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Alabama, anos 1930. A pequena Jean (Mary Badham) é uma menina inteligente que tem no seu pai o grande herói. Atticus Finch (Gregory Peck) é um advogado viúvo que cuida de seu casal de filhos pequenos. Idealista e honesto, ele será o defensor de Tom, um negro acusado de estuprar uma mulher branca. Num júri composto apenas de brancos, todos sabem qual será o veredicto. Mas o advogado não desistirá de tentar provar que Tom é inocente. Além desse julgamento, a amizade de Jean com Boo Radley (Robert Duval), um deficiente mental que vive encarcerado em sua casa, vai fazer com que a menina passe a ver o mundo sob uma nova ótica e descobrir que o mundo dos adultos é mais cruel do que parece.

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Pica-Pau: O Filme (2017)

Os adultos de hoje lembram facilmente dos desenhos do Pica-Pau. O personagem foi criado em 1940 pelo artista Walt Lantz, tendo muitas animações produzidas pelo estúdio do próprio artista e distribuídas pela Universal Pictures. É o personagem pássaro de desenho animado mais famoso do mundo. Agora, anos depois do sucesso do desenho, resolveram fazer um filme live-action misturado com animação gráfica, para mostrar esse personagem peculiar. Dirigido por Alex Zamm e escrito por Dave Krinsky e John Altschuler.

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A Trilha (“A Perfect Getaway”)

Eu indico A Trilha (EUA, 2009) Cydney (Milla Jovovich) e

A Noite dos Desesperados (EUA, 1969)

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They Shoot Horses, Don’t They? (EUA, 1969)
Em 1929, em plena depressão americana, uma desumana maratona de dança premiava o casal que resistisse por mais tempo na pista, mesmo que isso representasse a morte para o vencedor. Dirigido por Sydney Pollack.
Assim como cavalos:
Um concurso de dança se aproveita do desespero das pessoas para ganhar publicidade, sendo palco para mostrar o quanto alguém pode se sujeitar a qualquer sofrimento para ganhar alguma coisa. Estamos no final da década de 20, com as consequências da grande depressão pós queda da Bolsa de Nova York, onde de fato esses concursos existiam e atraíam milhares de pessoas necessitadas.
Baseado no livro de Horace McCoy, o filme mostra esse concurso que oferece um prêmio de 1.500 dólares somente para o casal que conseguir ficar mais tempo dançando. A maratona é desesperadora: a cada duas horas sem parar, dez minutos de descanso em acomodações desumanas onde o encosto é outra pessoa. Se alguém cai, tem dez segundos para levantar, como se fosse uma contagem do boxe. Como se já não bastasse, existe uma corrida de dez minutos, em volta de um círculo, onde os últimos três casais a cruzar a linha de chegada são desclassificados. Em uma dessas cenas da corrida, contemplamos em câmera lenta o desespero e empenho dos casais, retratando, junto com o resto da trama, uma sociedade em crise, onde pessoas se permitem uma absurda condição, numa desumana maratona de dança.
Em sua maioria vencidos pelo cansaço e pela dor, suas vidas não valem mais do que um cavalo ferido em acidente. Daí o curioso título original “They Shoot Horses, Don’t They?” (“Eles atiram em cavalos, não é mesmo?”), uma referência ao ato de sacrificar o animal ferido para que ele não sofra mais, o que cabe como metáfora perfeita para este filme. E a plateia se diverte, torce, adota ídolos, aposta, como se os participantes fossem cavalos numa corrida. Até o expectador pode acabar entrando na torcida, principalmente pelo casal protagonista, Gloria (Jane Fonda) e Robert (Michael Sarrazin), nem que torça para que eles consigam, milagrosamente, sair bem dessa situação, até porque eles não tem perspectiva alguma no mundo lá fora.
A fome, miséria e desemprego atrai uma fila de pessoas querendo participar do concurso insano, pelo prêmio ou pelas refeições diárias. Alguns parecem estar sem rumo na vida e acabam entrando na competição. É a oportunidade de lidar com diversos personagens e fazer uma análise da sociedade da época, tanto os afetados pela depressão, quanto a minoria que está ali para assistir e se divertir. O destaque de atuação fica para o vencedor do Oscar de Melhor Ator Coadjuvante, por este filme, Gig Young, que interpreta o showman do concurso, um personagem feito para ser odiado, apesar de que, em alguns momentos, consegue ser humanizado. Com isto, a condução do diretor Sydney Pollack resultou na indicação de 9 Oscar, este que também já foi produtor e ator, e faleceu aos 73 anos em 2008.
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Um homem vive atormentado após perder a sua filha mais nova, cujo corpo nunca foi encontrado, mas sinais de que ela teria sido violentada e assassinada são encontrados em uma cabana nas montanhas. Anos depois da tragédia, ele recebe um chamado misterioso para retornar a esse local, onde ele vai receber uma lição de vida. Dirigido por Stuart Hazeldine.

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