Search

Você pode gostar disso:

punk
O Nevoeiro (2007)
Drama Filmes Na pré

O Nevoeiro (2007)

Após uma violenta tempestade devastar a cidade de Maine, David Drayton (Thomas Jane) e Billy (Nathan Gamble), seu filho de 8 anos, correm rumo ao supermercado, temendo que os suprimentos se esgotem. Porém um estranho nevoeiro toma conta da cidade, o que faz com que David, Billy e outras pessoas fiquem presas no supermercado. Logo David descobre que há algo de sobrenatural envolvido e que, caso deixem o local, isto pode ser fatal.Dirigido por Frank Darabont.

Filmes rodados no interior de Minas Gerais (Ouro Preto e redondezas)
Drama Filmes Na pré

Filmes rodados no interior de Minas Gerais (Ouro Preto e redondezas)

Em nossa última viagem, estivemos no interior de Minas Gerais, principalmente em Ouro Preto. Após conversa com guias locais e um pouco de pesquisa, felizmente descobrimos que alguns filmes foram rodados nessa região, filmes raros que mostram nossa história e cultura. Confiram!

confusedcryingmoney
Aurora (“Sunrise: A Song of Two Humans”, 1927)
Drama Filmes Na pré

Aurora (“Sunrise: A Song of Two Humans”, 1927)

Seduzido por uma moça da cidade, um fazendeiro tenta afogar sua mulher, mas desiste no último momento. Esta foge para a cidade, mas ele, arrependido, a segue para provar o seu amor. Dirigido por F. W. Murnau.

cryingtongue

A Favorita (2018)

The Favourite (2018)

Estamos na época das grandes premiações e este filme tem ficado em destaque, com mérito. O diretor grego Yorgos Lanthimos já trouxe outras produções fortes e criativas que incomodaram e conquistaram muitos espectadores, como O Lagosta (2015) e O Sacrifício do Cervo Sagrado (2017). Agora ele nos mergulha nos bastidores da realeza britânica neste drama de época que se passa no século XVIII. Aqui também ele nos deixa intrigados e muitas vezes inertes defronte a tela.

A guerra contra a França deixa a realeza britânica preocupada e isso reflete também nas atitudes da rainha Anne (Olivia Colman), que está em foco nesta trama. Imagine então Rachel Weisz e Emma Stone numa luta pela atenção da rainha, já que ambas querem ser a favorita. A disputa vira uma guerra entre as duas com boas reviravoltas, misturando bajulação, manipulação e sedução, inteligência e intrigas. A primeira faz uma personagem fria e estrategista, daquelas que tratam a criadagem com crueldade. A segunda vai se revelando aos poucos como mais uma usurpadora fria e calculista. Assim, com maestria o diretor inverte a nossa empatia para com as personagens enquanto elas invertem a posição perante a realeza.

“Às vezes, uma dama precisa se divertir”

Com tudo isso, quem surpreende mesmo é a própria rainha, insegura, pressionada pela iminente guerra, piorando seu estado de saúde física e mental, com tendências homossexuais e manias. Olivia Colman tem a sua melhor atuação e provavelmente é a maior atriz do ano, mesmo contracenando com as outras duas que são bem populares e já possuem sua cota de premiações. A rainha Anne é histérica e ao mesmo tempo carente, abusa do poder e demostra várias manias (um exemplo é a criação de coelhos no próprio quarto real como se fossem seus filhos, algo que vai se conectar com o passado dela num dos momentos onde podemos sentir pena da personagem). Colman tem o papel mais difícil no filme e, junto com as outras duas gigantes, existe uma disputa de quem de fato é principal e quem é coadjuvante.

“E se eu dormir e escorregar?”

Numa divisão em capítulos com frases norteadoras que vão aparecer nas cenas, o diretor mergulha a gente no lado mais podre da realeza, com extravagâncias suficientes para gerar aversão, passando para uma decadência de seus personagens, juntando com uma trilha sonora de batidas incessantes e piano inquietante (típico do diretor). O humor é ácido, sarcástico, numa trama bem bolada com muita política.

Tags Relacionadas A Favorita, A Favorita 2018, A Favorita filme, crítica, crítica A Favorita, Emma Stone, Olivia Colman, Rachel Weisz, resenha, resenha A Favorita, Yorgos Lanthimos
Próximo post Post anterior

Você pode gostar disso:

Filmes

Amanhecer de um sonho

Eu indico Amanecer de un sueño (Espanha, 2008) Marcel (Alberto

Filmes

As Sete Faces de Dr. Lao (“7 Faces of Dr. Lao”)

Eu indico As Sete Faces de Dr. Lao (EUA, 1964)

crying
Filho de Saul (Hungria, 2015)
Filmes

Filho de Saul (Hungria, 2015)

Durante a Segunda Guerra Mundial, num campo de concentração de Auschwitz, Saul (Géza Röhrig) é um judeu obrigado a trabalhar para os nazistas, sendo um dos responsáveis em limpar as câmaras de gás após dezenas de outros judeus serem mortos. Em meio à tensão do momento e às dificuldades inerentes desta tarefa, ele reconhece entre os mortos o corpo de seu próprio filho. Dirigido por László Nemes.

0 Comentário

Sem comentários

Você pode ser o primeiro a comentar este post!

Deixe seu comentário