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Dessa vez, o anti-herói vivido por Reynolds decide impedir que um misterioso soldado do futuro, Cable (Josh Brolin), mate um jovem mutante transgressor (Julian Dennison). Dirigido por David Leitch, essa sequência é um filme extremamente divertido que consegue manter o universo único do Deadpool, fora do contexto tradicional de filmes de herói, com novas piadas e, principalmente, muitos personagens que são bem aproveitados.

Vestígios do cinema em Rio de Contas (Bahia)
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Vestígios do cinema em Rio de Contas (Bahia)

Rio de Contas é a minha cidade preferida da Chapada Diamantina, que fica no coração da Bahia. Aproveitei a terceira vez que fui na cidade, recentemente, e procurei por espaços e coisas relacionadas com o cinema. E olha que encontrei duas coisas legais! Após descobrir esses vestígios do cinema, a cidade ficou ainda mais encantadora para mim, e percebi que podemos caçar e encontrar essas coisas de cinema em qualquer lugar do Brasil, como se tivéssemos procurando diamantes, como faziam os garimpeiros na região da Chapada Diamantina.

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Eu e Você (Itália, 2012)
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Escondido no porão para passar suas férias de inverno, Lorenzo, um jovem de quatorze anos, introvertido e um pouco neurótico, está se preparando para viver seu grande sonho: nada de conflitos, nada de colegas chatos de classe, nada de brincadeiras e falsidades. O mundo lá fora com suas regras incompreensíveis e ele deitado no sofá, bebendo muita coca-cola, comendo atum em caixinha e com livros de terror ao seu redor. Será Olivia, que chega de repente no porão com sua agressiva vitalidade, a tirar Lorenzo de seu universo sombrio, para que ele tire a máscara de adolescente complicado e aceite o jogo caótico da vida fora de quatro paredes. Dirigido por Bernardo Bertolucci.

Paixão a flor da pele (2004)

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Wicker Park (EUA, 2004)
Matthew (Josh Hartnett) é um jovem empresário que acredita ter visto em um café a mulher (Diane Kruger) que foi seu grande amor, que desapareceu misteriosamente há dois anos. Ele decide segui-la, descobrindo aonde ela mora. Esta se torna sua rotina durante vários dias, tornando-se uma obsessão para Matthew reencontrá-la. Um dia ele decide invadir o apartamento dela, para poder esperá-la. Porém o que ele não sabe é que a mulher que segue não é exatamente quem ele pensa ser. Dirigido por John Paul McGuigan.
Você já se apaixonou, não?
Não estamos diante de um filme meramente romântico. Podemos dizer que é um romance dramático que lida com questões comuns e interessantes, que justificam o amor, como o amor à primeira vista, ou as loucuras que podemos fazer quando estamos apaixonados por alguém, inclusive alguém que nem sabe que existimos. Mas o interessante mesmo é a forma como essas coisas vêm à tona, dentro de uma trama com um mistério, onde o quebra-cabeça vai sendo resolvido e revelado ao longo das cenas. Um espectador impaciente e desavisado pode desistir do filme antes da metade, porquê ele começa com muita música e o estilo de filmagem possui bastante sobreposição de cenas, podendo dar a sensação de estarmos numa passagem de um videoclipe ou até em um trailer, com as cenas com música e cortes de tela para mostrar 2 cenas ao mesmo tempo. Mas as coisas melhoram e percebemos que essa técnica é melhor aproveitada para explicar as coisas, principalmente quando uma cena anterior volta a aparecer, só que a vemos de novos ângulos; é uma técnica conhecida e que foi utilizada de forma satisfatória aqui.
Escute, a fala…
‘Quem quer que eu corteje, seria tua esposa’…
Isso define a personagem.
Está apaixonada pelo cara…
e ele pede ajuda para conquistar outra!
Você está aborrecida, confusa,
é doloroso por dentro.
Tem que demonstrar o amor,
mas também a agonia.
Você já se apaixonou, não?”
Tudo fica muito interessante quando surge um novo personagem, a coadjuvante que rouba a cena, interpretada pela atriz Rose Byrne. Ela realmente agrada na interpretação e sua personagem passa a ser tão interessante quanto os protagonistas. A trama viaja entre o passado e o presente, e é legal entendermos, mesmo que isso leve um tempo, como cada personagem chegou ao ponto onde se encontra. Temos, como na vida real, pessoas fragilizadas, que buscam o seu equilíbrio próprio no amor. Além disso, é interessante como o acaso vai surgindo a todo momento, muitas vezes atrapalhando o objetivo dos personagens. É como se houvesse uma batalha entre o acaso e o sentimento, entre o acaso e a intuição.
O título original deste filme de 2004 é uma referência ao local onde o casal principal gostava de se encontrar (Wicker Park), o que nos remete a pensar em casais que têm o seu lugar preferido ou a sua música, como se fossem feitos só para eles. Quem não se lembra de alguém quando revisita algum lugar marcante ou escuta uma certa música?
O filme é uma refilmagem de “L’Appartement” (1996, de Gilles Mimouni) e teve um orçamento de US$ 30 milhões. O restaurante no qual Matt vê Lisa falando ao telefone chama-se Bellucci e, pelo que pode ser interpretado, é uma homenagem à atriz Monica Bellucci, que faz o personagem principal no filme original; o filme conta também com o ator Vincent Cassel. Já li críticas mais a favor do original em relação a este, para quem quiser conferir.
O amor leva você a fazer coisas loucas… insanas…
coisas que você nunca pensaria em fazer.
E aí está você fazendo.
Não pode evitar.”
Quando um romance foge do padrão hollywoodianoe oferece algo mais, como uma boa história, mesmo que sobre temas conhecidos, vale a pena ser conferido. Com certeza quem foi assistir a este sem muita pretensão, se surpreendeu. A trilha sonora do filme é muito interessante e, para provar que as coisas vão melhorando muito do meio para o final, a canção que encerra o filme é “The Scientist”, do Coldplay, música maravilhosa, uma das preferidas de pessoas realmente apaixonadas. Confira a letra depoise busque as semelhanças com o desfecho do filme, que é muito bom, por sinal.
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Fontes:
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O filme se passa em Paris, anos 60, onde o diretor Jean-Luc Godard (Louis Garrel) e a atriz Anne Wiazemsky (Stacy Martin) começaram a viver um romance e, futuramente, por decisão dela, a história dos dois é contada. A direção e roteiro fica por conta de Michel Hazanavicius, que venceu o Oscar com o filme O Artista (2012).

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