O Mágico (“L’illusionniste”, França, 2010)
Eu indico L’illusionniste (França, 2010) Animação que conta a história
Eu indico L’illusionniste (França, 2010) Animação que conta a história
A jornada de um casal que tenta desesperadamente encontrar alguma explicação, depois de descobrir que seu único filho cometeu um assassinato em massa dentro de sua universidade e depois se suicidou. O filme mostra como eles lidam com a realidade de ter o único filho morto e visto por todos como um assassino cruel. Dirigido por Shawn Ku.
Eu indico Stranger on the Third Floor (EUA, 1940) O

Devil (EUA, 2010)
Cinco pessoas que ficam presas dentro de um elevador que, misteriosamente, pára de funcionar. O problema é que, aos poucos, tudo vai levando a crer que um daqueles é ninguém menos que o Demônio. Roteiro e produção de M. Night Shyamalan. Dirigido por John Erick Dowdle.
“… porque se existe o Demônio e a punição, existe também Deus e o perdão…”
Em Demônio, Shyamalan ocupa os cargos de produtor e roteirista. Os elementos de roteiro de Shyamalan marcam a obra. É criada uma história justificável (a base do roteiro) e os personagens possuem características marcantes e são misteriosos (policial com trauma de passado, mexicano religioso, ex-herói de guerra atormentado, etc). Poderia ser um filme chato já que o foco maior está dentro de um elevador, mas as situações que são criadas, dentro e fora, deixam o mesmo bem interessante. É usada a estratégia e tensão causadas pelo que “não é mostrado”, pois nenhum ato que leve a morte é explicitamente mostrado na tela, a energia do elevador desliga quando algo ruim vai acontecer e só ouvimos o barulho (como se estivéssemos lá dentro do elevador, no cantinho), e quando a luz volta, todos – personagens e espectadores – são apresentados ao resultado. Temos também um final interessante, que espero ser adequadamente interpretado por todos.
O filme já começa de uma forma criativa, pois a câmera vai passando pelos prédios altos da cidade, só que de cabeça para baixo, com a terra (inferno) acima do céu. E essa cena termina mostrando o resultado de um suicídio. É um ponto de partida que tem tudo a ver com o filme. Daí vem o suspense de quem será o demônio dentro daquele elevador, e o público pode suspeitar de qualquer um deles. Tendo pouquíssimas possibilidades de jogo de câmera quando a trama se passa no elevador, o uso dos sons e o aproveitamento das cenas do lado de hora compensa essa questão.
O filme Demônio é o primeiro de uma série de filmes que receberam o sinal verde para produção e roteirizarão dos contos de Shyamalan, intitulada The Night Chronicles.
M. Night Shyamalan:
O indiano M. Night Shyamalan tem em sua filmografia menos de 15 filmes. Desde o Sexto Sentido (1999), filme fabuloso e surpreendente, ele tem se mostrado um diretor e roteirista peculiar, com uma certa tendência a enganar o espectador e apresentar reviravoltas surpreendentes no final. O interessante é que ele usa filmes de suspense e terror e introduz uma boa carga dramática, aproximando o fantástico do mundo real e deixando a história mais rica. Considero essa característica um diferencial, mesmo ele sendo visto com grande controvérsia; a maioria se seus filmes ou são adorados, ou são odiados. Dizem que suas histórias são mal interpretadas e a crítica não o tem recebido muito bem.
Recomendo conferir a maioria dos seus filmes, tais como: O Sexto Sentido (1999), Corpo Fechado (2000), Sinais (2002), A Vila (2004), Fim dos Tempos (2008) e Demônio (2010). O seu próximo filme se chama After Earth (2013), e tem Will e Jaden Smith no elenco.
O diretor gosta de fazer aparições em seus filmes, só que ao invés de ser um mero personagem, normalmente tem grande importância e relação direta com a trama.
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Fontes:
http://pt.wikipedia.org/wiki/M._Night_Shyamalan
http://www.cinepop.com.br/criticas/demonio_101.htm
http://www.cinemaqui.com.br/criticas-de-filmes/demonio
Eu indico Diário de um Jornalista Bêbado (EUA, 2011) Paul
Aos doze anos, Zain carrega uma série de responsabilidades: é ele quem cuida de seus irmãos no cortiço em que vive junto com os pais, que estão sempre ausentes graças ao trabalho. Quando sua irmã de onze é forçada a se casar com um homem mais velho, o menino fica extremamente revoltado e decide deixar a família. Ele passa a viver nas ruas junto aos refugiados e outras crianças que, diferentemente dele, não chegaram lá por conta própria. Dirigido por Nadine Labaki.
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