Missão: Impossível – Efeito Fallout (2018)
Missão impossível mesmo é chegar a 6 filmes de uma mesma franquia sem cair no desinteresse do público e, neste caso, este novo filme foi uma missão cumprida! Dirigido por Christopher McQuarrie.
Missão impossível mesmo é chegar a 6 filmes de uma mesma franquia sem cair no desinteresse do público e, neste caso, este novo filme foi uma missão cumprida! Dirigido por Christopher McQuarrie.
Um grupo de amigos em uma casa de repouso em Jerusalém constrói uma máquina de auto-eutanásia, a fim de ajudar um amigo em estado terminal. Quando os rumores sobre a máquina começam a se espalhar, mais e mais pessoas começam a se interessar pela ideia de partir dessa para uma melhor, e o grupo de amigos se questiona se o que estão fazendo é a coisa certa. Dirigido por Tal Granit e Sharon Maymon.
Eu indico L’illusionniste (França, 2010) Animação que conta a história

John Wick 3: Parabellum (EUA, 2019)
“Si vis pacem, para bellum” é um provérbio latino que significa “se quer paz, prepare-se para a guerra”. A frase é atribuída ao autor romano do quarto ou quinto século Flávio Vegécio e serviu de subtítulo dessa nova sequência da franquia de ação mais esperada de 2019. O sucesso do segundo filme – John Wick: Um Novo Dia Para Matar – foi aproveitar a grande ideia do primeiro, o encaixe perfeito de Keanu Reeves no personagem e incrementar com grandes sequências de ação, deixando uma boa ponte para essa continuação. O legal aqui é começar logo após os eventos finais do último filme, levantando a adrenalina na qual deixou os expectadores no final do anterior já no início deste, em poucos minutos temos uma grande cena de ação para abrir o longa da forma que ele merece.
Chad Stahelski dirigiu os três filmes e considero que houve uma importante melhoria a cada vez. Este novo tem aquilo que desejamos: muitas cenas com tomadas longas de ação e Keanu Reeves numa ótima performance. Aqui o John Wick está no modo survivor man, ele é perseguido pelo mundo do crime e ajudado por poucos, sendo inclusive obrigado a cobrar dívidas passadas para receber um auxílio. Mas tudo o que ele precisa são de armas, um monte de armas!
Existem pequenas passagens para dar vazão ao conteúdo da história, explicando um pouco mais a origem do protagonista, definindo a palavra ‘assassino’, lidando com a questão da ação pela emoção e as consequências disso, assim como relações de retribuição (mais do que amizade). Mas é a mudança de ambientes e o uso variado de tipos de armas de fogo – algumas com balas de 8g que viajam a 435 metros por segundo, outras de calibre 12 que arrancam cabeças – e armas brancas, cavalos, motos e até cães adestrados que garantem muita adrenalina. Acredito que nenhuma cena será tão vibrante como a sequência de Keanu Reeves junto com a Halle Berry e seu dois cachorros… é simplesmente sensacional.
Lembrei de filmes como Duro de Matar, True Lies (1994) e até alguns de Bruce Lee, principalmente aquele onde o lutador enfrenta um oponente a cada andar de um prédio, por conta das cenas no clímax de Parabellum que envolvem as salas de vidro. Pode ter buscado inspiração também no filme coreano A Vilã (2017). Talvez tenha sido uma homenagem proposital a grandes clássicos de ação e luta marcial.
Além da supracitada Halle Berry, temos personagens coadjuvantes de peso, como a Asia Kate Dillon (da série Orange Is the New Black) que está ótima, linda e amedrontadora, Laurence Fishburne e Lance Reddick mais uma vez acrescentando, assim como um oponente de peso simplesmente interpretado pelo Mark Dacascos! Mas entre todos, quero destacar a presença em cena de Ian McShane, ótimo mais uma vez como o dirigente do hotel e que vai largar uma frase no melhor momento possível para explicar o subtítulo do filme. Prepara-se para a guerra! Prepara-se para apreciar um grande filme de ação!
O psiquiatra Lauro (Bruno Gagliasso) e sua namorada, Renata (Regiane Alves), decidem passar férias em uma casa isolada na serra, porém o que parecia ser uma época de paz e sossego, acaba se tornando um pesadelo, quando uma sequência de ataques violentos na região se aproxima cada vez mais do casal. Dirigido por Tomas Portella.
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