dirigido por Alex Zamm e escrito por Dave Krinsky e John Altschuler.

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Feito na América (EUA, 2017)
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Feito na América (EUA, 2017)

Essa é uma história real, uma incrível história real das aventuras de um piloto americano experiente que, durante os anos 80, acabou transportando drogas e armas para o cartel de Medellín e, recrutado pela CIA, tornou-se agente duplo. Barry Seal (bem interpretado por Tom Cruise) conta sua própria história para uma câmera e não se importa em ficar justificando suas escolhas, o que torna a situação curiosa e interessante. Ele mesmo diz de cara: “Às vezes eu tomo decisões sem pensar”. Dirigido por Doug Liman.

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Ritmo Louco (“Swing Time”, EUA, 1936)
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Ritmo Louco (“Swing Time”, EUA, 1936)

O casal de atores Fred Astaire e Ginger Rogers, que dançam e cantam em seus filmes, mantiveram uma longa parceria no cinema. Ritmo Louco foi o sexto filme com o casal, contendo cenas de dança sensacionais, ao estilo sapateado, entre outros. Um dançarino e apostador viaja a Nova York para levantar a quantia necessária para poder se casar com sua noiva. Chegando lá, ele acaba se envolvendo com uma bela dançarina novata. Dirigido por George Stevens.

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O Sol Também é uma Estrela (2019)

The Sun Is Also a Star (EUA, 2019)

Nicola Yoon é uma escritora que nasceu na Jamaica e cresceu em Brooklin, conhecida pelo romance Tudo e Todas as Coisas de 2015 e também pelo livro que deu origem a este filme, O Sol Também é uma Estrela, de 2016. Ela tem realmente emocionado e cativado jovens e adultos com suas histórias e quem leu seu último livro deve estar com altas expectativas para ver o resultado nas telonas.

Partindo de algo já recorrente em historias românticas, o filme apresenta Natasha (interpretada pela linda Yara Shahidi) que não acredita em destino, somente na ciência. Ela conhece um jovem coreano que também vive em Nova York, Daniel (o Charles Melton da série Riverdale), que é o romântico do filme e vai tentar provar para ela que o amor existe, se sustentando na frase de efeito que marca a trama: abra o coração para o destino. O fator interessante do roteiro é que eles vivem em Nova York e a garota se encontra num turbilhão de emoções pelo fato de que será deportada para a Jamaica com sua família em menos de 12 horas. Eles se conhecem por “acidente” e vão viver esses poucos momentos juntos da forma mais intensa que o destino permitir.

O filme em si não consegue entregar muita emoção e ainda leva a uma conclusão das piores, poderia por sinal ter encerrado minutos antes da conclusão em si e isso reduziria o estrago. O sentimento e a química entre os personagens não ficou muito convincente também… ou será que eu estou pouco sensível? De algo tenho certeza: ficou bem abaixo de produções recentes como A Cinco Passos de Você (2019) ou Como Eu Era antes de Você (2016) e então tendemos a comparar essas produções com a emoção de verdade que fica após assistir Diário de uma Paixão (2004) ou Querido John (2010), todos eles extraídos de romances de sucesso.

Enfim, reconheço três coisas boas no filme (SEM SPOILER): a trilha sonora é realmente apaixonante. Existe uma homenagem carinhosa à Nova York, que fica em evidência o filme inteiro, com lindas cenas, algumas panorâmicas, e também através do sentimento de apego que os personagens, principalmente a Natasha, possuem pela cidade, imprimindo a diversidade que se representa ali através da situação, muitas vezes difícil, dos imigrantes. Por fim, alguns flashbacks narrados pelos personagens acrescentaram um pouco à montagem do filme.

Sem a mínima chance de entrar em nossa lista de melhores filmes adaptados de romances… mas falando nisso, confira nosso Top 10 filmes românticos, clicando aqui.

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Não tem como ser baiano e não se emocionar com esse documentário, mesmo não sendo folião. Rico em conteúdo, mostra a história da Bahia, a história da cidade de Salvador, nosso povo, e vai se encaixando com a história e transformação da festa. O conteúdo histórico vai surpreender a muitos. O ponto de vista do povo valida as palavras do narrador através de depoimentos e atitudes mostrados em tela. Comerciantes que trabalham durante a festa, foliões, artistas, mas principalmente esse povo que fica na pipoca. As rápidas entrevistas foram bem selecionadas e bem naturais, muitas divertidas a nos arrancar gargalhadas do nada. Dirigido por Márcio Cavalcante.

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