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Um grupos de amigos americanos, entre eles um casal com a relação desequilibrada, viajam para conhecer uma pequena vila sueca. No entanto, à medida que o tempo passa, o grupo começa a desconfiar quando os cultos da comunidade começam a se tornar mais aparentes. Dirigido por Ari Aster, o mesmo de Hereditário (2018).

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É uma adaptação bem fiel ao livro de Agatha Christie, sendo assim não chega a trazer novidades para quem leu o livro ou assistiu ao primeiro filme. Foi uma escolha de roteiro sem riscos, neste caso pode ter sido a melhor escolha. Como investigação e suspense funciona muito bem e ressalta temas bem presentes nas obras da escritora, como tradição, vingança, poder e justiça. Destaque para Kenneth Branagh que dirige o filme e interpreta o detetive Hercule Poirot.

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Stephanie (Anna Kendrick) é uma jovem mãe que divide o tempo entre a criação do filho e o trabalho como vlogueira. Quando sua melhor amiga Emily (Blake Lively) desaparece, ela parte em uma jornada para descobrir a verdade por trás do ocorrido. Dirigido por Paul Feig.

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G-Men Contra o Império do Crime (“G” Men, EUA, 1935)

“G” Men (EUA, 1935)

James Cagney interpreta o jovem advogado criminalista, Brick Davis, que tenta resistir a tentações do mundo do crime, embora sua educação tenha sido paga por um gângster. Sua vida dá uma reviravolta quando um amigo e agente federal tenta recrutá-lo para o FBI, e é assassinado por um gângster. Dirigido por William Keighley.

Os homens do FBI contra o crime organizado:
James Francis Cagney Jr. foi um renomado ator norte-americano, que teve o privilégio de participar dos primeiros grandes filmes de gângster do cinema. Com isto estabeleceu um papel típico de gângster violento em filmes como Inimigo Público (1931), Fúria Sanguinária (“White Heat”, 1949) e Anjos da Cara Suja (1938). Entretanto, neste filme “G” Men ele interpreta o mocinho que fica famoso ao enfrentar corajosamente os gângsters do momento.
G-Men Contra o Império do Crime apresenta os principais elementos que servem de inspiração para filmes de gângster que perduram até hoje, como bandidos que desde criança são assediados a entrar no mundo do crime, chefões poderosos que aproveitam uma vida de poder e luxo, a dificuldade do FBI em combater o crime organizado, alguns sacrifícios pessoais para mudar este cenário, assim como a presença marcante da metralhadora Thompson. Na época, este filme foi original por focar o lado dos mocinhos, neste caso do FBI, em seus primeiros anos. O senso e vontade de combater o crime organizado exalta do personagem Brick Davis (interpretado por Cagney) depois de alguns acontecimentos, e logo este se mostra útil às investigações – com sua capacidade lógica de análise – e também não exita em partir para a ação. Um personagem incorruptível e atendo à lei. As situações enfrentadas por ele nos mostram a imagem pública adotada pelo FBI na guerra contra o crime.
Parece que é apenas uma lenda o fato de que os agentes do FBI eram chamados de “G” Men, a partir do fato de que um bandido assustado, chamado George “Machine Gun” (metralhadora em português) Kelly, gritou para os agentes não atirarem nele. Com esta lenda, foram criados filmes, histórias em quadrinhos e novelas para promover o FBI. Outra explicação é que “G” Men significa “Homens do Governo”.
Não podemos deixar de mencionar que antes deste, o filme “Little Caesar” (1931) fez grande sucesso. Posteriormente muitos filmes do gênero surgiram, como Scarface em 1983. Mas este aqui é um bom retrato filmado da guerra contra o crime declarada pelo governo, diante das quadrilhas de gângsters quase onipotentes que assolavam o país. Teve uma das mais altas bilheterias do ano e deve ser conferido pelos fãs do gênero.

Cabe complementar que este eclético ator (James Cagney) chegou a atuar como dançarino e sapateador na Broadway e em Nova Orleans, na década de 1920. Fundou uma produtora em 1942 e dirigiu um filme em 1957 (“Short Cut to Hell”), além de ter sido presidente e um dos fundadores do Sindicato dos Atores entre 1942 e 1944. Depois de vinte anos fora das telas, ele retornou em 1980 para viver um chefe de polícia em Na Época do Ragtime (“Ragtime”), do diretor Milos Forman.

__________________________________
Fontes:
http://pt.wikipedia.org/wiki/G_Men
http://pt.wikipedia.org/wiki/James_Cagney
http://orescator.blogspot.com.br/2011/03/os-dez-maiores-mitos-do-fbi.html

Tags Relacionadas clássico, crítica, FBI, gângster, James Cagney, policial, resenha
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