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Duna (2021): adaptação épica a ser vista no cinema
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Duna (2021): adaptação épica a ser vista no cinema

O livro de Frank Herbert foi comparado a Senhor dos Anéis por Arthur C. Clarke. Ainda mais apaixonante foi a declaração de Neil Gaiman: "Duna é o melhor dos grandes romances de ficção científica, e o que mais se manteve relevante". Neste ano ainda pandêmico, Denis Villeneuve, aclamado por excelentes filmes como Incêndios (2010), A Chegada (2016) e Blade Runner 2049 (2017), entrega a sua versão de Duna para o cinema.

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Um homem chamado Ove (Suécia, 2015)
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Um homem chamado Ove (Suécia, 2015)

À primeira vista, Ove é o típico rabugento da terceira idade. Morando em um pequeno condomínio de casas no interior da Suécia, o senhor de quase 60 anos se irrita com todos os atos dos vizinhos, que segundo ele, não fazem nada certo. Sem motivações após a morte da mulher e surpreendido por uma demissão após quatro décadas de dedicação ao trabalho, Ove resolve dar um fim a sua vida, mas a chegada de novos vizinhos acaba mudando isso. Uma história que nos ajuda a relembrar que a gentileza, o amor e a felicidade podem ser encontrados nos lugares mais inesperados. Dirigido por Hannes Holm.

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O Circo (1928)
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O Circo (1928)

O Vagabundo acaba indo parar em um circo enquanto fugia da polícia, que o confundira com um ladrão de carteiras. Ele sem querer acaba entrando no espetáculo e fazendo grande sucesso com o público, sendo logo contratado pelo dono, que irá se aproveitar dele. Ele ainda arranja tempo para se apaixonar pela acrobata, filha desse mesmo proprietário. Dirigido e estrelado por Charles Chaplin.

Amanhecer de um sonho

Eu indico
Amanecer de un sueño (Espanha, 2008)
Marcel (Alberto Ferreiro) é abandonado por sua mãe aos seis anos de idade. A criança cresce com seu avô Pascual (Héctor Alterio), que lhe ensina as coisas mais importantes da vida e dá o amor que sua mãe lhe recusou. Anos mais tarde, quando Marcel tem 21 anos, decide que é hora de fazer a sua vida e faz planos para morar com sua namorada. Dirigido por Freddy Mas Franqueza.
Laços:
Este filme me lembrou o vencedor do Oscar 2013 de melhor filme estrangeiro, Amor (França, 2012), no que diz respeito a laços emocionais, fortes vínculos que fazemos e mantemos com as pessoas mais amadas. Enquanto o filme francês aborda a relação de um casal de idosos, este espanhol foca em duas gerações bem diferentes, um neto e um avô, onde o destino faz com eles convivam desde que o garoto é pequeno, sendo que os anos em que passam juntos cria uma ligação muito forte entre eles. Por um lado, o garoto sente muito a falta da mãe que o abandonou sem aviso, e provavelmente do pai que não conheceu; por outro lado, o avó, que o acolhe por bondade, também precisa suprimir uma solidão causada pela velhice e por um acontecimento do passado, que vem a ser confirmado mais tarde na trama. Incrível como duas pessoas com uma considerável diferença de idade se tornam inseparáveis, depois de anos de convivência.
Em algum ponto, no meio do filme, é dado um salto no tempo e o garoto já é um adolescente, com seus planos e expectativas de trabalho e de relacionamento. O avô já apresenta sinais de doença que o afeta mentalmente, numa interpretação memorável do ator Héctor Alterio, e nesta fase o garoto terá que provar a sua lealdade e o seu amor. É uma história bem comovente, mostrando as fortes ligações familiares, com simples passagens significativas mostrando as experiências que os dois dividem desde cedo, como andar na praia, jogar bola ou olhar um poço que tem um significado maior para o avô (nesta cena temos um jogo interessante de câmera, onde a mesma mostra o reflexo dos dois olhando para a água no fundo do poço).
Primeiro filme do diretor espanhol Freddy Mas Franqueza, onde ele leva suas experiências pessoais para as telas. Venceu vários prêmios internacionais, incluindo o de Melhor Filme no Festival de Cinema de Valência e Melhor Diretor no Festival de Cinema Internacional Eurásia. A produção contou com a colaboração da Fundação Espanhola para a doença de Alzheimer, até porque o filme também trás a questão dos efeitos da doença Alzheimer.
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Kingsman 2: O Círculo Dourado (2017)

Um súbito e grandioso ataque de mísseis praticamente elimina o Kingsman, que conta apenas com Eggsy (Taron Egerton) e Merlin (Mark Strong) como remanescentes. Em busca de ajuda, eles partem para os Estados Unidos à procura da Statesman, uma organização secreta de espionagem onde trabalham os agentes Tequila (Channing Tatum), Whiskey (Pedro Pascal), Champagne (Jeff Bridges) e Ginger (Halle Berry). Juntos, eles precisam unir forças contra a grande responsável pelo ataque: Poppy (Julianne Moore), a maior traficante de drogas da atualidade, que elabora um plano para sair do anonimato. Dirigido por Matthew Vaughn.

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‘Cinema é uma Droga Pesada’, do diretor e roteirista Cédric Kahn, estreou em 11 de abril nos cinemas. Distribuído pela Bonfilm, a produção aborda com humor os problemas enfrentados por uma equipe para realizar seu filme. Primeiramente, o longa esteve na programação do Festival Varilux 2023 com o título “Making Of” e fez sua première mundial no país, antes de ser exibido comercialmente na França.

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Um Lugar Silencioso é um filme de terror que se sustenta tanto no suspense psicológico (algo que percebemos de cara ao ver o trailer) quanto nas boas cenas de susto que são apresentadas. Mas o conteúdo de destaque está na metáfora que exprime. São apenas 90 minutos de duração, mas prepare-se para ficar incomodado quase o filme inteiro, já que este ficou na linha dos filmes curtos e ótimos. Dirigido por John Krasinski.

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