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Este filme foi ousado em reinventar uma das cenas mais fortes do livro (e do primeiro filme), que envolve a primeira catástrofe para a família. Isso ficou interessante e manteve a lógica. Outro ponto positivo foi a atuação de John Lithgow como o velho Jud Crandall, personagem chave com garantia de grandes momentos em tela graças ao ator consagrado. A garotinha Ellie, interpretada pela Jeté Laurence, também está boa no papel. Uma das cenas mais legais envolve os dois, é pesada e bem parecida com a cena do livro. Boa sorte!

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Eu indico Argo (EUA, 2012) Baseado em fatos reais, acompanha

Filmes rodados no interior de Minas Gerais (Ouro Preto e redondezas)
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Em nossa última viagem, estivemos no interior de Minas Gerais, principalmente em Ouro Preto. Após conversa com guias locais e um pouco de pesquisa, felizmente descobrimos que alguns filmes foram rodados nessa região, filmes raros que mostram nossa história e cultura. Confiram!

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Brightburn – Filho das Trevas (2019)

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O que mais chama a atenção no trailer de Brightburn é a semelhança com a história do Superman, principalmente a infância do Homem de Aço. Não chega a ser uma paródia pois não estamos numa releitura cômica, mas sim num filme de terror com ficção. Uma coisa é certa: a semelhança não tem como ser coincidência. É como ver o Superman chegar na Terra e acabar indo para o lado negro da força. O título do filme é o nome da cidade no Kansas onde a criança vinda do espaço cai e é acolhida por um casal, assim como a série Smallville que possui também o nome da cidade onde Kal-El cresceu.

Mesmo não assumindo a referência, a inversão do papel aqui é bem interessante e o filme entrega algumas cenas fortes de horror. Também discute, pontualmente, como é complicado criar um filho, principalmente um que possui habilidades especiais, e que nem sempre o desvio dos filhos acaba sendo culpa dos pais. Nos dias de hoje é ainda pior, qualquer castigo acaba sendo julgado como violência dos próprios pais. Um dos personagens fala em dado momento algo neste sentido: “Antigamente eu tomaria uma surra de meu pai se fizesse algo assim”.

Mesmo não explicando algumas coisas, o roteiro acerta na formação da versão maléfica do garoto Brandon Breyer (Jackson A. Dunn), inclusive na parte visual, quando simula uma vespa, animal no qual o garoto demostra certo fascínio quando compara com as abelhas. Ficou bem legal o “uniforme” improvisado dele, até com capa vermelha mas com uma máscara sinistra e dando um ar de vilão sinistro. Outro detalhe legal são as cenas nos créditos finais em formato de noticiário, dando um certo realismo, assim como a música no final com o trecho “I’m a bad guy“. Com grandes poderes, podem vir grandes catástrofes.

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Corra! (“Get Out”, 2017)
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Uma mistura dos melhores episódios de Black Mirror, Westworld e Além da Imaginação. Com o perdão da repetição, “corra” para ver! Chris (Daniel Kaluuya) é jovem negro que está prestes a conhecer a família de sua namorada Rose (Allison Williams). A princípio, ele acredita que o comportamento excessivamente amoroso por parte da família dela é uma tentativa de lidar com o relacionamento de Rose com um rapaz negro, mas, com o tempo, Chris percebe que a família esconde algo muito mais perturbador. Escrito e dirigido por Jordan Peele.

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Bumblebee (2018)
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Nosso Yellow Beattle, o fusquinha amarelo, alienígena e robô está demais! As primeiras reações na Internet elogiaram o filme e o consideram o melhor da franquia Transformers. A interação entre Charlie e Bumblebee tem momentos engraçados, sem passar do ponto, é comovente e trata essencialmente do amadurecimento dos dois, cada um a sua maneira e ajudando um ao outro. Para nossa alegria, se passa na década de 80 e faz referências fabulosas à essa época. Dirigido por Travis Knight.

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