Argo
Eu indico Argo (EUA, 2012) Baseado em fatos reais, acompanha
Contemplativo e bem reflexivo, recheado de elementos orientais, como o mestre e o aprendiz, a força e simbologia da estátua do Buda, portas sem paredes ao redor, o colchão em contato com o solo, pequenos animais e ensinamentos pelas artes marciais, esta obra do diretor Kim Ki-duk representa o que há de melhor no drama sul-coreano.
Owen e Claire retornam à ilha Nublar para salvar os dinossauros restantes de um vulcão que está prestes a entrar em erupção. Eles encontram novas e aterrorizantes raças de dinossauros gigantes ao descobrir uma conspiração que ameaça todo o planeta. Dirigido por Juan Antonio Bayona.

Frailty (EUA, 2002)
A história se passa numa cidadezinha do interior do Texas. Fenton Meeks (Matthew McConaughey), depois de ficar sabendo de uma série de assassinatos, vai até a delegacia e declara que sabe de coisas que podem resolver o caso do “Mãos de Deus”, um serial killer que já matou 6 pessoas. Fenton diz que seu irmão Adam é o responsável pelas mortes e o xerife local vai ouvindo sua história, carregada de trágicos acontecimentos que marcaram a infância do garoto. Dirigido por Bill Paxton.
Fragilidade:
O título em português é um pouco tendencioso, pode parecer que estamos diante de um filme de horror, quando na verdade é um filme policial e suspense, uma história bem interessante sem apelar para brutalidades. O título original significa “fragilidade” e a escolha do título em português é estranha porque o caso investigado pela polícia, do assassino em série no filme, é chamado de “mãos de deus”.
O filme é um grande entretenimento, pois a história é muito boa, prende a atenção e possui algumas reviravoltas interessantes e inesperadas, além de manter a coerência. É aquele tipo de filme que pode deixar o espectador boquiaberto nas últimas cenas, onde os últimos 15 minutos são cheios de tensão e revelação.
Bill Paxton é um ator americano que já participou de vários filmes. Incrível que estreou na direção com este filme e o resultado foi muito bom. Soube criar uma atmosfera de suspense que vai aumentando, e ainda atua no filme como o pai dos garotos. As filmagens só duraram 37 dias e o roteiro de Brent Hanley contribuiu para o bom resultado.
Imagine que um pai (Paxton), depois de ter uma suposta visão de Deus, resolve seguir as ordens enviadas por um anjo e começa a matar pessoas que diz serem “demônios”. Fenton, um dos dois filhos, fica horrorizado com as ações do pai e as coisas começam a se complicar. O fanatismo de seu pai, cada vez mais cego pela suposta “luz divina”, se torna uma séria ameaça à sua vida e à de seu irmão, Adam. A partir daí, a história começa a se desenrolar de maneira cada vez mais trágica e obscura. Interessante a história do ponto de vista de um dos garotos, sendo que no presente ele está ajudando a polícia a desvendar o caso do assassino em série “mãos de deus”.
Nem precisou apelar para cenas pesadas, pois o que o espectador vê são alguns vultos e barulhos abafados de machadadas provocadas pelo alucinado personagem de Bill Paxton. Então o que fica de pesado é o suspense psicológico provocado pela situação em si.
São Paulo. Guto (Marat Descartes) é um artista de rua e aspirante a ator que sonha em um dia ser reconhecido pelo seu trabalho. Dedicado, ele pratica, se prepara e participa de todas as audições que pode, na espera de que um dia a sorte chegue. Ele admira Zeca (Jair Rodrigues), um comediante que trabalha na TV e é idolatrado por muita gente, apesar de estar com a carreira decadente. Os dois se encontram por acaso. O que será que o destino reserva para eles?
Eu indico A Fraternidade é Vermelha (Polônia / França /
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