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Todos os filmes de Clint Eastwood são especiais. Como diretor ele é cuidadoso e merece muito respeito, assim vamos venerar também seu novo filme, A Mula (2018), que estreia na próxima quinta nos cinemas, tendo ele mesmo como ator principal. É inspirador ver que aos 88 anos de idade ele entregando mais um filme bacana e ainda no papel principal mostrando ser um excelente ator.

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O casal de atores Fred Astaire e Ginger Rogers, que dançam e cantam em seus filmes, mantiveram uma longa parceria no cinema. Ritmo Louco foi o sexto filme com o casal, contendo cenas de dança sensacionais, ao estilo sapateado, entre outros. Um dançarino e apostador viaja a Nova York para levantar a quantia necessária para poder se casar com sua noiva. Chegando lá, ele acaba se envolvendo com uma bela dançarina novata. Dirigido por George Stevens.

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Shazam! (EUA, 2019)

Mais um integrante do universo da DC, sendo este o filme mais leve e divertido até o momento, mesmo comparando com os bons momentos de comédia de Aquaman (2018), apesar de ter prevalecido neste último a construção do personagem e batalhas sensacionais no fundo do mar. Já em Shazam! existe um tom despretensioso e muitas piadas inclusive com outros personagens importantes como Batman e Superman. Meio à parte do clima obscuro da maioria dos filmes anteriores, mas podemos dizer que a introdução do Shazam nesse universo veio para somar.

Boas referências, até claras demais, aos heróis que apareceram nos filmes anteriores, expandindo para referências a outros filmes como Quero Ser Grande (preste atenção na cena do piano no chão e lembre do Tom Hanks), sendo super pertinente considerando a situação do protagonista, um garoto de 14 anos (Asher Angel) que ganha os poderes de um mago podendo se transformar num adulto (Zachary Levi) sarado e com uma vestimenta chamativa, só que a criança está no corpo do adulto. O personagem é interessante apesar de não ter muitos mistérios e o Zachary Levi está ótimo como o “crianção” com poderes.

O enredo puxa mitologia junto com a luta contra o poder do pecado, ou melhor, dos sete pecados capitais. Mas isso perde importância diante dos momentos com o garoto descobrindo os poderes na base da tentativa e erro após se transformar no Shazam e aproveitando para buscar fama e se divertir. Só quando a família – a verdadeira, de criação – é ameaçada junto com outros mortais ele percebe que precisa colocar o herói em prática. Por sinal, o elenco ficou muito legal principalmente os irmãos também adotados do protagonista. De resto, é um filme padrão sobre super herói e super vilão.

“Shazam!” tem exclamação no final para frisar o quanto é empolgante falar essa palavra, melhor ainda seria se a gente se transformasse como ele. Mas o filme mostra que muitos querem ser super herói e parece que todo mundo pode, mesmo não tendo poderes, bastando atitudes e coragem de enfrentar o mal e proteger o próximo. Se por um lado o filme quase cai na mesmice de trazer toda aquela bobagem de família americana feliz no Natal, por outro ele aproveita essa premissa e faz certas gozações, nem Papai Noel escapa! David F. Sandberg, que dirigiu Annabelle 2 – A Criação do Mal (2017), um dos mais sinistros e ótimo spin-off de Invocação do Mal, agora dirige o seu primeiro de herói e provavelmente o seu filme mais leve.

Tags Relacionadas crítica Shazam, David F. Sandberg, David Sandberg, filme DC, filme herói, filme Shazam, resenha Shazam, Shazam, Zachary Levi
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