Síndrome de Caim (“Raising Cain”)
Eu indico Síndrome de Caim (EUA, 1992) Charles Nix (John
Eu indico Síndrome de Caim (EUA, 1992) Charles Nix (John
Um dos primeiros grandes filmes de gângster do cinema. James Cagney interpreta o jovem advogado criminalista, Brick Davis, que tenta resistir a tentações do mundo do crime, embora sua educação tenha sido paga por um gângster. Sua vida dá uma reviravolta quando um amigo e agente federal tenta recrutá-lo para o FBI, e é assassinado por um gângster. Dirigido por William Keighley.
Contemplativo e bem reflexivo, recheado de elementos orientais, como o mestre e o aprendiz, a força e simbologia da estátua do Buda, portas sem paredes ao redor, o colchão em contato com o solo, pequenos animais e ensinamentos pelas artes marciais, esta obra do diretor Kim Ki-duk representa o que há de melhor no drama sul-coreano.

Love (França, 2015)
Murphy (Karl Glusman), é um estudante de cinema americano que mora em Paris. Lá ele conhece a jovem Electra (Aomi Muyock), com quem vive um amor profundo de dois anos que mudou sua vida. Agora, casado com outra (Klara Kristin) e com um filho, ele recebe uma ligação da ex-sogra, o que o leva a relembrar vários momento de sua relação. Dirigido por Gaspar Noé.
Sobre sexo e, sobretudo, o amor:
Grandes expectativas foram geradas quando anunciado este filme. O motivo? Seu diretor, Gaspar Noé, foi responsável por filmes controversos como Irreversível (2002) e Enter the Void (2009). Além disso, ele mesmo transmitiu que queria representar os “sentimentos” do sexo e a “dimensão orgânica” do amor neste novo trabalho. Para fechar, utilizou o formato 3D num filme com bastante conteúdo sexual explícito.
O filme tem cenas reais de sexo, ou seja, os personagens realmente transaram e, assim, todo o realismo está ali, assim como foi feito em filmes anteriores, como 9 Canções (Reino Unido, 2004), também postado neste blog. Não é um filme pornográfico, é de fato um filme que fala do amor e suas complicações, através de adolescentes apaixonados que estão experimentando sensações e aprendendo com esse sentimento e com o sexo que, é claro, vem junto. O que o diretor queria passar é que eles não estão meramente fazendo sexo, eles estão fazendo amor. Essa é a chave para entender e valorizar o filme. Numa das experimentações relacionadas a sexo que os personagens vivem, é uma cena na qual participa uma transsexual brasileira (Stella Rocha), que na vida real vive mesmo em Paris.
E o 3D? Como na grande maioria dos filmes, não impressiona, embora exista uma cena de sexo que aproveita o recurso para dar mais uma despertada no expectador. Não tem como esquecer essa cena, que tem causado muitos comentários na mídia.
Para quem gosta também de filmes polêmicos, é uma boa pedida. Cenas de sexo explícito recheiam a trama, melhor ainda quando lindas atrizes estão no meio, uma da Suiça (Aomi Muyock) e outra da Dinamarca (Klara Kristin). A trama é contada como um flashback, através da narrativa introspectiva do personagem principal, que achei bem interessante. Noé parece ter se envolvido bastante com o trabalho, ele até emprestou seu sobrenome para um dos personagens, que se chama Gaspar.
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Fontes:
http://www.adorocinema.com/noticias/filmes/noticia-115459/
http://on.ig.com.br/imagem/2015-09-10/8-curiosidades-sobre-love-o-filme-mais-polemico-de-2015.html
O livro de Frank Herbert foi comparado a Senhor dos Anéis por Arthur C. Clarke. Ainda mais apaixonante foi a declaração de Neil Gaiman: "Duna é o melhor dos grandes romances de ficção científica, e o que mais se manteve relevante". Neste ano ainda pandêmico, Denis Villeneuve, aclamado por excelentes filmes como Incêndios (2010), A Chegada (2016) e Blade Runner 2049 (2017), entrega a sua versão de Duna para o cinema.
combinada Eu indico Gilbert Grape – Aprendiz de Sonhador (EUA,
Um grupos de amigos americanos, entre eles um casal com a relação desequilibrada, viajam para conhecer uma pequena vila sueca. No entanto, à medida que o tempo passa, o grupo começa a desconfiar quando os cultos da comunidade começam a se tornar mais aparentes. Dirigido por Ari Aster, o mesmo de Hereditário (2018).
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