Search

Você pode gostar disso:

Cult Drama Favoritos Filmes

Crimes Ocultos (Child 44, 2015)

Eu indico Child 44 (EUA / República Tcheca / Reino

Pouco dinheiro para ir ao cinema? Dicas para ter desconto!
Cult Drama Favoritos Filmes

Pouco dinheiro para ir ao cinema? Dicas para ter desconto!

Em tempos de crise, quem é viciado em cinema não necessariamente precisa reduzir a frequência para economizar grana. Nada de falsificar carteira ou comprovante de matrícula estudantil. Veja algumas formas de conseguir descontos nos cinemas sem gastar alto, todas dentro da legalidade.

coolstarangrypunk
Poltergeist: O Fenômeno (1982)
Cult Drama Favoritos Filmes

Poltergeist: O Fenômeno (1982)

Uma típica família americana vive o famoso sonho americano, moram na casa dos sonhos, numa cidade pequena e com espaço para uma piscina. Mas logo a família Freeling começa a presenciar fenômenos psíquicos, que a princípio parecem ser inofensivos, mas que cada vez se tornam mais aterrorizantes até que uma entidade “sequestra” a pequena Carol Anne (Heather O'Rourke) e tudo vira um inferno.

confusedcryingstar

Mommy (Canadá, 2014)

Mommy (Canadá, 2014)

Canadá, ano de 2015. Diane Després (Anne Dorval) é surpreendida com a notícia de que seu filho, Steve (Antoine-Olivier Pilon), foi expulso do reformatório onde vive por ter incendiado a cafeteria local e, com isso, provocado queimaduras de terceiro grau em um garoto. Os dois voltam a morar juntos, mas Diane enfrenta dificuldades devido à hiperatividade de Steve, que muitas vezes o torna agressivo. Os dois apenas conseguem encontrar um certo equilíbrio quando a vizinha Kyla (Suzanne Clément) entra na vida de ambos. Dirigido por Xavier Dolan.

Wonderwall:

Se eu pudesse decidir pelos indicados ao próximo Oscar de filme estrangeiro, com certeza este estaria na frente. Premiado pelo júri no último Festival de Cannes, o jovem diretor Xavier Dolan, com 25 anos de idade, assume a direção, roteiro, produção, edição e cuida do figurino, com uma temática séria e realista, e ainda introduzindo certa ficção, já que o filme se passa num futuro próximo, só que bem próximo (em 2015), no qual a lei canadense permite que os pais, em caso de problemas com os filhos, possam livremente interná-los em hospitais públicos, sem burocracia. Essa é a premissa para mostrar a conturbada relação de Diane Després (Anne Dorval), mãe solteira, com seu filho Steve (Antoine-Olivier Pilon), este último com forte distúrbio comportamental, denominado TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade), um personagem que vai nos preocupar e até nos divertir. A relação entre eles começa a melhorar quando conhecem a vizinha, professora, Kyla (Suzanne Clément) que, apesar de dar um equilíbrio aos dois, não consegue um equilíbrio dentro da própria casa. Sabemos que a lei está vigente e acompanhamos a relação entre mãe e filho, então o expectador atento vai ficar na expectativa sobre as decisões da mãe.

As interpretações realistas e intensas dos três atores principais é um ponto alto do filme, mas existe uma particularidade neste que, além de original, ficou muito bem encaixada na proposta: o formato de tela. Expectadores desatentos ou pouco informados vão reclamar de alguma falha na projeção (ocorreu na sessão de cinema na qual estive). O diretor decidiu utilizar o formato 1:1, tela quadrada, quando estamos acostumados com a tela retangular. Dessa forma, podemos nos sentir um pouco desconfortáveis, com sensação de aperto, entretanto esse artifício foi proposital, é só assistir para conferir (para quem precisar, ou não tiver a oportunidade de assistir, confira o SPOILER sobre a tela, mais abaixo).

A trilha sonora, passando por Dido, Oasis, Counting Crows e Beck, é fantástica, ainda mais quando aparece “On Ne Change Pas” (“Nós Não Mudamos”, cantada por Celine Dion) interpretada numa cena pelos três personagens, de forma divertida, em seu ambiente particular, esquecendo o resto do mundo que, como dito por Diane Després, é um mundo com pouca esperança e expectativas ruins.

A tela e a música “Wonderwall” do Oasis – SPOILER:

O formato da tela muda no decorrer da história, em momentos diferentes, representando a sensação de liberdade, felicidade ou leveza que os personagens sentem naquele instante. Particularmente, a primeira cena na qual a tela estica é fenomenal, até porque ocorre ao som de “Wonderwall” do Oasis, umas das minhas músicas preferidas. A forma como a tela abre é como se fosse forçada pelo personagem Steve, quando este abre os braços “empurrando” a imagem da tela. Para personagens que possuem uma difícil realidade, a tela abre em momentos de grandes esperanças, sonhos e melhores expectativas. Bem original e no momento certo, gerando uma sensação de agradável surpresa em expectadores apaixonados.

__________________________________
Fontes:
http://www.adorocinema.com/filmes/filme-223002/criticas-adorocinema/
http://odia.ig.com.br/diversao/2014-12-11/ricardo-cota-em-cartaz-um-dos-melhores-filmes-do-ano-mommy.html

Tags Relacionadas Cannes, crítica, Oasis, Olivier Pilon, resenha, Wonderwall, Xavier Dolan
Próximo post Post anterior

Você pode gostar disso:

clownsecret
A primeira vez do cinema brasileiro (Brasil, 2012)
Filmes

A primeira vez do cinema brasileiro (Brasil, 2012)

O documentário parte do filme “Coisas Eróticas”, primeiro longa-metragem de sexo explícito lançado no país, em 1982. Há pouco mais de trinta anos atrás a fita rodava nas principais salas de cinema do Brasil, causando alvoroço no público em plena ditadura militar. Recheado de curiosidades e polêmicas, o filme marcou a produção cinematográfica da época para o bem e para o mal, figurando até hoje entre as quinze maiores bilheterias nacionais de todos os tempos. Dirigido por Bruno Graziano, Denise Godinho e Hugo Moura.

laughingpunk
Águas rasas (2016)
Terror

Águas rasas (2016)

Nancy (Blake Lively) é uma jovem médica que está tendo de lidar com a recente perda da mãe. Seguindo uma dica sua, ela vai surfar em uma paradisíaca praia isolada, onde acaba sendo atacada por um enorme tubarão. Desesperada e ferida, ela consegue se proteger temporariamente em um recife de corais, mas precisa encontrar logo uma maneira de sair da água. Dirigido por Jaume Collet-Serra.

Filmes

As Aventuras de Tintim: O Segredo do Licorne

Eu indico The Adventures of Tintin: The Secret of the

1 Comentário

Deixe seu comentário