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Não podemos negar que o diretor David F. Sandberg conseguiu manter o nível do precursor James Wan, criador de Invocação do Mal e toda essa franquia que também incluí Annabelle e os futuros filmes A Freira e Invocação do Mal 3. A conexão que este filme faz com os anteriores é bem feita, disposta no meio da trama para agradar aos fãs e, para melhorar, esse filme é infinitamente superior ao primeiro Annabelle, que não agradou. É o mesmo diretor de Quando as Luzes se Apagam, que merece ser visto também. O roteiro é do mesmo do primeiro Annabelle, Gary Daubermann. E, é claro, James Wan está na produção, cuidando de seu legado.

Primeiro Cine Clube CBX em Salvador no fim de janeiro
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O Centro Cultural Sesi Casa Branca receberá o ‘Cine Clube Cidade Baixa’, que conta com a produção executiva de Mateus Lima e Leonardo Mota, integrantes do coletivo ‘Dende CBX’. O Projeto ‘Cine Clube CBX’ exibirá filmes de cineastas baianos a partir de janeiro. Dessa forma, a primeira edição será em 31 de janeiro de 2024, com entrada gratuita.

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Adoráveis Mulheres (2019)
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Dois anos após Lady Bird (2018), seu primeiro filme, Greta Gerwig dirige mais uma produção com protagonistas femininas neste Adoráveis Mulheres (2019). Tendo origem no romance juvenil Mulherzinhas, de Louisa May Alcott, Greta escapa da etiqueta de principiante sortuda e se consagra como uma das melhores diretoras do cinema.

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Jumanji: Bem-Vindo à Selva (2017)

Jumanji: Welcome to the Jungle (EUA, 2017)

Quatro adolescentes são transportados para dentro de um videogame cuja ação se passa numa floresta, mais uma vez estamos diante de um jogo que se mostra real, mas agora os personagens estão dentro deste outro mundo. As características de uma game são expostas com tranquilidade, temos os avatares de cada jogador, com suas características e atributos, temos o contador de vida, as fases, etc.

Dirigido por Jake Kasdan, o filme vai na carona da empolgante música do Guns N’ Roses, “Welcome to the jungle”, usada também no subtítulo do filme, assim somos inseridos na terra de Jumanji, com florestas densas e criaturas perigosas, além dos inimigos humanos. A diversidade ecológica se mistura à diversidade dos personagens, sendo assim o roteiro acerta um pouco em investir na questão da diversidade na medida em que junta um nerd, uma patricinha que adora exposição, um jogador de futebol popular que não estuda e uma menina estranha e tímida. Temos um confronto de personalidades nessa convivência a qual são submetidos e, somente quando aceitam as diferenças um do outro e passam a se ajudar, dando dicas, inclusive banais, é que eles conseguem avançar no jogo e criar uma sinergia e amizade entre si.

Mas o filme falha justamente onde deveria ser divertido e criativo, as missões do jogo poderiam ser melhor pensadas e apresentadas, são poucas e sem originalidade e perde-se onde o original acertou muito. Assim também nos deparamos com fracas piadas que quase levam o filme por água abaixo se não fosse o talento de atores veteranos, pois ainda assim é divertido ver Dwayne Johnson, Kevin Hart e Jack Black contracenando, além da Karen Gillan que está muito bem no meio deles (ela interpretou a Nebula em Guardiões da Galáxia). É um passatempo legal ver novamente Dwayne e Kevin mesmo com uma interação parecida com o último papel deles juntos (Um espião e meio, de 2016) e mais ainda na ideia acertada de colocar o Jack Black para interpretar uma garota no corpo de um homem com a aparência do Jack Black! Ele mostra um feminismo com uma naturalidade nata. São as piadas que mexem com o físico e charme de Dwayne, as atrapalhadas e falta de sorte de Kevin e essa situação de Jack Black que fazem o filme ter mérito.

O próximo parágrafo contém um pequeno spoiler!

Ao mesmo tempo em que é uma continuação do filme Jumanji de 1995, este também é um remake pois remodela a estrutura do original, dando uma modernizada na fórmula. Ao escutar o barulho dos tambores e mostrar o tabuleiro do filme original, nos vem uma lembrança maravilhosa do filme de 1995 e da presença impecável de Robin Williams. Seria demais este novo filme superar a magia, originalidade e grandeza do primeiro, nem devemos esperar por isso. Temos também, num dado momento, uma referência ao personagem Alan Parrish (de Robin Williams) na cena onde Alex (Nick Jonas) está na morada que Alan construiu no meio da floresta e cita este último.

Jumanji (1995)

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‘Cinema é uma Droga Pesada’, do diretor e roteirista Cédric Kahn, estreou em 11 de abril nos cinemas. Distribuído pela Bonfilm, a produção aborda com humor os problemas enfrentados por uma equipe para realizar seu filme. Primeiramente, o longa esteve na programação do Festival Varilux 2023 com o título “Making Of” e fez sua première mundial no país, antes de ser exibido comercialmente na França.

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