Eva – Um Novo Começo (“Eva”, Espanha, 2011)
Eu indico Eva (Espanha, 2011) Em 2041, os seres humanos
Eu indico Eva (Espanha, 2011) Em 2041, os seres humanos
Um dos primeiros grandes filmes de gângster do cinema. James Cagney interpreta o jovem advogado criminalista, Brick Davis, que tenta resistir a tentações do mundo do crime, embora sua educação tenha sido paga por um gângster. Sua vida dá uma reviravolta quando um amigo e agente federal tenta recrutá-lo para o FBI, e é assassinado por um gângster. Dirigido por William Keighley.

Beautiful Boy (EUA, 2010)
A jornada de um casal que tenta desesperadamente encontrar alguma explicação, depois de descobrir que seu único filho cometeu um assassinato em massa dentro de sua universidade e depois se suicidou. O filme mostra como eles lidam com a realidade de ter o único filho morto e visto por todos como um assassino cruel. Dirigido por Shawn Ku.
Bill e Kate formam um casal que vive um relacionamento convencional. Nas cenas iniciais com o casal percebe-se um relacionamento que caiu numa rotina não muito agradável, ele janta sozinho ao mesmo tempo em que ela trabalha em casa, revisando um roteiro literário. O diálogo entre o casal é comum e logo chegam a uma discussão. O casal parece nem dormir na mesma cama. Após a notícia, o filme passa a mostrar o processo de luto do casal, que passam a ser as grandes vítimas, já que só eles choram pelo assassino e sofrem as conseqüências: assédio da mídia, problemas com colegas de trabalho, afastamento de parentes, julgamento da sociedade.
O foco do filme é o casal, o outro lado da notícia. Tanto que tudo que sabemos é exatamente o que o casal sabe, nem ao certo explica-se o que levou o filho a cometer os assassinatos, pois o casal evita assistir às notícias e à gravação feita pelo filho. É genial a ideia no filme de não buscar explicar a situação e sim mostrar o lado humano vivido pelos dois. E como, no final das contas, eles só têm um ao outro, isso torna o relacionamento mais unido. Interessante também foi mostrar as poucas pessoas que acabam despertando sentimento de afeto ou pena pelo casal, como o irmão da Katie e o senhor que trabalha no hotel onde o casal passa um tempo refugiado (o mesmo que antes de conhecer Bill de perto, estava criticando o filho dele e o próprio casal). O filme começa e termina com a narração de uma poesia feita pelo garoto, que pode ser associada ao sentimento de perda do casal.
Maria Bello e Michael Sheen fazem um papel sensacional, deixando o filme mais realista, até porque muitas cenas mostram o rosto do casal (tem uma na qual eles estão no banco traseiro de um carro, e a câmera mostra através do retrovisor interno o casal lado a lado e, depois, as mãos se unindo). Mas a minha atenção maior foi para o Michael Sheen, que pode até não receber alguma indicação, mas merece uma oportunidade de protagonizar mai um papéis dramáticos, pois ele arrasou aqui.
Eu indico Kaze Tachinu (Japão, 2014) Jiro Horikoshi vive em
Rami Malek é o ator do ano! O cara está tão bom que chega a assustar. Ele canta em algumas cenas, mas é no grande palco que se torna a encarnação de Freddie Mercury, principalmente no clímax do filme, cantando ou dublando e se mexendo daquele jeito, com toda a performance do artista a ponto de chegarmos a acreditar que estamos assistindo a um show do Queen no telão, para só depois despertarmos e percebermos que é uma encenação. A respeito do artista Freddie Mercury e da banda Queen, Bryan Singer faz bonito demais e celebra de forma emocionante a trajetória da banda, tendo o Freddie Mercury como principal na história.
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