The Man From Nowhere (Coreia do Sul, 2010)
O filme segue a história de um misterioso homem que parte em busca de sua vizinha, uma criança que foi raptada por traficantes de órgãos. Escrito e dirigido por Lee Jeong-beom.
O filme segue a história de um misterioso homem que parte em busca de sua vizinha, uma criança que foi raptada por traficantes de órgãos. Escrito e dirigido por Lee Jeong-beom.
A família Abbott (Emily Blunt, Millicent Simmonds e Noah Jupe) precisa agora encarar o terror mundo afora, continuando a lutar para sobreviver em silêncio. Obrigados a se aventurar pelo desconhecido, eles rapidamente percebem que as criaturas que caçam pelo som não são as únicas ameaças que os observam pelo caminho de areia. O silêncio não é suficiente para a sobrevivência.
Edgar (Fernando Alves Pinto) encontra-se na mesma situação que a maioria dos brasileiros: espremido entre a criminalidade, que age impunemente, e a maioria do poder público, que só age com o auxilio da corrupção. Cansado de ser vítima desta situação, ele resolve fazer justiça com as próprias mãos e elabora um plano que colocará os criminosos em rota de colisão com políticos gananciosos. Na medida que o plano de Edgar é executado, descobrimos pouco a pouco suas reais intenções e sua história, marcada por um terrível acidente e um amor que ele jamais esqueceu. Dois Coelhos é um enigmático suspense de ação onde cada minuto vale mais que todo o passado. Dirigido e escrito por Afonso Poyart.

Rocketman (EUA, 2019)
Sem dúvida Elton John merece um grande filme que fale de sua vida e carreira, assim como foi Bohemian Rhapsody ano passado, mostrando Freddie Mercury e o Queen. Algo que tem dado certo nesses filmes é a escolha do ator principal. Taron Egerton interpreta aqui o “homem foguete”, ele canta de verdade, com sua própria voz e mostra uma performance excelente nas cenas musicais, em palco e dramáticas. Realmente impressionante para ele que ficou conhecido pelo papel principal nos dois filmes do Kingsman.
O filme escolheu um formato de musical, ou seja, do nada os personagens começam a cantar e dançar, inclusive os não protagonistas. Isso foi bom para dar uma diferenciada em relação ao Bohemian Rhapsody e evitar comparações bobas entre os filmes. Ambos são opções interessantes para ver no cinema e pronto! Até o garotinho que interpreta Elton John criança tem seu espaço. Contudo, muito musical pode cansar e o filme poderia ter destinado mais tempo para as cenas em palco ou com ele cantando seus sucessos e retirado algumas cenas musicais fantasiosas; algumas músicas famosas, ao ser apresentadas no filme com Taron Egerton cantando, foram cortadas antes da hora. Para a maioria das canções deu só aquele gostinho. Particularmente senti falta de Nikita e Sacrifice. Por outro lado temos uma cena espetacular com o piano em câmera 360 e com uma das músicas mais vibrantes dele!
O foco no piano, instrumento inseparável do cantor, foi acertado e, claro, a música que é título do filme surge numa interessante cena que começa num lugar e termina no palco. A marca da extravagância das roupas e do superstar deslumbrante está lá, bem forte, e Taron Egerton parece ter personificado muito bem o artista. Merece ao menos indicação ao Globo de Ouro de melhor musical, melhor ator e figurino. Mais de 50 pares de sapatos foram criados para filme (o cantor poderia ter emprestado os dele, né? hehe).
As cenas finais vão lembrar não somente o filme do Queen, como outros de artistas que sofreram altos e baixos, pensaram em desistir, mas no final deram uma volta por cima e deixaram sua marca. Já que o próprio Elton John produz o filme e acompanhou de perto as filmagens, acho difícil alguém com mais conhecimento de causa detectar divergências no filme em relação a vida dele, então a tendência do sucesso do filme é tão alta como foi a carreira do cantor.
Não deixe de ficar um pouco nos créditos finais para apreciar algumas cenas comparadas com a cena real.

Elton John e Taron Egerton em evento do filme
Documentário nacional que conta a história do baião através da ascensão e queda de um de seus maiores expoentes, o letrista e compositor Humberto Teixeira, conhecido como o "doutor do baião". Responsável por clássicos como "Asa Branca" e "Adeus Maria Fulô", Teixeira atingiu o estrelato nos anos 50 mas acabou quase esquecido. Na década seguinte, com o surgimento da bossa nova, o baião quase caiu na obscuridade. Dirigido por Lírio Ferreira.
Elton e um ícone e confesso que não me surpreendeu o talento do Taron,apostei nele em Kingsman e apesar do fiasco de Hobin Hood sempre acreditei nesse britânico e espero que saiba escolher suas produções.
Elton embalou com suas canções a minha vida
E um ponto positivo da rua resenha foi exatamente o foco: Não podemos comparar os dous filmes,musical e cinebiografia são coisas bem distintas e o Rami tirou leite de pedra com seu talento pra superar a protese e oesdima maquiagem o que rendeu críticas… ao ator d não a equipe.
Aguardo ansiosamente por esse que hoje minhas filhas ouvem comigo .
Tiny Dancer,Your Song.. a trajetória de mais um que enfrentou preconceitos,venceu tornou-se e um dos maiores ícones da música pop.
Salve,Sir Elton John ou seria Reginald Dwigth?
A aposta num filme com cenas de musical foi boa, deu uma leveza e até um visual bacana. O Taron cantando e dançando nesse filme depois da queda por conta do Robin Hood me deixou bem contente. O pior é que eu vi o filme Robin Hood: a Origem recentemente, bem depois do filme do Elton, e realmente é uma mancha no currículo do ator, ele tem que esconder a cara que nem o personagem ladrão dos ricos, quando lembrarem que ele protagonizou este. Até o Jamie Foxx ficou ruim, não foi aproveitado e mesmo que fosse, é praticamente um filme sem salvação.