O Abutre (Nightcrawler, EUA, 2014)
Eu indico Nightcrawler (EUA, 2014) Enfrentando dificuldades para conseguir um
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Murphy (Karl Glusman), é um estudante de cinema americano que mora em Paris. Lá ele conhece a jovem Electra (Aomi Muyock), com quem vive um amor profundo de dois anos que mudou sua vida. Agora, casado com outra (Klara Kristin) e com um filho, ele recebe uma ligação da ex-sogra, o que o leva a relembrar vários momento de sua relação. Dirigido por Gaspar Noé.
Morgan Freeman, Michael Caine e Alan Arkin se juntam para uma comédia bacana onde senhores de idade resolvem planejar e assaltar um banco. É a vez dos idosos se rebelarem contra a exploração dos bancos. Dirigido por Zach Braff.

Ocean’s 8 (EUA, 2018)
Essa é uma sequência da trilogia com George Clonney e Brad Pitt, que começou com o filme de 2001, uma ótima nova versão do clássico Onze Homens e um Segredo de 1960 (com Frank Sinatra e dirigido por Lewis Milestone). Só que agora temos personagens mulheres estrelando mais um grande roubo. Recém-saída da prisão, Debbie Ocean (Sandra Bullock) planeja executar o assalto do século em pleno o Met Gala, em Nova York, com o apoio de Lou (Cate Blanchett), Nine Ball (Rihanna), Amita (Mindy Kaling), Constance (Awkwafina), Rose (Helena Bonham Carter), Daphne Kluger (Anne Hathaway) e Tammy (Sarah Paulson).
O filme, dirigido por Gary Ross, aposta nessa afirmação feminina e até consegue homenagear o anterior e outros grandes filmes de roubo, mas entrega muito pouco em termos de conteúdo, surpresas e até cenas cômicas. Assim, fica mais em evidência o glamour, esbanjando luxo e riqueza e, infelizmente, até para as personagens principais da trama (que não são nada ricas) essa parece ser uma preferência. Para alguns vai causar inveja tanta beleza exterior, para outros admiração pela questão da estética, estilo e bom gosto. O próprio cenário principal do filme, O Metropolitan Museum of Art (The Met), na cidade de Nova Iorque, um dos mais visitados museus do planeta e colado ao Central Park, é sinônimo de luxo e riqueza, quanto mais durante um evento de gala (onde será aplicado o ousado roubo). Muitas mulheres estilosas, desfilando e adorando joias e estética. Por sinal, Sandra Bullock está com muita maquiagem ou outros recursos para esconder seus 53 anos.
Se o filme tenta também ser uma comédia de erros, os erros são quase todos dos personagens masculinos, em sua grande maioria desprovidos de raciocínio. Algumas cenas são difíceis de convencer, muitas falhas em esquemas de segurança que deveriam ser mais cuidadosos e, assim, as personagens contam também com uma certa dose de sorte para que tudo dê certo, embora o plano seja (ufa!) inteligente. Algumas cenas acertam e surpreendem nos mostrando que alguns roubos e truques são mais fáceis do que parecem (principalmente os do início).
O cinema está recheado de grandes filmes sobre roubos e trapaças, como o próprio Onze Homens e um Segredo, Vida Bandida (2001), Uma Saída de Mestre (2003), O Plano Perfeito (2006), o clássico O Grande Golpe de 1956, Truque de Mestre (2013) e o espetacular Invasores – Nenhum Sistema Está à Salvo, filme de 2014 ainda desconhecido por muitos. Comparado a estes, Oito Mulheres e um Segredo fica abaixo da média.
Por outro lado, o elenco ficou bom, inclusive as menos conhecidas (ou menos experientes) Rihanna, a asiática Awkwafina (que é rapper na vida real) e a indiana Mindy Kaling. Anne Hathaway ficou divertida e conseguiu se destacar, talvez pelo papel ter sido diferente das outras mulheres, já que ela não faz parte do grupo do roubo. Como uma forma de afirmação feminina e união das mulheres para um objetivo comum e junto com esse mundo bem feminino de beleza, moda e luxo, o filme pode até agradar.
Contemplativo e bem reflexivo, recheado de elementos orientais, como o mestre e o aprendiz, a força e simbologia da estátua do Buda, portas sem paredes ao redor, o colchão em contato com o solo, pequenos animais e ensinamentos pelas artes marciais, esta obra do diretor Kim Ki-duk representa o que há de melhor no drama sul-coreano.
A jovem Jay (Maika Monroe) leva uma vida tranquila entre escola, paqueras e passeios no lago. Após uma transa, o garoto com quem passou a noite explica que ele carregava no corpo uma força maligna, transmissível às pessoas apenas pelo sexo. Enquanto vive o dilema de carregar a sina ou passá-la adiante, a jovem começa a ser perseguida por figuras estranhas que tentam matá-la e não são vistas por mais ninguém. Dirigido por David Robert Mitchell.
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