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Essa é uma história real, uma incrível história real das aventuras de um piloto americano experiente que, durante os anos 80, acabou transportando drogas e armas para o cartel de Medellín e, recrutado pela CIA, tornou-se agente duplo. Barry Seal (bem interpretado por Tom Cruise) conta sua própria história para uma câmera e não se importa em ficar justificando suas escolhas, o que torna a situação curiosa e interessante. Ele mesmo diz de cara: “Às vezes eu tomo decisões sem pensar”. Dirigido por Doug Liman.

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Um dos momentos mais marcantes no Festival de Cinema de Gramado em 2019 foi o Encontro Nacional da Legenda (LEG.NAC) que é coordenado por Fabiano Bertoluci. Abrindo o Festival, ele destacou a importância desse movimento que está em sua 15ª edição.

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Travessia (Brasil, 2013)
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Salvador, Brasil. Roberto (Chico Diaz) acabou de perder a esposa e está solitário e infeliz. Além disso, o relacionamento com seu único filho, Júlio (Caio Castro), vai de mal a pior. Um dia, após se embebedar e fracassar ao tentar contratar uma prostituta, ele acaba atropelando um garoto. Desesperado, ele coloca o menino no carro e o leva ao hospital mais próximo. Apesar do socorro imediato, Roberto precisa prestar esclarecimentos na polícia e corre o risco de ser preso. Paralelamente, Júlio se envolve com uma garota (Camilla Camago) e procura se sustentar através do tráfico de drogas em festas badaladas que ocorrem na cidade. Dirigido por João Gabriel.

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Maze Runner – Correr ou Morrer (2014)

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Ao acordar dentro de um escuro elevador em movimento, Thomas (Dylan O’Brien) chega à “Clareira”, se vendo rodeado por garotos que o acolhem. O local é um espaço aberto cercado por muros gigantescos. Assim como Thomas, nenhum deles sabe como foi parar ali, nem por quê. Sabem apenas que todas as manhãs as portas de pedra do Labirinto que os cerca se abrem, e, à noite, se fecham. E que a cada trinta dias um novo garoto é entregue pelo elevador. Dirigido por Wes Ball e roteiro de Noah Oppenheim.

O corredor do labirinto:

Existem livros que nos fazem esperar ansiosamente pela sua adaptação para o cinema. Neste caso, este filme me fez querer ler o livro, ou melhor, toda a saga Maze Runner, escrita por James Dashner, composta por quatro livros: “Correr ou morrer” (2010), “Prova de fogo” (2011), “A cura mortal” (2012) e “Ordem de extermínio” (2013). É um filme de ficção científica, lembra o estilo da franquia Jogos Vorazes, mas contém muito mistério. Como adaptação, parece que foi muito bem. Pelo menos, se o livro for melhor que o filme (é o que dizem), com certeza já vale a pena conferir toda a franquia.

Com um elenco jovem e agradável, o filme é rodeado de mistérios, teorias que vamos imaginar, algumas respostas que teremos e uma boa aventura, focada em fugas alucinantes, algo que sempre me agrada nos filmes de ação. Diante das diversas tarefas que cada um pode fazer (desde que aceito em seu papel) na Clareira, existe a tarefa dos “corredores”, que são responsáveis por mapear o labirinto em busca de uma saída. Trata-se da tarefa mais arriscada, considerando que aqueles que não conseguiram voltar do Labirinto, antes deste fechar, nunca mais voltaram a aparecer.

A atuação de Dylan O’Brien consegue passar a sua sensação de perdição e descoberta, assim como a sua ousadia. Parece que há nele um talento para escapar de situações difíceis, algo especial no personagem, mais uma coisa para aumentar o mistério. A velha sensação de não saber o que está acontecendo, enigmas e todos os elementos de uma boa ficção com aventura marcam a trama. A arquitetura do labirinto criado por Dashner, revelada aos poucos, é bem interessante, assim como as “criaturas” sinistras. Wes Ball fez um bom trabalho assumindo a responsabilidade de quem adapta livros que já agradaram ao público. Ainda podemos sair do filme com uma ansiedade pela sua continuação, já confirmada pelos estúdios.

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Fontes:
http://sobresagas.com/critica-do-filme-maze-runner-correr-ou-morrer/

Tags Relacionadas Correr ou morrer, crítica, Dylan O'Brien, James Dashner, Maze Runner, Ordem de extermínio, Prova de fogo, resenha
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