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Um dos primeiros grandes filmes de gângster do cinema. James Cagney interpreta o jovem advogado criminalista, Brick Davis, que tenta resistir a tentações do mundo do crime, embora sua educação tenha sido paga por um gângster. Sua vida dá uma reviravolta quando um amigo e agente federal tenta recrutá-lo para o FBI, e é assassinado por um gângster. Dirigido por William Keighley.

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Primavera, Verão, Outono, Inverno… e Primavera (Coréia do Sul, 2003)

Contemplativo e bem reflexivo, recheado de elementos orientais, como o mestre e o aprendiz, a força e simbologia da estátua do Buda, portas sem paredes ao redor, o colchão em contato com o solo, pequenos animais e ensinamentos pelas artes marciais, esta obra do diretor Kim Ki-duk representa o que há de melhor no drama sul-coreano.

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Love (França, 2015)

Love (França, 2015)

Murphy (Karl Glusman), é um estudante de cinema americano que mora em Paris. Lá ele conhece a jovem Electra (Aomi Muyock), com quem vive um amor profundo de dois anos que mudou sua vida. Agora, casado com outra (Klara Kristin) e com um filho, ele recebe uma ligação da ex-sogra, o que o leva a relembrar vários momento de sua relação. Dirigido por Gaspar Noé.

Sobre sexo e, sobretudo, o amor:

Grandes expectativas foram geradas quando anunciado este filme. O motivo? Seu diretor, Gaspar Noé, foi responsável por filmes controversos como Irreversível (2002) e Enter the Void (2009). Além disso, ele mesmo transmitiu que queria representar os “sentimentos” do sexo e a “dimensão orgânica” do amor neste novo trabalho. Para fechar, utilizou o formato 3D num filme com bastante conteúdo sexual explícito.

O filme tem cenas reais de sexo, ou seja, os personagens realmente transaram e, assim, todo o realismo está ali, assim como foi feito em filmes anteriores, como 9 Canções (Reino Unido, 2004), também postado neste blog. Não é um filme pornográfico, é de fato um filme que fala do amor e suas complicações, através de adolescentes apaixonados que estão experimentando sensações e aprendendo com esse sentimento e com o sexo que, é claro, vem junto. O que o diretor queria passar é que eles não estão meramente fazendo sexo, eles estão fazendo amor. Essa é a chave para entender e valorizar o filme. Numa das experimentações relacionadas a sexo que os personagens vivem, é uma cena na qual participa uma transsexual brasileira (Stella Rocha), que na vida real vive mesmo em Paris.

E o 3D? Como na grande maioria dos filmes, não impressiona, embora exista uma cena de sexo que aproveita o recurso para dar mais uma despertada no expectador. Não tem como esquecer essa cena, que tem causado muitos comentários na mídia.

Para quem gosta também de filmes polêmicos, é uma boa pedida. Cenas de sexo explícito recheiam a trama, melhor ainda quando lindas atrizes estão no meio, uma da Suiça (Aomi Muyock) e outra da Dinamarca (Klara Kristin). A trama é contada como um flashback, através da narrativa introspectiva do personagem principal, que achei bem interessante. Noé parece ter se envolvido bastante com o trabalho, ele até emprestou seu sobrenome para um dos personagens, que se chama Gaspar.

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Fontes:
http://www.adorocinema.com/noticias/filmes/noticia-115459/
http://on.ig.com.br/imagem/2015-09-10/8-curiosidades-sobre-love-o-filme-mais-polemico-de-2015.html

Tags Relacionadas Aomi Muyock, crítica, crítica love, Gaspar Noé, Karl Glusman, Klara Kristin, resenha, resenha love
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