TOP 10 filmes lançados em 2022
Esse é o nosso TOP 10 com os melhores filmes lançados em 2022. Foram 40 filmes pré-selecionados aqui no blog e escolhi os 10 que me causaram as melhores emoções, assim como uma grande satisfação ao término da sessão.
Uma mistura dos melhores episódios de Black Mirror, Westworld e Além da Imaginação. Com o perdão da repetição, “corra” para ver! Chris (Daniel Kaluuya) é jovem negro que está prestes a conhecer a família de sua namorada Rose (Allison Williams). A princípio, ele acredita que o comportamento excessivamente amoroso por parte da família dela é uma tentativa de lidar com o relacionamento de Rose com um rapaz negro, mas, com o tempo, Chris percebe que a família esconde algo muito mais perturbador. Escrito e dirigido por Jordan Peele.
Uma adolescente de espírito livre foge de casa e parte numa viagem ao longo dos Estados Unidos. Para sobreviver, a jovem vende assinaturas de revistas, enquanto curte festas, se apaixona pela primeira vez e também acaba se envolvendo em crimes. Dirigido por Andrea Arnold.

Shazam! (EUA, 2019)
Mais um integrante do universo da DC, sendo este o filme mais leve e divertido até o momento, mesmo comparando com os bons momentos de comédia de Aquaman (2018), apesar de ter prevalecido neste último a construção do personagem e batalhas sensacionais no fundo do mar. Já em Shazam! existe um tom despretensioso e muitas piadas inclusive com outros personagens importantes como Batman e Superman. Meio à parte do clima obscuro da maioria dos filmes anteriores, mas podemos dizer que a introdução do Shazam nesse universo veio para somar.
Boas referências, até claras demais, aos heróis que apareceram nos filmes anteriores, expandindo para referências a outros filmes como Quero Ser Grande (preste atenção na cena do piano no chão e lembre do Tom Hanks), sendo super pertinente considerando a situação do protagonista, um garoto de 14 anos (Asher Angel) que ganha os poderes de um mago podendo se transformar num adulto (Zachary Levi) sarado e com uma vestimenta chamativa, só que a criança está no corpo do adulto. O personagem é interessante apesar de não ter muitos mistérios e o Zachary Levi está ótimo como o “crianção” com poderes.
O enredo puxa mitologia junto com a luta contra o poder do pecado, ou melhor, dos sete pecados capitais. Mas isso perde importância diante dos momentos com o garoto descobrindo os poderes na base da tentativa e erro após se transformar no Shazam e aproveitando para buscar fama e se divertir. Só quando a família – a verdadeira, de criação – é ameaçada junto com outros mortais ele percebe que precisa colocar o herói em prática. Por sinal, o elenco ficou muito legal principalmente os irmãos também adotados do protagonista. De resto, é um filme padrão sobre super herói e super vilão.
“Shazam!” tem exclamação no final para frisar o quanto é empolgante falar essa palavra, melhor ainda seria se a gente se transformasse como ele. Mas o filme mostra que muitos querem ser super herói e parece que todo mundo pode, mesmo não tendo poderes, bastando atitudes e coragem de enfrentar o mal e proteger o próximo. Se por um lado o filme quase cai na mesmice de trazer toda aquela bobagem de família americana feliz no Natal, por outro ele aproveita essa premissa e faz certas gozações, nem Papai Noel escapa! David F. Sandberg, que dirigiu Annabelle 2 – A Criação do Mal (2017), um dos mais sinistros e ótimo spin-off de Invocação do Mal, agora dirige o seu primeiro de herói e provavelmente o seu filme mais leve.
O terror de verdade não precisa de monstros, sanguinolência, sustos sucessivos... precisa causar medo, causar frio na espinha, tensão, arrepio, suspense. James Wan acerta na dose e no estilo, agradando aos fãs do gênero (e também a quem não é).
Holy Motors (França / Alemanha, 2012)Oscar (Denis Lavant) transita solitário em vidas paralelas, atuando como chefe, assassino, mendigo, monstro, pai... Mergulha profundamente em cada um dos papéis e é transportado por Paris e arredores em uma luxuosa limusine, comandada pela loira Céline (Edith Scob). Ele é um homem em busca da beleza do movimento, da força motriz, das mulheres e dos fantasmas de sua vida. Dirigido por Leos Carax.
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