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Top 10 melhores filmes que tratam do tema “luto”

O luto, definido como sentimento de tristeza profunda pela morte de alguém, já foi abordado nos filmes de variadas formas. Particularmente, adoro os grandes filmes que trataram deste tema. Possuem lições grandiosas. Assim, neste mês onde todos lembram de quem partiu, selecionamos os 10 melhores filmes sobre o assunto.

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Adèle é uma garota de 15 anos que descobre, na cor azul dos cabelos de Emma, sua primeira paixão por outra mulher. Sem poder revelar a ninguém seus desejos, ela se entrega por completo a este amor secreto, enquanto trava uma guerra com sua família e com a moral vigente. Dirigido por Abdellatif Kechiche.

Adèle e Emma:

Trata-se de uma adaptação das histórias em quadrinhos escritas e desenhadas por Julie Maroh. Protagonizado pelas belas atrizes francesas Adèle Exarchopoulos e Léa Seydoux, o filme foca na vida da primeira e na forte relação entre as duas. As cenas de sexo entre as garotas é um dos pontos fortes do filme, com direito a uma cena de mais ou menos 6 minutos de duração, um sexo lésbico bem sensual e realista. Este realismo, fruto da dedicação e excelente atuação das garotas, deixa as cenas mais quentes e interessantes, podendo causar algum choque dependendo do espectador. Mas não é somente isso, não se trata de um filme pornográfico mesmo com seus momentos picantes; em meio a muitas cenas que mostram a rotina da garota, com direto a muitos closes de seu rosto, traduzindo seus sentimentos através das feições, podemos acompanhar as descobertas pessoais e transformações vividas por Adèle, que vai além de suas descobertas sexuais e de sua paixão por Emma (Léa Seydoux). A atriz principal vive sua primeira atuação como protagonista.

Nos quadrinhos, a protagonista se chama Clementine, mas o diretor franco-tunisiano Abdellatif Kechiche substituiu o nome por Adèle, que em árabe significa justiça. Este é o mesmo diretor do polêmico “Vênus Negra” (2010), um filme difícil de assistir pela crueldade mostrada, uma cinebiografia de Saartjie Baartman, escrava sul-africana que virou atração de circo no século 19. Bem diferente deste “Azul é a Cor Mais Quente” que, mesmo com suas 3 horas de duração, encanta e empolga. Com sua merecida censura de 18 anos, recebeu a Palma de Ouro em Cannes (principal prêmio europeu do cinema).

Mesmo com um colega de escola que é o menino dos sonhos de toda garota (e apaixonado por ela), Adèle não consegue esquecer um encontro passageiro com Emma (Léa Seydoux), estudante de arte de cabelos azuis. O amor entre elas não demora a surgir. De forma detalhista, em alguns momentos arrastada, mostrando a rotina da protagonista com seus amigos, família e relações, e principalmente com bastante erotismo, o filme foca nessa questão do desejo jovem para uma relação alternativa – embora nem tanto nos dias de hoje – e gosto sexual indefinido, seguido das transformações emocionais e novas experiências da garota Adèle (Adèle Exarchopoulos) que, aos 15 anos percebe que há algo errado em seus relacionamentos com garotos, e vai viver uma trajetória principalmente de amadurecimento e conhecimento de si mesma.

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Fontes:
http://cinema.uol.com.br/noticias/redacao/2013/12/04/atriz-e-diretor-de-azul-e-a-cor-mais-quente-encaram-polemicas-por-filme.htm
http://www.timeout.com.br/sao-paulo/cinema/115/azul-e-a-cor-mais-quente-critica-do-filme

Tags Relacionadas Abdellatif Kechiche, Adèle Exarchopoulos, Azul é a cor mais quente, crítica, crítica Azul é a cor mais quente, filmes sexo, La Vie d'Adèle, Léa Seydoux, resenha, resenha Azul é a cor mais quente
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