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Vestígios do cinema em Rio de Contas (Bahia)
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Vestígios do cinema em Rio de Contas (Bahia)

Rio de Contas é a minha cidade preferida da Chapada Diamantina, que fica no coração da Bahia. Aproveitei a terceira vez que fui na cidade, recentemente, e procurei por espaços e coisas relacionadas com o cinema. E olha que encontrei duas coisas legais! Após descobrir esses vestígios do cinema, a cidade ficou ainda mais encantadora para mim, e percebi que podemos caçar e encontrar essas coisas de cinema em qualquer lugar do Brasil, como se tivéssemos procurando diamantes, como faziam os garimpeiros na região da Chapada Diamantina.

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Agonia e Êxtase (1965)
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Agonia e Êxtase (1965)

Preocupado com o legado que deixaria para as gerações futuras, o Papa Júlio II (Rex Harrison) resolve contratar o artista Michelangelo (Charlton Heston) para pintar o teto da Capela Sistina. O artista se nega, mas logo é forçado pelo pontífice a fazê-lo. A partir daí, começam as disputas entre Michelangelo e o papa à respeito do projeto. Dirigido por Carol Reed.

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O Espião que Sabia Demais (2011)
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O Espião que Sabia Demais (2011)

No final do período da Guerra Fria, George Smiley (Gary Oldman), um dos veteranos membros do Circus, divisão de elite do Serviço Secreto Inglês, é chamado para descobrir quem é o agente duplo que trabalhou durante anos também para os soviéticos. Todos são suspeitos, mas como também foram altamente treinados para dissimular e trabalhar em condições de extrema tensão, todo cuidado é pouco. George precisa indicar o espião e não pode errar. Dirigido por Tomas Alfredson.

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X-Men: Fénix Negra (2019)

Dark Phoenix (EUA, 2019)

Tenho um apreço e simpatia elevados pelos X-Men, por conta da proposta de mutantes na Terra e todos os percalços da convivência com outros seres humanos. É uma história bem rica e com personagens legais. Vejo muito valor em terem sido produzidos vários filmes sobre esse universo, mesmo a maioria não ter sido tão boa quanto foram X-Men: Primeira Classe (2011) e Dias de um Futuro Esquecido (2014). Este último episódio da franquia que foi repaginada a partir do excelente Primeira Classe infelizmente não é uma conclusão épica, nem um filme excelente. Mas talvez tenha sido o que mais se aproximou dos dois melhores.

Dirigido por Simon Kinberg em sua estreia como diretor de um filme e que também assina o roteiro, até que ele conseguiu reforçar os dilemas dos mutantes e contextualizar bem o enredo num cenário de início da década de 90. A saga da Fênix Negra não é uma história complicada de entender, mas é um evento muito importante na vida dos X-Men e uma grande ameaça a toda forma de vida no universo. Um acerto no filme foi focar nas emoções da personagem Jean Grey (interpretada pela Sansa… ops… pela Sophie Turner) mostrando como essas emoções são intensificadas quando a Fênix toma força. Ela vira puro “desejo”, desejo pela dor, medo, intensificando seus poderes a partir das emoções.

O filme deu um bom foco às cenas de ação, as lutas entre os mutantes é divertida e a presença de Magneto (Michael Fassbender) e Professor Xavier (James McAvoy) nas cenas de ação é o ponto alto do filme. Mais uma vez essa dupla de atores manifesta ótima interpretação em seus papéis. Jessica Chastain, como a verdadeira vilã, está ótima, bem convincente principalmente na expressão corporal e nas falas, já que é uma criatura que se apossou de um corpo humano. Acho que ela ofuscou um pouco a atriz Sophie Turner por conta da experiência em tela.

O filme deve dividir bastante as opiniões e eu escolhi o lado daqueles que se decepcionaram com o resultado. O trailer entrega demais, o resultado não vai muito além da propaganda e a HQ merecia um final muito mais grandioso e épico dessa temporada. Por outro lado, neste universo ainda existe a salvação! E logo por quem? Deadpool! Estou falando sério, viu?

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It: A Coisa (2017)
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It: A Coisa (2017)

Esse filme é um presente merecido para os fãs, já que o resultado ficou excelente. Adaptação feita com muito cuidado, em detalhes, conseguindo ser assustador e ao mesmo tempo agradável. A mensagem principal - que não poderia ficar de fora - está lá: a personificação do medo, que é a definição da Coisa, o palhaço monstruoso que se materializa no medo de suas vítimas e se alimenta dessa sensação de medo. O diretor argentino Andrés Muschietti merece louvor por deixar 2 horas e 15 minutos de diversão e cenas assustadoramente criativas.

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Eu indico Paul (EUA / Reino Unido, 2011) Após saírem

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