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Goodnight Mommy (Áustria, 2015)

No calor do verão, uma casa isolada no campo, entre bosques e campos de milho. Gêmeos de dez anos de idade esperam por sua mãe. Quando ela volta, com a cabeça envolta em ataduras após uma cirurgia plástica, nada é como era antes. Severa e distante, ela fecha a família para o mundo exterior. Começando a duvidar que esta mulher é realmente sua mãe, os meninos estão determinados a encontrar a verdade de qualquer maneira. Dirigido por Severin Fiala e Veronika Franz.

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Ondas do destino (Dinamarca, 1996)

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O incrível homem que encolheu (EUA, 1957)

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The Dead (EUA / Reino Unido / Irlanda, 1987)

É 6 de janeiro de 1904 e Dublin celebra o Dia dos Reis em meio à neve. Na casa das irmãs Morgan, Julia (Cathleen Delany) e Kate (Helena Carroll), é oferecida uma ceia a amigos e parentes, incluindo a realização de um sarau musical e poético. Já perto do final da celebração, quando boa parte dos convidados já tinham saído, o barítono Bartell D’Arcy (Frank Patterson) começa a cantar uma música triste, que faz com que Gretta Conroy (Anjelica Huston) se lembre de uma antiga paixão que já faleceu. Surpreso com a mudança de comportamento de sua esposa, Gabriel (Donal McCann) interessa-se pela história. Dirigido por John Huston.
A morte para os vivos:
Este foi o último trabalho de John Huston, que dirigiu o filme já doente e em uma cadeira de rodas. Faleceu pouco depois da estreia do filme. Com apenas 83 minutos de duração, o resultado é uma bela reflexão, com um certo impacto emocional, mesmo que isso só fique explícito para o espectador nos últimos momentos do filme, quando uma bela narração é feita por um dos personagens, e que resume bem toda a proposta. É baseado em um conto do livro “Os Dublinenses”, do consagrado escritor inglês James Joyce, especialista em narrar histórias com base em sua própria vida familiar e experiências em Dublin, amizades e inimizades de sua vida.
O filme se passa em uma noite, em Dublin, no ano de 1904, numa ceia de família, onde os personagens compartilham memórias, poesias, canções, decepções, pequenas discussões políticas, pequenos atritos, etc. Durante o filme, a câmera passeia com classe pelo ambiente, focando muitos detalhes de objetos e da estrutura da casa.
A cena quando o casal Conroy está de saída, com Gretta ainda acima da escada (imagem acima), admirando uma cantoria, deixou uma marca na história do cinema; a imagem em si, com a expressão na face de Anjelica Huston – e parte do corpo de Frank Patterson embaixo, virado para ela – junto com o som da cantoria, expressam um instante de devoção à vida e à arte. Ao final, quando o casal chega no hotel onde estão hospedados, será explicada a reação da mulher à música. E é daí que o personagem de Conroy faz uma reflexão que compartilha com o espectador.
Assim como o título original, The Dead (“A Morte”), o cenário apresentado serve de pano de fundo para uma análise pertinente dessa fatídica condição humana, considerada por uns como o fim, por outros como uma passagem. Independente de qualquer vertente, para os vivos que ficam, sobra a saudade e a reflexão do sentido de sua existência; cada encontro familiar (ou com amigos), é único por si só, pois algumas pessoas podem não estar no próximo.
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Nancy (Blake Lively) é uma jovem médica que está tendo de lidar com a recente perda da mãe. Seguindo uma dica sua, ela vai surfar em uma paradisíaca praia isolada, onde acaba sendo atacada por um enorme tubarão. Desesperada e ferida, ela consegue se proteger temporariamente em um recife de corais, mas precisa encontrar logo uma maneira de sair da água. Dirigido por Jaume Collet-Serra.

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