No Coração do Mar (2015)
Eu indico In the Heart of the Sea (EUA, 2015)
Eu indico In the Heart of the Sea (EUA, 2015)
À primeira vista, Ove é o típico rabugento da terceira idade. Morando em um pequeno condomínio de casas no interior da Suécia, o senhor de quase 60 anos se irrita com todos os atos dos vizinhos, que segundo ele, não fazem nada certo. Sem motivações após a morte da mulher e surpreendido por uma demissão após quatro décadas de dedicação ao trabalho, Ove resolve dar um fim a sua vida, mas a chegada de novos vizinhos acaba mudando isso. Uma história que nos ajuda a relembrar que a gentileza, o amor e a felicidade podem ser encontrados nos lugares mais inesperados. Dirigido por Hannes Holm.
O ano é 2045. Em Columbus, Ohio, vive Wade Watts (Tye Sheridan), jovem que se vê preso a um mundo onde em vez de resolver os problemas, as pessoas apenas sobrevivem a eles. Morando sob o mesmo teto de sua tia Alice, constantemente vítima de seus detestáveis companheiros perdedores, o garoto encontra a fuga deste ambiente na realidade virtual do jogo OASIS. Dirigido por Steven Spielberg. Resenha SEM spoilers.

Bumblebee (EUA, 2018)
Foi criado um preconceito com os filmes dos Transformers após Michael Bay ter passado do ponto e realizado as últimas produções com exagero de ação, roteiro bem regular e muito tempo de duração. O que estou recomendando para todos é esquecer os filmes anteriores e ir de coração aberto para este spin off que é focado no personagem mais carismático dos Transformers. O filme é essencialmente sobre ele, seus primeiros passos na Terra e sobre a garota interpretada por Hailee Steinfeld. Melhor: é sobre o laço criado entre os dois.
“As pessoas costumam ser más com aquilo que não entendem”
A marca que este filme deixa é parecida com outros queridos dos anos 80: a relação de um humano que possui seus traumas com uma criatura (no caso, máquina alienígena) que vai se provar mais humana do que algumas pessoas. Spielberg assina como produtor executivo e fica fácil perceber a influência de outros filmes dele aqui. A interação entre Charlie e Bumblebee tem momentos engraçados, sem passar do ponto, é comovente e trata essencialmente do amadurecimento dos dois, cada um a sua maneira e ajudando um ao outro. É uma história sobre as melhores amizades e influências que nos ajudam a superar os desafios da vida.
Para nossa alegria, se passa na década de 80 e faz referências fabulosas à essa época, sobre outros filmes e séries de TV, contudo o que preenche mesmo são as músicas. É recheado de clássicos anos 80, uma música legal após outra. The Smiths, Duran Duran, Tears for Fears e A-Ha é só uma parte das bandas usadas para a playlist TOP. Pelo fato de se passar vinte anos antes do primeiro filme, temos visual antigo dos robôs deixando eles mais próximos do que me recordo da linha de brinquedos criada pela Hasbro e do desenho animado.
Bumblebee é dirigido por Travis Knight que tem apenas 6 anos de carreira e, antes desse filme, trabalhou em animações, duas indicadas ao Oscar: Os Boxtrolls (2014) e Kubo e as Cordas Mágicas (2016). Este último é imperdível e foi dirigido por ele. Assim, existe um cuidado com os efeitos especiais e cenas corridas que só mesmo um experiente em filmes de animação poderia fazer bem feito. Isso é mais um acerto para quem é fã da adrenalina da saga, pois temos boas cenas de ação com batalhas entre Autobots e Decepticons que, na minha visão, ficou melhor que a ação alucinada e confusa dos últimos filmes.
Nosso Yellow Beattle, o fusquinha amarelo, alienígena e robô está demais e merecia mesmo um filme solo! As primeiras reações na Internet elogiaram o filme considerando este o melhor da franquia Transformers.
Eu indico Winter’s Bone (EUA, 2010) Ree Dolly (Jennifer Lawrence),
Davis Okoye é um primatologista (Dwayne Johnson) que compartilha um vínculo inabalável com George, um gorila inteligente que está sob seus cuidados desde o nascimento. Quando um experimento genético desonesto é feito e um acidente atinge o primata e outros animais, eles se transformam em monstros que destroem tudo em seu caminho. Agora Okoye tenta conseguir um antídoto e impedir que seu amigo provoque uma catástrofe. Dirigido por Brad Peyton.
Cinebiografia de Ted Bundy (Zac Efron), serial killer que matou, pelo menos, 30 mulheres em sete estados norte-americanos durante a década de 1970. Bundy se tornou famoso em todo o país, em parte por causa da fama de sedutor, que levou a conquistar várias fãs, e em parte por ter efetuado sua própria defesa nos tribunais. Dirigido por Joe Berlinger.
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