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Jumanji: Bem-Vindo à Selva (2017)
Filmes

Jumanji: Bem-Vindo à Selva (2017)

Dirigido por Jake Kasdan, o filme vai na carona da empolgante música do Guns N' Roses, “Welcome to the jungle”, usada também no subtítulo do filme, somos inseridos na terra de Jumanji, com florestas densas e criaturas perigosas, além dos inimigos humanos. A diversidade ecológica se mistura à diversidade dos personagens, sendo assim o roteiro acerta um pouco em investir na questão da diversidade na medida em que junta um nerd, uma patricinha que adora exposição, um jogador de futebol popular que não estuda e uma menina estranha e tímida.

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Mommy (Canadá, 2014)
Filmes

Mommy (Canadá, 2014)

Canadá, ano de 2015. Diane Després (Anne Dorval) é surpreendida com a notícia de que seu filho, Steve (Antoine-Olivier Pilon), foi expulso do reformatório onde vive por ter incendiado a cafeteria local e, com isso, provocado queimaduras de terceiro grau em um garoto. Os dois voltam a morar juntos, mas Diane enfrenta dificuldades devido à hiperatividade de Steve, que muitas vezes o torna agressivo. Os dois apenas conseguem encontrar um certo equilíbrio quando a vizinha Kyla (Suzanne Clément) entra na vida de ambos. Dirigido por Xavier Dolan.

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A Janela Secreta (2004)
Filmes

A Janela Secreta (2004)

Mort Rainey (Johnny Depp) é um escritor em crise, que acaba de se separar de sua esposa (Maria Bello) após tê-la flagrado com outro homem. Mort decide se isolar em uma cabana à beira do lago Tashmore, em busca de tranquilidade. Porém lá aparece John Shooter (John Turturro), que começa a atormentá-lo ao acusá-lo seguidamente de plágio.

Paixão a flor da pele (2004)

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Wicker Park (EUA, 2004)
Matthew (Josh Hartnett) é um jovem empresário que acredita ter visto em um café a mulher (Diane Kruger) que foi seu grande amor, que desapareceu misteriosamente há dois anos. Ele decide segui-la, descobrindo aonde ela mora. Esta se torna sua rotina durante vários dias, tornando-se uma obsessão para Matthew reencontrá-la. Um dia ele decide invadir o apartamento dela, para poder esperá-la. Porém o que ele não sabe é que a mulher que segue não é exatamente quem ele pensa ser. Dirigido por John Paul McGuigan.
Você já se apaixonou, não?
Não estamos diante de um filme meramente romântico. Podemos dizer que é um romance dramático que lida com questões comuns e interessantes, que justificam o amor, como o amor à primeira vista, ou as loucuras que podemos fazer quando estamos apaixonados por alguém, inclusive alguém que nem sabe que existimos. Mas o interessante mesmo é a forma como essas coisas vêm à tona, dentro de uma trama com um mistério, onde o quebra-cabeça vai sendo resolvido e revelado ao longo das cenas. Um espectador impaciente e desavisado pode desistir do filme antes da metade, porquê ele começa com muita música e o estilo de filmagem possui bastante sobreposição de cenas, podendo dar a sensação de estarmos numa passagem de um videoclipe ou até em um trailer, com as cenas com música e cortes de tela para mostrar 2 cenas ao mesmo tempo. Mas as coisas melhoram e percebemos que essa técnica é melhor aproveitada para explicar as coisas, principalmente quando uma cena anterior volta a aparecer, só que a vemos de novos ângulos; é uma técnica conhecida e que foi utilizada de forma satisfatória aqui.
Escute, a fala…
‘Quem quer que eu corteje, seria tua esposa’…
Isso define a personagem.
Está apaixonada pelo cara…
e ele pede ajuda para conquistar outra!
Você está aborrecida, confusa,
é doloroso por dentro.
Tem que demonstrar o amor,
mas também a agonia.
Você já se apaixonou, não?”
Tudo fica muito interessante quando surge um novo personagem, a coadjuvante que rouba a cena, interpretada pela atriz Rose Byrne. Ela realmente agrada na interpretação e sua personagem passa a ser tão interessante quanto os protagonistas. A trama viaja entre o passado e o presente, e é legal entendermos, mesmo que isso leve um tempo, como cada personagem chegou ao ponto onde se encontra. Temos, como na vida real, pessoas fragilizadas, que buscam o seu equilíbrio próprio no amor. Além disso, é interessante como o acaso vai surgindo a todo momento, muitas vezes atrapalhando o objetivo dos personagens. É como se houvesse uma batalha entre o acaso e o sentimento, entre o acaso e a intuição.
O título original deste filme de 2004 é uma referência ao local onde o casal principal gostava de se encontrar (Wicker Park), o que nos remete a pensar em casais que têm o seu lugar preferido ou a sua música, como se fossem feitos só para eles. Quem não se lembra de alguém quando revisita algum lugar marcante ou escuta uma certa música?
O filme é uma refilmagem de “L’Appartement” (1996, de Gilles Mimouni) e teve um orçamento de US$ 30 milhões. O restaurante no qual Matt vê Lisa falando ao telefone chama-se Bellucci e, pelo que pode ser interpretado, é uma homenagem à atriz Monica Bellucci, que faz o personagem principal no filme original; o filme conta também com o ator Vincent Cassel. Já li críticas mais a favor do original em relação a este, para quem quiser conferir.
O amor leva você a fazer coisas loucas… insanas…
coisas que você nunca pensaria em fazer.
E aí está você fazendo.
Não pode evitar.”
Quando um romance foge do padrão hollywoodianoe oferece algo mais, como uma boa história, mesmo que sobre temas conhecidos, vale a pena ser conferido. Com certeza quem foi assistir a este sem muita pretensão, se surpreendeu. A trilha sonora do filme é muito interessante e, para provar que as coisas vão melhorando muito do meio para o final, a canção que encerra o filme é “The Scientist”, do Coldplay, música maravilhosa, uma das preferidas de pessoas realmente apaixonadas. Confira a letra depoise busque as semelhanças com o desfecho do filme, que é muito bom, por sinal.
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Fontes:
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Essa adaptação não se propõe a mostrar a vida de Churchill, mas sim um recorte de um momento crítico na história do Reino Unido, num momento histórico dos mais lembrados pela humanidade, a Segunda Guerra Mundial, onde ele assumiu o papel de primeiro-ministro quando os grandes dirigentes do Reino Unido já estavam jogando a toalha e se dando por vencidos pela Alemanha. É interessante e vai na linha do título original do longa “Darkest Hour” (Hora mais escura). Dirigido por Joe Wright.

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O novo filme com Danilo Ferraz é parte da jornada para que o gênero de ação com conteúdo finalmente tenha uma inserção positiva e chegue a um patamar tão merecido no cinema nacional. Como o próprio curta mostra, é possível entregar ação, suspense e levantar questões sociais numa mesma trama em contexto com situações nas quais o brasileiro convive. E tudo isso em apenas 12 minutos! Confira o cartaz oficial do filme em primeira mão aqui no nosso site e uma resenha especial.

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