Respire (França, 2014)
Eu indico Respire (França, 2014) Charlie (Joséphine Japy) tem 17
Eu indico Respire (França, 2014) Charlie (Joséphine Japy) tem 17
Eu indico Le Petit Nicolas (França, 2009) Nicolau (Maxime
Eu indico Our Hospitality (EUA, 1923) Por volta de 1830,

Chappie (EUA, 2015)
Em um futuro próximo, uma opressiva força policial mecanizada é encarregada de patrulhar as ruas e controlar o crime em Joanesburgo, África do Sul. Um dos androides da força policial é roubado e reprogramado com o intuito de ser utilizado como arma pelos criminosos. Ao ser reprogramado, o androide se torna Chappie, o primeiro robô com capacidade de pensar e sentir por si mesmo. Isso faz com que forças poderosas e destrutivas comecem a ver Chappie como uma ameaça para a humanidade e para a ordem pública, e elas farão de tudo para garantir que Chappie seja destruído. Dirigido por Neill Blomkamp.
CHAPPiE:
Em 2004 foi lançado um curta-metragem chamado “Tetra Vaal”, do próprio diretor deste filme, Neill Blomkamp. Este então foi a base para o diretor escrever, juntamente com Terri Tatchell, o roteiro do filme Chappie.
A captura de voz e movimento do robô, que é nosso grande protagonista, foi feita utilizando o ator Sharlto Copley. Podemos dizer que a atuação do ator-robô é a melhor do filme. O grande elemento é justamente a humanização do robô, desde gestos e comportamentos, até gírias. É tão bem trabalhado que esquecemos estar diante de uma máquina “pensante”. Os personagens secundários ajudam, principalmente os pais “adotivos” de Chappie. A mãe, por exemplo, se comporta de forma bem sentimental para com ele, os dois então criam um laço “de sangue” muito forte.
É o terceiro longa-metragem de Blomkamp como diretor, que tem em seu currículo “Distrito 9” (2009) e “Elysium” (2013). Podemos perceber algumas semelhanças entre os três filmes, então parece que este é um estilo no qual o diretor quer investir. Assim como no excelente “Distrito 9”, logo no início nos deparamos com pessoas, especialistas, dando entrevistas à TV sobre a situação. Estamos em 2016 e robôs pré-programados estão substituindo e auxiliando a polícia em Joanesburgo. Este começo já maximiza o nível de realismo do filme, menos do que em “Distrito 9”, porém mais plausível porque o foco não está em alienígenas, mas em máquinas criadas pelo homem.
Sendo uma máquina evoluída, com grande capacidade de processamento e inteligência artificial, Chappie aprende muito rápido. É muito interessante acompanharmos sua evolução, inclusive emocional. A influência do meio onde vive, um gueto, com pais traficantes e excluídos da sociedade, o faz tomar um caminho inicial tortuoso. As primeiras aventuras do robô são exibidas em cenas engraçadíssimas, que superam de longe muitos filmes de comédia. A idéia das correntes no pescoço é divertida e, ao mesmo tempo, genial.
Hugh Jackman faz o antagonista, mas quase fica esquecido diante do nosso carismático protagonista, um robô. Chappie luta por conquistar uma identidade e ainda vai aprender sobre a ética e a justiça. Mas ele está no meio de um grupo de excluídos, no lixo da África. O cenário é de fábricas e prédios abandonados, favelas habitadas.
Não estamos diante de novidade alguma, é mais um filme de ficção com o tema inteligência artificial, tal como o maravilhoso “A.I. Inteligência Artificial” (2001), de Steven Spielberg. Entretanto, o filme Chappie consegue humanizar tanto a máquina pensante, focando no emocional e na linguagem corporal, que conquista seu lugar entre os melhores filmes do gênero. Mais ainda, nos apresenta um final não convencional e bem interessante, para refletir.
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Fontes:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Chappie
http://omelete.uol.com.br/filmes/criticas/chappie/
Franco Zefirelli dirige esse clássico que conta a história de Jesus desde sua humilde origem, como filho de Deus. Sua viagem inclui o Sermão no Montes das Oliveiras, as Tentações de Satanás, a escolha dos Doze Apóstolos, a Última Ceia, a Crucificação e a Ressurreição.
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