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Homem-Aranha: De Volta ao Lar (2017)
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Homem-Aranha: De Volta ao Lar (2017)

O filme representa tudo o que um herói pode ser e deixa aquela injeção de coragem que é necessária dentro da difícil fase de crescimento, afinal, Peter Parker é um garoto que representa tudo isso, aprendendo a ser herói e adolescente ao mesmo tempo. Depois de atuar ao lado dos Vingadores, chegou a hora do pequeno Peter Parker voltar para casa e para a sua vida, já não mais tão normal. Lutando diariamente contra pequenos crimes nas redondezas, ele pensa ter encontrado a missão de sua vida quando o terrível vilão Abutre surge amedrontando a cidade. Dirigido por Jon Watts.

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Juan dos Mortos (Cuba, 2013)
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Juan dos Mortos (Cuba, 2013)

Juan (Alexis Díaz de Villegas) é um sujeito de 40 anos especializado na arte de não fazer nada. Um dia, se depara com uma misteriosa infecção que está transformando os habitantes de Havana em mortos-vivos. Como um bom cubano, decide começar um negócio ao lado do amigo Lazaro (Jorge Molina) para tirar vantagem da situação. Eles se especializam em assassinar zumbis e trabalham com o slogan "Matamos seus entes queridos". O negócio acaba sendo afetado com o crescimento constante do número de infectados. Dirigido por Alejandro Brugués.

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Os Suspeitos (Prisoners, 2013)
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Os Suspeitos (Prisoners, 2013)

Duas famílias devem lidar com o desaparecimento de suas filhas pequenas. Quando um dos pais suspeita que o detetive encarregado das buscas já desistiu de procurar pelo culpado, desesperadamente ele começa a desconfiar de todas as pessoas ao redor. Fazendo sua própria investigação, encontra o principal suspeito e decide sequestrá-lo. Dirigido por Denis Villeneuve. Roteiro de Aaron Guzikowski.

Anna dos 6 aos 18 (Rússia, 1993)

Eu indico
Anna: Ot shesti do vosemnadtsati (Rússia, 1993)
O diretor Nikita Mikhalkov mostra a evolução de sua filha Anna dos 6 aos 18 anos – e, paralelamente, a história da União Soviética durante esse período. Uma vez por ano, ao longo de 12 anos, ele filma a filha e lhe pergunta o que ela mais ama, o que ela mais odeia, o que ela teme, etc, gerando um documentário sobre os últimos anos do império soviético até a sua explosão.
13 anos de Rússia:
Foram 13 anos para completar este documentário. O diretor Nikita Mikhalkov e sua filha Anna são os personagens reais que acompanhamos através de trechos rodados ao longo deste tempo, tempo no qual ocorreu o fim da União Soviética (de 1980 a 1991). A cada ano quem está à frente da câmera é a sua filha, desde a infância até a juventude, e através de suas respostas e dos comentários do diretor, se constrói uma narrativa bem realista sobre a ex-União Soviética, com uma crítica severa à própria nação.
Projeto pessoal de grande valor e originalidade, considerando também que a filmagem foi clandestina, os rolos de filmes e equipamentos eram obtidos no mercado negro e a edição tinha algumas limitações, mas o resultado é grande para um documentário. A narrativa nem fica cansativa. Para quem gosta de História, é essencial.
Durante a narrativa, o diretor nos apresenta um de seus filmes anteriores, no qual um garoto vivencia o velho império russo, servindo então de comparativo com a vida real de sua filha Anna, que vive parte do império soviético. Anna começa sendo entrevistada numa época de grande censura, e logo aos 7 dá uma resposta interessante ao questionamento “o que você mais deseja?”, dizendo: “conseguir dar boas respostas”. Já em outro momento ela responde sobre o que mais odeia: “discussões em família, ou de qualquer tipo… uma discussão pode levar o mundo à guerra”. O filme passa também pela época da “Perestroika”, uma política introduzida na União das Repúblicas Socialistas Soviéticas por Mikhail Gorbachev, em 1985, dando uma ideia de reestruturação (abertura) econômica. A reação da menina acaba sempre espelhando a realidade do país.
Apoiado por Sergei Miroshnichenko no roteiro, Nikita Mikhalkov explora muitas cenas com os encontros oficiais dos líderes comunistas, muita referência a Lênin, Stálin, Brejnev, Chernenko, Gorbachev, Yeltsin, entre outros, mostrando as falhas, incapacidades ou descaso deles, mesmo diante das crises que assolavam a economia. É interessante perceber que a Rússia de hoje é fruto desta conjuntura histórica e que gera tantas decepções, podemos até conferir isso em outro filme russo, do diretor Andrey Zvyagintsev, favorito ao prêmio do Oscar desde ano, para a categoria de melhor filme estrangeiro: Leviatã (2014), que já levou o Globo de Ouro. Este é um drama que trás uma visão atual e sem filtros da corrupção e injustiça em torno do Estado Russo.
Muito pertinente, também, logo na introdução, a clareza em mostrar que o país perdeu a ligação com Deus. Em muitos momentos as palavras do diretor expressam sua decepção e dão um grande significado ao contexto, como na passagem abaixo:

“Nosso potencial aumentou muito, e portanto,
aparentemente, nosso conhecimento também.
Contudo, a ausência de Deus tornou este potencial 
e este conhecimento destrutivos.
Perdemos o respeito pela vida e pela morte.
Transformamos a vida em seriado de TV, a morte em jogo de computador
e a aquisição em destruição.”
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Fontes:
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Eu indico Querido John (EUA, 2010) Dirigido por Lasse Hallström

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Uma típica família americana vive o famoso sonho americano, moram na casa dos sonhos, numa cidade pequena e com espaço para uma piscina. Mas logo a família Freeling começa a presenciar fenômenos psíquicos, que a princípio parecem ser inofensivos, mas que cada vez se tornam mais aterrorizantes até que uma entidade “sequestra” a pequena Carol Anne (Heather O'Rourke) e tudo vira um inferno.

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