The Electric Horseman (EUA, 1979)
Eu indico O Cavaleiro Elétrico (EUA, 1979) Sonny Steele (Robert
Eu indico O Cavaleiro Elétrico (EUA, 1979) Sonny Steele (Robert
Eu indico A Trilha (EUA, 2009) Cydney (Milla Jovovich) e
O terror de verdade não precisa de monstros, sanguinolência, sustos sucessivos... precisa causar medo, causar frio na espinha, tensão, arrepio, suspense. James Wan acerta na dose e no estilo, agradando aos fãs do gênero (e também a quem não é).

John Wick 3: Parabellum (EUA, 2019)
“Si vis pacem, para bellum” é um provérbio latino que significa “se quer paz, prepare-se para a guerra”. A frase é atribuída ao autor romano do quarto ou quinto século Flávio Vegécio e serviu de subtítulo dessa nova sequência da franquia de ação mais esperada de 2019. O sucesso do segundo filme – John Wick: Um Novo Dia Para Matar – foi aproveitar a grande ideia do primeiro, o encaixe perfeito de Keanu Reeves no personagem e incrementar com grandes sequências de ação, deixando uma boa ponte para essa continuação. O legal aqui é começar logo após os eventos finais do último filme, levantando a adrenalina na qual deixou os expectadores no final do anterior já no início deste, em poucos minutos temos uma grande cena de ação para abrir o longa da forma que ele merece.
Chad Stahelski dirigiu os três filmes e considero que houve uma importante melhoria a cada vez. Este novo tem aquilo que desejamos: muitas cenas com tomadas longas de ação e Keanu Reeves numa ótima performance. Aqui o John Wick está no modo survivor man, ele é perseguido pelo mundo do crime e ajudado por poucos, sendo inclusive obrigado a cobrar dívidas passadas para receber um auxílio. Mas tudo o que ele precisa são de armas, um monte de armas!
Existem pequenas passagens para dar vazão ao conteúdo da história, explicando um pouco mais a origem do protagonista, definindo a palavra ‘assassino’, lidando com a questão da ação pela emoção e as consequências disso, assim como relações de retribuição (mais do que amizade). Mas é a mudança de ambientes e o uso variado de tipos de armas de fogo – algumas com balas de 8g que viajam a 435 metros por segundo, outras de calibre 12 que arrancam cabeças – e armas brancas, cavalos, motos e até cães adestrados que garantem muita adrenalina. Acredito que nenhuma cena será tão vibrante como a sequência de Keanu Reeves junto com a Halle Berry e seu dois cachorros… é simplesmente sensacional.
Lembrei de filmes como Duro de Matar, True Lies (1994) e até alguns de Bruce Lee, principalmente aquele onde o lutador enfrenta um oponente a cada andar de um prédio, por conta das cenas no clímax de Parabellum que envolvem as salas de vidro. Pode ter buscado inspiração também no filme coreano A Vilã (2017). Talvez tenha sido uma homenagem proposital a grandes clássicos de ação e luta marcial.
Além da supracitada Halle Berry, temos personagens coadjuvantes de peso, como a Asia Kate Dillon (da série Orange Is the New Black) que está ótima, linda e amedrontadora, Laurence Fishburne e Lance Reddick mais uma vez acrescentando, assim como um oponente de peso simplesmente interpretado pelo Mark Dacascos! Mas entre todos, quero destacar a presença em cena de Ian McShane, ótimo mais uma vez como o dirigente do hotel e que vai largar uma frase no melhor momento possível para explicar o subtítulo do filme. Prepara-se para a guerra! Prepara-se para apreciar um grande filme de ação!
Eu indico As Sete Faces de Dr. Lao (EUA, 1964)
Anna Muylaert dirige este filme nacional que poderia vencer um Oscar. Baseado em um caso real, mostra um garoto de 16 anos que descobre que sua mãe não é biológica, quando a mesma é presa pela polícia. Confuso e tendo que morar com seus parentes verdadeiros, que o conhecem como Felipe, o rapaz tem que se adaptar à nova realidade.
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