A Caça (La Caza, Espanha, 1965)
Eu indico La Caza (Espanha, 1965) Um grupo de amigos
Eu indico La Caza (Espanha, 1965) Um grupo de amigos
Quarentena em casa para se proteger e evitar a propagação do coronavírus (COVID-19) é essencial. Contudo, você precisa se preocupar também com a sua saúde física e mental. Com o propósito de deixar nossa contribuição neste sentido, mais uma vez contamos com a parceria de Danilo Ferraz para explicar três exercícios para fazer em casa e aproveitamos para indicar três filmes na Netflix que contenham atletismo ou perseverança.
Foi uma tortura concluir essa lista visto que os filmes originais Netflix, em sua grande maioria, são decepcionantes. E eu vi muitos para conseguir gostar de 10, chegando ao ponto de cancelar minha assinatura até que um dia tenha motivos para ativar novamente. Mas ,enfim, eis que temos 10 filmes bem legais produzidos pela própria Netflix.

Frozen 2 (EUA, 2019)
Lançado em 2013 pela Disney, Frozen virou um fenômeno inspirando até temas de festa de aniversário. Com uma história que mistura magia e relações entre pessoas e a natureza, conquistou as crianças, principalmente as garotinhas e amoleceu o coração de adultos e da academia do Oscar, levando os prêmios de melhor longa de animação e melhor canção original com a famosa “Let It Go” de Kristen Anderson-Lopez e Robert Lopez. Antes que essa chama começasse a se apagar, ou melhor, esse gelo todo começasse a derreter, chega aos cinemas a continuação.

Frozen (2013)
Frozen 2 trás os mesmos protagonistas praticamente sem tirar nem por, contudo inova em abordar os 4 elementais (Água, Fogo, Terra e Ar) que são como personagens vivos na narrativa, tendo aqui o maior acerto do filme. Com isso levanta uma questão crítica da convivência entre as pessoas e a natureza e toda essa crise do clima que a gente sente já há algum tempo. Uma mensagem legal para adultos reforçarem com suas crianças, já que elas manterão o foco no encanto com o visual da animação e seus personagem tão adorados.
Me incomodou, mesmo sabendo que é uma animação bem musical, a sequência de muitas músicas nas primeiras cenas, parecendo uma tentativa de excesso de canções para ver se alguma recebe indicação ao Oscar tentando repetir o sucesso da canção do primeiro filme. A grande aposta está nas canções “Into the Unknown” e “Show Yourself”. Nesse contexto, o que gostei mesmo foi de um breve momento quando um personagem comenta algo que faz sentido: “Por que será que as cações de ninar têm sempre essas letras bizarras?“. Pena que não percebi isso nas músicas, mas valeu o comentário.
Sobre os personagens, Elsa se destaca a medida que a trama avança. Muito poderosa e mais confiante, enfrentando os espíritos da natureza com o seu poder de criar gelo, tendo uma das batalhas a mais marcante da saga. Houve certa polêmica, na minha visão com muita imaturidade, nas redes sociais de que ela seria lésbica. Neste ponto o filme deu a sua resposta: Elsa se mostra uma mulher forte, independente, e apesar do senso comum querer que ela arranje um parceiro, ela nem pensa em romance. Isso fica para a irmã. Os demais personagens não entregam nada além do esperado, embora seja legal ver o Olaf com novas piadas e momentos cômicos. Parece que deixaram o dublador à vontade para improvisar o boneco de neve; se foi isso mesmo, um parabéns para Josh Gad que volta a interpretar o personagem. A cena da retrospectiva do primeiro filme é realmente engraçada.

Josh Gad dubla o Olaf
O mundo de Frozen é inspirado na Noruega e logo de cara o filme exibe fiordes e a aurora boreal. A respeito dessa inspiração, recomendo conferir a nossa última viagem de cinema, que passou pela Escandinávia e tem um tópico sobre Frozen lá no finalzinho da matéria:
Nos EUA, Frozen 2 se tornou a maior bilheteria de abertura de uma animação, superando O Rei Leão que estava com esse posto até então. Acredito que no Brasil vai acontecer a mesma coisa. Em se tratando de animação em 2019, não supera Toy Story 4 (meu preferido até então) e Como Treinar o Seu Dragão 3, que possui um excelente final para a saga. Mas vale conferir a animação rodeado de crianças e esperar até o final dos créditos pois tem uma cena.
Preocupado com o legado que deixaria para as gerações futuras, o Papa Júlio II (Rex Harrison) resolve contratar o artista Michelangelo (Charlton Heston) para pintar o teto da Capela Sistina. O artista se nega, mas logo é forçado pelo pontífice a fazê-lo. A partir daí, começam as disputas entre Michelangelo e o papa à respeito do projeto. Dirigido por Carol Reed.
Eu indico EuroTrip (EUA, 2004) Logo após sua formatura, Scott
Esse é o nosso TOP 10 com os melhores filmes lançados em 2020. Foram 36 filmes pré-selecionados aqui no blog e escolhi os 10 que me causaram as melhores emoções, assim como uma grande satisfação ao término da sessão.
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