As Sete Faces de Dr. Lao (“7 Faces of Dr. Lao”)
Eu indico As Sete Faces de Dr. Lao (EUA, 1964)
Eu indico As Sete Faces de Dr. Lao (EUA, 1964)
De volta à infância de Elsa e Anna, as duas garotas descobrem uma história do pai, quando ainda era príncipe de Arendelle. Ele conta às meninas a história de uma visita à floresta dos elementos, onde um acontecimento inesperado teria provocado a sepaação dos habitantes da cidade com os quatro elementos fundamentais: ar, fogo, terra e água. Esta revelação ajudará Elsa a compreender a origem de seus poderes. Dirigido por Jennifer Lee e Chris Buck.
Louise Banks é uma linguista convocada pelo governo americano para um grande desafio incomum: dialogar com alienígenas de uma das doze naves que pousaram no planeta terra. No entanto, a resposta para todas as perguntas e mistérios pode ameaçar a vida de Louise e a existência de toda a humanidade. Dirigido por Denis Villeneuve.

Prisoners (EUA, 2013)
Duas famílias devem lidar com o desaparecimento de suas filhas pequenas. Quando um dos pais suspeita que o detetive encarregado das buscas já desistiu de procurar pelo culpado, desesperadamente ele começa a desconfiar de todas as pessoas ao redor. Fazendo sua própria investigação, encontra o principal suspeito e decide sequestrá-lo. Dirigido por Denis Villeneuve. Roteiro de Aaron Guzikowski.
Priosioneiros:
O diretor canadense Denis Villeneuve, do filme “Incêndios” (Canadá, 2010), indicado ao Oscar de melhor filme estrangeiro, apresenta este suspense que trata de uma situação comum nos Estados Unidos, e que qualquer família pode acabar vivenciando, que é o desaparecimento de crianças. A sequência de abertura com a oração do Pai Nosso entrelaçada com um pai instruindo um filho a caçar um cervo já mostra a seriedade e algumas questões da trama. Muita tensão, valores morais e uma ótima forma de mostrar as transformações dos personagens – cada um reagindo à sua maneira – diante da situação foco de tensão do filme.
Com suas duas horas e meia, o diretor consegue prender a atenção do espectador e ainda consegue reunir provavelmente o melhor elenco do ano: Hugh Jackman, Jake Gyllenhaal, Viola Davis, Maria Bello, Terrence Howard, Melissa Leo, Paul Dano e Dylan Minnette. Os destaques vão para Hugh Jackman – como um pai preocupado ao extremo e que acaba tomando uma difícil decisão pensando na família, Jake Gyllenhaal – como um policial dedicado a ponto de se consumir bastante com o caso e, também, Paul Dano – como o principal suspeito, com um comportamento desassociado do mundo ao redor e que praticamente não fala. Dano é o único que ainda não teve indicação a premiações por suas atuações anteriores, apesar de que seus papéis (pequenos em sua maioria) costumam ter relevância, como em Sangue Negro (2007), Pequena Miss Sunshine (2006) e Roubando Vidas (2004); provavelmente depois deste filme, o ator será mais valorizado. Um destaque especial para Jake Gyllenhaal, pois se encontra em um papel mais difícil de ter visibilidade em termos de atuação, pois suas emoções não ficam tão explícitas como acontece com os demais personagens (seu envolvimento com a situação é mais indireto, pois ele está prestando um serviço); mesmo assim, cada detalhe de sua atuação, seja um piscar repetitivo de olhos, ou um escorregão, parecem tão reais como se fossem improviso, não estivessem no papel. Este deve ser o melhor trabalho de Gyllenhaal, uma boa aposta para o próximo Oscar.
Os Suspeitos alterna as histórias do pai e do detetive, ambos com sua obsessão, e vai mostrando a reação dos demais personagens. Pistas são apresentadas e reviravoltas testam o raciocínio e a tensão do espectador. Porém, os dilemas morais dos personagens, suas transformações e decisões, é o forte do filme. O drama dos pais diante do tempo cruel enquanto suas filhas estão desaparecidas. O mal, em sua essência e implicações morais, e o limite de cada um são alguns pontos focados no filme. O título original, Prisioneiros, é mais adequado, já que cada personagem se torna um prisioneiro de algum forma, mesmo que seja da sua própria consciência, de sua angústia. Como em “Incêndios”, o canadense Villeneuve acumula reviravoltas e um final impactante, mas no primeiro filme o impacto é maior. Vale a pena ver os dois.
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Fontes:
http://omelete.uol.com.br/festival-de-toronto/cinema/os-suspeitos-critica/#.UmQ40RVTtFY
http://cinema.terra.com.br/os-suspeitos-combina-suspense-e-dilema-moral-de-personagens,3696ccd86adc1410VgnCLD2000000ec6eb0aRCRD.html
Aflitivo e angustiante, ‘Os Suspeitos’ traz à tona o problema do desaparecimento de crianças
Esse é o nosso TOP 10 com os melhores filmes lançados em 2021. Foram 40 filmes pré-selecionados aqui no blog e escolhi os 10 que me causaram as melhores emoções, assim como uma grande satisfação ao término da sessão.
Júlio e Márcia são um casal que se permite viver possíveis atividades extraconjugais. Ele é seduzido pela amiga de sua filha enquanto passavam um fim de semana na sua casa de campo. Ao mesmo tempo, sua esposa, uma advogada sempre fiel, envolve-se com um cliente e confessa isso a Júlio. Dirigido por Carlos Gerbase.
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