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Mommy (Canadá, 2014)
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Mommy (Canadá, 2014)

Canadá, ano de 2015. Diane Després (Anne Dorval) é surpreendida com a notícia de que seu filho, Steve (Antoine-Olivier Pilon), foi expulso do reformatório onde vive por ter incendiado a cafeteria local e, com isso, provocado queimaduras de terceiro grau em um garoto. Os dois voltam a morar juntos, mas Diane enfrenta dificuldades devido à hiperatividade de Steve, que muitas vezes o torna agressivo. Os dois apenas conseguem encontrar um certo equilíbrio quando a vizinha Kyla (Suzanne Clément) entra na vida de ambos. Dirigido por Xavier Dolan.

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Oito Mulheres e um Segredo (2018)
Filmes

Oito Mulheres e um Segredo (2018)

Essa é uma sequência da trilogia com George Clonney e Brad Pitt, que começou com o filme de 2001, uma ótima nova versão do clássico Onze Homens e um Segredo de 1960 (com Frank Sinatra e dirigido por Lewis Milestone). Só que agora temos personagens mulheres estrelando mais um grande roubo. Dirigido por Gary Ross.

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A Qualquer Custo (2016)
Filmes

A Qualquer Custo (2016)

Dois irmãos, um ex-presidiário e um pai divorciado com dois filhos, estão para perder a fazenda da família no oeste do Texas e decidem assaltar bancos como uma chance de se restabelecerem financeiramente. Só que, no caminho, a dupla se cruza com um delegado, que tudo fará para capturá-los. Dirigido por David Mackenzie.

Os Filhos da Meia-Noite (Midnight’s Children, 2012)

Eu indico
Midnight’s Children (Canadá / Reino Unido, 2012)
Em 15 de agosto de 1947, a Índia conquistou a sua independência. Neste exato momento, à meia-noite, nasceram duas crianças em uma maternidade. No entanto, uma enfermeira decidiu trocá-los: Saleem, filho indesejado de uma mãe pobre, foi criado no lugar de Shiva, o filho biológico de um casal rico. A história dos dois garotos será para sempre ligada ao destino político do país, principalmente quando a Índia entra em guerra, e eles se encontram em lados opostos na batalha. Dirigido por Deepa Mehta.
Índia:
O roteirista e narrador deste filme é o próprio Salman Rushdie, escritor do livro “Os filhos da meia-noite”, um romance de 1980 que venceu alguns prêmios importantes, como o de melhor livro publicado durante os primeiros 25 anos do mais importante prêmio literário britânico. A direção ficou por conta de Deepa Mehta, indiana radicada no Canadá, duas vezes indicada ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro por “Terra” (1998) e “Água” (2005).
A história da Índia no século XX é mostrada através de uma saga rodeada de momentos fantásticos, seus eventos históricos significativos se misturam com a dramatização vivida pelos diferentes personagens e pelos momentos míticos que ressaltam a cultura indiana, e assim temos uma aula de conhecimentos sobre a história da Índia. Um visual deslumbrante e, provavelmente, realista, desde as grandes mansões, até as favelas.
O muçulmano Salim Sinai narra sua história desde 1919, antes até de seu nascimento (o que já dura quase meia hora de filme), mostrando a forma inusitada como seus avós e pais se conheceram e os eventos que levaram ao seu nascimento que, como se não bastasse, ocorreu em Bombaim à meia-noite de 15 de agosto de 1947, no instante em que a Índia se tornava uma nação independente. Acredita-se que todos os mil e um indianos nascidos entre a meia-noite de 15 de agosto e a uma hora da madrugada de 16 de agosto de 1947 desenvolveram poderes extraordinários. Eles são capazes de se encontrar mesmo estando em lugares diferentes e, a partir disso, a história toma rumos interessantes.
Giles Nuttgens fica a frente da fotografia do filme, o que parece ter feito toda a diferença, até porque foi filmado no Sri Lanka e envolveu mais de 600 lugares, e sua competência em apresentar as cenas bem posicionadas e o uso das cores foi comprovada. Junto com isso, a produção e direção de arte, inclusive trilha sonora, ajudam a enaltecer o exotismo da Índia. Não tem como não recordar, então, do maravilhoso “Passagem para a Índia” (1984), dirigido por David Lean, e que também conta a história da Índia e mostra o choque cultural entre estrangeiros e habitantes locais.
Com certas pitadas de humor que não chegam a tirar a seriedade do filme, assim como os momentos mágicos, os personagens dão uma lição de convivência, amor e laços verdadeiros; movidos pelo amor, quebram e superam barreiras e tradições de laços sanguíneos – quando pais assumem como filhos crianças que não são suas, assim como quando presenciamos o amor além da questão do sexo.
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Fontes:
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Este filme foi ousado em reinventar uma das cenas mais fortes do livro (e do primeiro filme), que envolve a primeira catástrofe para a família. Isso ficou interessante e manteve a lógica. Outro ponto positivo foi a atuação de John Lithgow como o velho Jud Crandall, personagem chave com garantia de grandes momentos em tela graças ao ator consagrado. A garotinha Ellie, interpretada pela Jeté Laurence, também está boa no papel. Uma das cenas mais legais envolve os dois, é pesada e bem parecida com a cena do livro. Boa sorte!

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Juan (Alexis Díaz de Villegas) é um sujeito de 40 anos especializado na arte de não fazer nada. Um dia, se depara com uma misteriosa infecção que está transformando os habitantes de Havana em mortos-vivos. Como um bom cubano, decide começar um negócio ao lado do amigo Lazaro (Jorge Molina) para tirar vantagem da situação. Eles se especializam em assassinar zumbis e trabalham com o slogan "Matamos seus entes queridos". O negócio acaba sendo afetado com o crescimento constante do número de infectados. Dirigido por Alejandro Brugués.

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