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Filmes

O Fugitivo (“I Am a Fugitive From a Chain Gang”, 1932)

Eu indico I Am a Fugitive From a Chain Gang

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Demônio (Devil, 2010)
Filmes

Demônio (Devil, 2010)

Cinco pessoas que ficam presas dentro de um elevador que, misteriosamente, pára de funcionar. O problema é que, aos poucos, tudo vai levando a crer que um daqueles é ninguém menos que o Demônio. Roteiro e produção de M. Night Shyamalan. Dirigido por John Erick Dowdle.

Querido John (Dear John)

Eu indico
Querido John (EUA, 2010)
Dirigido por Lasse Hallström e baseado no romance de Nicholas Sparks, o filme conta a história de John Tyree (Channing Tatum), um jovem soldado que foi para casa durante uma licença e de Savannah Curtis (Amanda Seyfried), a jovem universitária idealista por quem ele se apaixona durante as férias de faculdade. Durante os próximos sete tumultuosos anos, o casal é separado pelas missões cada vez mais perigosas de John. Apesar de se encontrarem apenas esporadicamente, o casal mantém o contato por meio de uma enxurrada de cartas de amor. Umas dessas correspondências acaba por provocar uma situação indesejada.
Romance no filme e no livro:
Este filme deve ser assistido preferencialmente acompanhado, como uma boa parte dos filmes baseados nos livros de Nicholas Sparks, famoso autor de romances que costumam ser adaptados para o cinema. Nessa linha, indico também “Diário de uma Paixão” (2004), “Um Amor para Recordar” (2002) e “Noites de Tormenta” (2008). Querido John é um livro emocionante, mostra o significado do verdadeiro amor, explicitamente quando o personagem John, narrador da história, confessa: “Qual o real significado do verdadeiro amor? Finalmente compreendi o que o verdadeiro amor realmente significa. O amor significa pensar mais na felicidade da outra pessoa do que na própria, não importando quanto dolorosa seja sua escolha.”. O filme tem uma boa fidelidade à obra, embora tenhamos um final sutilmente modificado. Acredito que cada um dos dois tenha o seu mérito.
Além de um belo romance, a história explora também o drama familiar de John, em sua relação com o pai que sofre de um grau de autismo não muito perceptível. Por sinal, muito boa a interpretação do personagem do pai de John pelo ator Richard Jenkis. Um outro enfoque interessante da obra (e do filme) é a guerra, tendo explorado a recente batalha no Oriente Médio pelos Estados Unidos após os acontecimentos do 11 de Setembro. Navegando entre esses três aspectos, o resultado é, no mínimo, agradável, principalmente para o público jovem. Também existe o lado da vida altruísta de Savannah e suas escolhas, que influencia diretamente na reviravolta que a história toma. E o espectador tanto pode julgar a personagem, quanto se sensibilizar por ela e entender suas escolhas.
O casal tem uma mania que é uma espécie de marca na relação deles. No filme, percebe-se que eles usam a frase “Nos vemos em breve, então?” quando vão se despedir, e o outro confirma “Nos vemos em breve”; no livro, eles combinam olhar para a lua, quando estiverem distantes um do outro. Cada um desses dois aspectos será explorado e bem utilizado na história, resultando em uma cena (no filme) e uma passagem (no livro) marcante e emocionante. Como dito anteriormente, cada um tem o seu mérito, mesmo não sendo totalmente iguais.
“Mas a lua está cheia, o que me fez pensar em você.”
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Fontes: 

http://omelete.uol.com.br/cinema/critica-querido-john/
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