Era uma Vez em… Hollywood (2019)
Tarantino nos joga na Hollywood do final da década de 1960 num filme que é muitas coisas, inclusive um filme pessoal, pois nesta época ele tinha 6 anos de idade e já admirava a Hollywood que enxergava.
Tarantino nos joga na Hollywood do final da década de 1960 num filme que é muitas coisas, inclusive um filme pessoal, pois nesta época ele tinha 6 anos de idade e já admirava a Hollywood que enxergava.
Ren McCormick é um rapaz criado na cidade grande que se muda para uma cidade pequena do interior. Disposto a organizar um baile de formatura, Ren acaba descobrindo que dançar não é permitido na cidade. Apaixonado por música, Ren decide lutar pela restauração da dança na cidade e, em meio a isso, acaba conquistando o coração de Ariel Moore. Entretanto, Ariel é a filha do conservador reverendo Shaw Moore, responsável pelo banimento da dança na cidade, em virtude da morte de seu filho. A versão original (1984) foi dirigida por Herbert Ross e a versão de 2011 por Craig Brewer.
Dirigido por David F. Sandberg, Shazam! vem com um tom despretensioso e muitas piadas inclusive com outros personagens importantes como Batman e Superman. Meio à parte do clima obscuro da maioria dos filmes anteriores, mas podemos dizer que a introdução do Shazam nesse universo veio para somar.

The Favourite (2018)
Estamos na época das grandes premiações e este filme tem ficado em destaque, com mérito. O diretor grego Yorgos Lanthimos já trouxe outras produções fortes e criativas que incomodaram e conquistaram muitos espectadores, como O Lagosta (2015) e O Sacrifício do Cervo Sagrado (2017). Agora ele nos mergulha nos bastidores da realeza britânica neste drama de época que se passa no século XVIII. Aqui também ele nos deixa intrigados e muitas vezes inertes defronte a tela.
A guerra contra a França deixa a realeza britânica preocupada e isso reflete também nas atitudes da rainha Anne (Olivia Colman), que está em foco nesta trama. Imagine então Rachel Weisz e Emma Stone numa luta pela atenção da rainha, já que ambas querem ser a favorita. A disputa vira uma guerra entre as duas com boas reviravoltas, misturando bajulação, manipulação e sedução, inteligência e intrigas. A primeira faz uma personagem fria e estrategista, daquelas que tratam a criadagem com crueldade. A segunda vai se revelando aos poucos como mais uma usurpadora fria e calculista. Assim, com maestria o diretor inverte a nossa empatia para com as personagens enquanto elas invertem a posição perante a realeza.
“Às vezes, uma dama precisa se divertir”
Com tudo isso, quem surpreende mesmo é a própria rainha, insegura, pressionada pela iminente guerra, piorando seu estado de saúde física e mental, com tendências homossexuais e manias. Olivia Colman tem a sua melhor atuação e provavelmente é a maior atriz do ano, mesmo contracenando com as outras duas que são bem populares e já possuem sua cota de premiações. A rainha Anne é histérica e ao mesmo tempo carente, abusa do poder e demostra várias manias (um exemplo é a criação de coelhos no próprio quarto real como se fossem seus filhos, algo que vai se conectar com o passado dela num dos momentos onde podemos sentir pena da personagem). Colman tem o papel mais difícil no filme e, junto com as outras duas gigantes, existe uma disputa de quem de fato é principal e quem é coadjuvante.
“E se eu dormir e escorregar?”
Numa divisão em capítulos com frases norteadoras que vão aparecer nas cenas, o diretor mergulha a gente no lado mais podre da realeza, com extravagâncias suficientes para gerar aversão, passando para uma decadência de seus personagens, juntando com uma trilha sonora de batidas incessantes e piano inquietante (típico do diretor). O humor é ácido, sarcástico, numa trama bem bolada com muita política.
Após a morte de um amigo, Bob Garfield visita sua cidade quando era uma criança e começa a relembrar seu passado. Nessa época, quando tinha apenas 11 anos, apareceu em sua vida um senhor misterioso chamado Ted Brautigan. Entretanto, é com a amizade e atenção de Ted que Bobby aprende a ter uma outra visão de seu falecido pai, bem como as possibilidades que a vida lhe oferecia na época. Escrito por William Goldman e dirigido por Scott Hicks.
O documentário parte do filme “Coisas Eróticas”, primeiro longa-metragem de sexo explícito lançado no país, em 1982. Há pouco mais de trinta anos atrás a fita rodava nas principais salas de cinema do Brasil, causando alvoroço no público em plena ditadura militar. Recheado de curiosidades e polêmicas, o filme marcou a produção cinematográfica da época para o bem e para o mal, figurando até hoje entre as quinze maiores bilheterias nacionais de todos os tempos. Dirigido por Bruno Graziano, Denise Godinho e Hugo Moura.
Após a morte de sua esposa, o fotógrafo Fernando torna-se um homem calado e introspectivo. Ele vive cercado de objetos pessoais da falecida até descobrir, em uma fita VHS, uma surpresa que coloca em dúvida o amor da esposa por ele. A partir de então Fernando decide investigar a verdade por trás destas imagens.
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