Tarde demais (“The Heiress”, EUA, 1949)
Eu indico The Heiress (EUA, 1949) Catherine (Olivia de Havilland),
Eu indico The Heiress (EUA, 1949) Catherine (Olivia de Havilland),
Frances (Greta Gerwig) divide um apartamento em Nova York com Sophie (Mickey Sumner), sua melhor amiga. Brincalhona e com ar de quem não deseja crescer, ela recusa o convite do namorado para que more com ele justamente para não deixar Sophie sozinha. Entretanto, a amiga não toma a mesma atitude quando surge a oportunidade de se mudar para um apartamento melhor localizado. A partir de então Frances parte em busca de um novo lugar, já que ela é apenas aluna em uma companhia de dança. Mesmo diante das dificuldades, Frances tenta manter o alto astral diante dos problemas que a vida adulta traz. Dirigido por Noah Baumbach.
Em um mundo tão real quanto fictício, Horácio procura sua verdade. Assim, aprende a dar espaço a seu desejo, em uma história em que a comédia se cruza com a melancolia. Dirigido por Eduardo Albergalia e escrito em parceria com Carlos Thiré, Ana Cohan e Fernando Velasco, esse filme parece ter saído de uma história de Nelson Rodrigues.

Ajeossi (Coreia do Sul, 2010)
O filme segue a história de um misterioso homem que parte em busca de sua vizinha, uma criança que foi raptada por traficantes de órgãos. Escrito e dirigido por Lee Jeong-beom.
Ação coreana:
Prova viva de que os coreanos estão sabendo fazer bons filmes de ação. Com o título “O Homem de lugar nenhum”, o qual caracteriza bem o personagem principal, este filme possui uma boa dose de tiroteio, lutas marciais e também apresenta uma interessante trama. Cha Tae Sik (Bin Won) é misterioso, fechado, de poucas palavras, o tipo de pessoa que evita a convivência. Logo vemos que existe um trauma de passado que justifica sua postura. Apesar de sua experiência como agente especial, com sua carga de mortes, ele não costuma se meter nos problemas dos outros. Até que um grupo de traficantes de órgãos leva a sua provável única amiga, a pequena vizinha So-mi (Sae-ron Kim). Uma carga dramática pode ser percebida no seu relacionamento com a garotinha, que consegue algo raro do personagem principal, sua simpatia e amizade. Quando mexem com a sua única ligação sentimental com o mundo, ele resolve agir e quem quiser que fique no caminho.
Apesar de não ser uma proposta original, o filme conquista pela ação e pela forma como mostra a relação dos dois. Ela chamando ele de “tio” (que é o título original em coreado: “Ajeossi”), uma mania que as crianças orientais têm de chamar pessoas mais velhas. Ao contrário do protagonista, ela é divertida e busca de todas as formas uma proximidade com ele. Em pequenos gestos percebemos como ele gosta da garota. Além disso, muitos espectadores vão gostar de ver a máfia chinesa sendo disseminada na Coreia do Sul, depois de tentar o comércio ilegal de órgãos com a pessoa errada.
Extremamente talentoso mas muito tímido, o pianista prodígio Reginald Dwight muda seu nome para Elton John e torna-se uma estrela da música de renome internacional durante os anos 1970. Dirigido por Dexter Fletcher.
Rami Malek é o ator do ano! O cara está tão bom que chega a assustar. Ele canta em algumas cenas, mas é no grande palco que se torna a encarnação de Freddie Mercury, principalmente no clímax do filme, cantando ou dublando e se mexendo daquele jeito, com toda a performance do artista a ponto de chegarmos a acreditar que estamos assistindo a um show do Queen no telão, para só depois despertarmos e percebermos que é uma encenação. A respeito do artista Freddie Mercury e da banda Queen, Bryan Singer faz bonito demais e celebra de forma emocionante a trajetória da banda, tendo o Freddie Mercury como principal na história.
Eu indico The Invisible Man (EUA, 1933) Jack Griffin (Claude
[…] – O Homem de Lugar Nenhum […]