Nossa Hospitalidade (EUA, 1923)
Eu indico Our Hospitality (EUA, 1923) Por volta de 1830,
Eu indico Our Hospitality (EUA, 1923) Por volta de 1830,
De acordo com o folclore russo, Baba Yaga é uma entidade poderosa e temida. Algo como a bruxa da floresta, tão misteriosa que pode ser vista como boa ou como má. Lembra alguém? O personagem John Wick foi apelidado assim pelos russos e, agora, o quarto filme da franquia recebe "Baba Yaga" em seu subtítulo. Sem dúvida, interessante, pois nos primórdios da franquia vemos o John como um marido dedicado e muito apegado ao seu cachorro; depois conhecemos o assassino implacável que segue até esse momento. Todos temos um lado bom e ruim, mas não queira mexer com o lado ruim de John Wick. Confira nossa resenha "sem spoilers" de John Wick 4: Baba Yaga (2023).
O Vagabundo acaba indo parar em um circo enquanto fugia da polícia, que o confundira com um ladrão de carteiras. Ele sem querer acaba entrando no espetáculo e fazendo grande sucesso com o público, sendo logo contratado pelo dono, que irá se aproveitar dele. Ele ainda arranja tempo para se apaixonar pela acrobata, filha desse mesmo proprietário. Dirigido e estrelado por Charles Chaplin.

Shazam! (EUA, 2019)
Mais um integrante do universo da DC, sendo este o filme mais leve e divertido até o momento, mesmo comparando com os bons momentos de comédia de Aquaman (2018), apesar de ter prevalecido neste último a construção do personagem e batalhas sensacionais no fundo do mar. Já em Shazam! existe um tom despretensioso e muitas piadas inclusive com outros personagens importantes como Batman e Superman. Meio à parte do clima obscuro da maioria dos filmes anteriores, mas podemos dizer que a introdução do Shazam nesse universo veio para somar.
Boas referências, até claras demais, aos heróis que apareceram nos filmes anteriores, expandindo para referências a outros filmes como Quero Ser Grande (preste atenção na cena do piano no chão e lembre do Tom Hanks), sendo super pertinente considerando a situação do protagonista, um garoto de 14 anos (Asher Angel) que ganha os poderes de um mago podendo se transformar num adulto (Zachary Levi) sarado e com uma vestimenta chamativa, só que a criança está no corpo do adulto. O personagem é interessante apesar de não ter muitos mistérios e o Zachary Levi está ótimo como o “crianção” com poderes.
O enredo puxa mitologia junto com a luta contra o poder do pecado, ou melhor, dos sete pecados capitais. Mas isso perde importância diante dos momentos com o garoto descobrindo os poderes na base da tentativa e erro após se transformar no Shazam e aproveitando para buscar fama e se divertir. Só quando a família – a verdadeira, de criação – é ameaçada junto com outros mortais ele percebe que precisa colocar o herói em prática. Por sinal, o elenco ficou muito legal principalmente os irmãos também adotados do protagonista. De resto, é um filme padrão sobre super herói e super vilão.
“Shazam!” tem exclamação no final para frisar o quanto é empolgante falar essa palavra, melhor ainda seria se a gente se transformasse como ele. Mas o filme mostra que muitos querem ser super herói e parece que todo mundo pode, mesmo não tendo poderes, bastando atitudes e coragem de enfrentar o mal e proteger o próximo. Se por um lado o filme quase cai na mesmice de trazer toda aquela bobagem de família americana feliz no Natal, por outro ele aproveita essa premissa e faz certas gozações, nem Papai Noel escapa! David F. Sandberg, que dirigiu Annabelle 2 – A Criação do Mal (2017), um dos mais sinistros e ótimo spin-off de Invocação do Mal, agora dirige o seu primeiro de herói e provavelmente o seu filme mais leve.
A trama acompanha o detetive Ko Gun-Soo que, ao voltar do funeral de sua mãe, atropela um homem em uma estrada escura. Em um momento de desespero, o policial oculta o crime e tenta esconder o corpo. A partir disso, o detetive vai passar por várias situações complicadas. Escrito e dirigido por Kim Seong-hoon.
Todos os filmes de Clint Eastwood são especiais. Como diretor ele é cuidadoso e merece muito respeito, assim vamos venerar também seu novo filme, A Mula (2018), que estreia na próxima quinta nos cinemas, tendo ele mesmo como ator principal. É inspirador ver que aos 88 anos de idade ele entregando mais um filme bacana e ainda no papel principal mostrando ser um excelente ator.
Eu indico The Jazz Singer, EUA, 1927 Conta a história
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