Paris, Texas (1984)
Eu indico Paris, Texas (França / Alemanha / EUA) Travis
O ano é 2045. Em Columbus, Ohio, vive Wade Watts (Tye Sheridan), jovem que se vê preso a um mundo onde em vez de resolver os problemas, as pessoas apenas sobrevivem a eles. Morando sob o mesmo teto de sua tia Alice, constantemente vítima de seus detestáveis companheiros perdedores, o garoto encontra a fuga deste ambiente na realidade virtual do jogo OASIS. Dirigido por Steven Spielberg. Resenha SEM spoilers.
Eu indico The Jazz Singer, EUA, 1927 Conta a história

Frozen 2 (EUA, 2019)
Lançado em 2013 pela Disney, Frozen virou um fenômeno inspirando até temas de festa de aniversário. Com uma história que mistura magia e relações entre pessoas e a natureza, conquistou as crianças, principalmente as garotinhas e amoleceu o coração de adultos e da academia do Oscar, levando os prêmios de melhor longa de animação e melhor canção original com a famosa “Let It Go” de Kristen Anderson-Lopez e Robert Lopez. Antes que essa chama começasse a se apagar, ou melhor, esse gelo todo começasse a derreter, chega aos cinemas a continuação.

Frozen (2013)
Frozen 2 trás os mesmos protagonistas praticamente sem tirar nem por, contudo inova em abordar os 4 elementais (Água, Fogo, Terra e Ar) que são como personagens vivos na narrativa, tendo aqui o maior acerto do filme. Com isso levanta uma questão crítica da convivência entre as pessoas e a natureza e toda essa crise do clima que a gente sente já há algum tempo. Uma mensagem legal para adultos reforçarem com suas crianças, já que elas manterão o foco no encanto com o visual da animação e seus personagem tão adorados.
Me incomodou, mesmo sabendo que é uma animação bem musical, a sequência de muitas músicas nas primeiras cenas, parecendo uma tentativa de excesso de canções para ver se alguma recebe indicação ao Oscar tentando repetir o sucesso da canção do primeiro filme. A grande aposta está nas canções “Into the Unknown” e “Show Yourself”. Nesse contexto, o que gostei mesmo foi de um breve momento quando um personagem comenta algo que faz sentido: “Por que será que as cações de ninar têm sempre essas letras bizarras?“. Pena que não percebi isso nas músicas, mas valeu o comentário.
Sobre os personagens, Elsa se destaca a medida que a trama avança. Muito poderosa e mais confiante, enfrentando os espíritos da natureza com o seu poder de criar gelo, tendo uma das batalhas a mais marcante da saga. Houve certa polêmica, na minha visão com muita imaturidade, nas redes sociais de que ela seria lésbica. Neste ponto o filme deu a sua resposta: Elsa se mostra uma mulher forte, independente, e apesar do senso comum querer que ela arranje um parceiro, ela nem pensa em romance. Isso fica para a irmã. Os demais personagens não entregam nada além do esperado, embora seja legal ver o Olaf com novas piadas e momentos cômicos. Parece que deixaram o dublador à vontade para improvisar o boneco de neve; se foi isso mesmo, um parabéns para Josh Gad que volta a interpretar o personagem. A cena da retrospectiva do primeiro filme é realmente engraçada.

Josh Gad dubla o Olaf
O mundo de Frozen é inspirado na Noruega e logo de cara o filme exibe fiordes e a aurora boreal. A respeito dessa inspiração, recomendo conferir a nossa última viagem de cinema, que passou pela Escandinávia e tem um tópico sobre Frozen lá no finalzinho da matéria:
Nos EUA, Frozen 2 se tornou a maior bilheteria de abertura de uma animação, superando O Rei Leão que estava com esse posto até então. Acredito que no Brasil vai acontecer a mesma coisa. Em se tratando de animação em 2019, não supera Toy Story 4 (meu preferido até então) e Como Treinar o Seu Dragão 3, que possui um excelente final para a saga. Mas vale conferir a animação rodeado de crianças e esperar até o final dos créditos pois tem uma cena.
O filme segue as aventuras de Sonic enquanto ele tenta se adaptar à sua nova vida na Terra com seu recém-descoberto melhor amigo humano Tom Wachowski (James Marsden). Sonic e Tom unem forças para tentar impedir que o vilão Dr. Robotnik (Jim Carrey) capture Sonic e use seus poderes para dominar o mundo. Dirigido por Jeff Fowler.
Michel Racine (Fabrice Luchini) é um juiz rígido e impiedoso, conhecido pela atitude extremamente profissional nos tribunais. Isso muda quando a jurada de um de seus casos é Ditte Lorensen-Cotteret (Sidse Babett Knudsen), uma mulher por quem foi perdidamente apaixonado muitos anos atrás, mas que o abandonou. Dirigido por Christian Vincent.
Tarantino nos joga na Hollywood do final da década de 1960 num filme que é muitas coisas, inclusive um filme pessoal, pois nesta época ele tinha 6 anos de idade e já admirava a Hollywood que enxergava.
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