As Sete Faces de Dr. Lao (“7 Faces of Dr. Lao”)
Eu indico As Sete Faces de Dr. Lao (EUA, 1964)
Eu indico As Sete Faces de Dr. Lao (EUA, 1964)
Ren McCormick é um rapaz criado na cidade grande que se muda para uma cidade pequena do interior. Disposto a organizar um baile de formatura, Ren acaba descobrindo que dançar não é permitido na cidade. Apaixonado por música, Ren decide lutar pela restauração da dança na cidade e, em meio a isso, acaba conquistando o coração de Ariel Moore. Entretanto, Ariel é a filha do conservador reverendo Shaw Moore, responsável pelo banimento da dança na cidade, em virtude da morte de seu filho. A versão original (1984) foi dirigida por Herbert Ross e a versão de 2011 por Craig Brewer.
Eu indico Eva (Espanha, 2011) Em 2041, os seres humanos

En man som heter Ove (Suécia, 2015)
À primeira vista, Ove é o típico rabugento da terceira idade. Morando em um pequeno condomínio de casas no interior da Suécia, o senhor de quase 60 anos se irrita com todos os atos dos vizinhos, que segundo ele, não fazem nada certo. Sem motivações após a morte da mulher e surpreendido por uma demissão após quatro décadas de dedicação ao trabalho, Ove resolve dar um fim a sua vida, mas a chegada de novos vizinhos acaba mudando isso. Uma história que nos ajuda a relembrar que a gentileza, o amor e a felicidade podem ser encontrados nos lugares mais inesperados. Dirigido por Hannes Holm.
Ove:
Esse ano o Oscar indicou três dramas e duas comédias para concorrer a melhor filme estrangeiro. Entre as comédias, temos este que se tornou o quinto filme mais visto na história do cinema sueco. É tão divertido quanto profundo. Baseado no bestseller de Frederik Backman, que vendeu mais de 700 mil exemplares pelo mundo, ele apresenta Ove, um típico rabugento da terceira idade, que possui várias obsessões a respeito de que as pessoas devem seguir as regras e acaba tendo vários conflitos com seus vizinhos, já que o cenário base do filme é um condomínio, imagine só. Ove segue uma rotina, vista por quem está de fora, como algo insuportável: checa as garagens, anota as placas dos carros estacionados de forma inadequada, prende as bicicletas dos jovens arruaceiros, reclama com os motoristas que dirigem na área proibida do condomínio… enfim. Ao mesmo tempo, ele é um senhor triste, perdeu a esposa e possui tendências suicidas. Até nas cenas fortes, onde o personagem tenta cometer suicídio, existe a leveza que a comédia proporciona, já que várias fatores começam a interromper o seu ato, aborrecendo-o mais ainda.
Ove é interpretado por Rolf Lassgård numa atuação memorável, nos fazendo rir e se emocionar várias vezes. A chegada de novos vizinhos é o que acaba mudando a sua vida. O filme procura mostrar que sentir-se amado é essencial para a sobrevivência, que a convivência com outras pessoas é importante, principalmente quando Ove deixa de ser egoísta e começa a ajudar os seus vizinhos. Afinal, todos têm problemas e a solidariedade é o melhor remédio. Essa proposta fica muito bem no cenário de uma Suécia multirracial, aberta aos imigrantes e novas culturas.
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Fontes:
https://omelete.uol.com.br/filmes/criticas/um-homem-chamado-ove/
Existem muitos filmes excelentes passados em ambientes fechados, selecionar 10 filmes tensos sobre isolamento ou quarentena não foi fácil. Priorizei nessa lista aqueles filmes que considero menos conhecidos e, além do mais, com alto nível de tensão, horror psicológico ou cenas intensas.
Situações aparentemente insignificantes ganham um grande significado nesta obra cinematográfica do diretor tailandês Apichatpong Weerasethakul. Retrato da modernização da Tailândia e as síndromes do século, através de situações em um hospital.
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