Viver (“Ikiru”, Japão, 1952)
Eu indico Ikiru (Japão, 1952) Kanji Watanabe, um idoso burocrata
Eu indico Ikiru (Japão, 1952) Kanji Watanabe, um idoso burocrata
Escondido no porão para passar suas férias de inverno, Lorenzo, um jovem de quatorze anos, introvertido e um pouco neurótico, está se preparando para viver seu grande sonho: nada de conflitos, nada de colegas chatos de classe, nada de brincadeiras e falsidades. O mundo lá fora com suas regras incompreensíveis e ele deitado no sofá, bebendo muita coca-cola, comendo atum em caixinha e com livros de terror ao seu redor. Será Olivia, que chega de repente no porão com sua agressiva vitalidade, a tirar Lorenzo de seu universo sombrio, para que ele tire a máscara de adolescente complicado e aceite o jogo caótico da vida fora de quatro paredes. Dirigido por Bernardo Bertolucci.
Tensos, desconhecidos e aprovados. Em sua maioria, filmes independentes que
Passando pela região da Escandinávia, mais precisamente pelas capitais da Dinamarca e Noruega, visitei locais de filmes e reuni umas dicas de viagem de cinema. Veja aqui um resumo bacana sobre o cinema escandinavo e os melhores filmes e passeios temáticos de cinema nessa região!
O filme conta a história de um trio de estudantes de cinema que, após um surto de ataques a ursos numa reserva natural no Norte da Noruega, decidem investigar o que realmente se passou. Ignorando os avisos das autoridades sobre os perigos, munem-se de uma câmara de vídeo e partem em busca de material para um documentário. Durante a busca, conhecem Hans (Otto Jespersen), um homem enigmático conhecido como o "caçador de trolls". E é então que os jovens descobrem o segredo mais bem guardado do Governo norueguês: a existência de trolls, seres que eles julgavam apenas habitar na sua imaginação. Dirigido por André Øvredal.