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Ao acordar dentro de um escuro elevador em movimento, Thomas (Dylan O'Brien) chega à “Clareira”, se vendo rodeado por garotos que o acolhem. O local é um espaço aberto cercado por muros gigantescos. Assim como Thomas, nenhum deles sabe como foi parar ali, nem por quê. Sabem apenas que todas as manhãs as portas de pedra do Labirinto que os cerca se abrem, e, à noite, se fecham. E que a cada trinta dias um novo garoto é entregue pelo elevador. Dirigido por Wes Ball e roteiro de Noah Oppenheim.

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Júlio e Márcia são um casal que se permite viver possíveis atividades extraconjugais. Ele é seduzido pela amiga de sua filha enquanto passavam um fim de semana na sua casa de campo. Ao mesmo tempo, sua esposa, uma advogada sempre fiel, envolve-se com um cliente e confessa isso a Júlio. Dirigido por Carlos Gerbase.

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It: A Coisa (2017)
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Esse filme é um presente merecido para os fãs, já que o resultado ficou excelente. Adaptação feita com muito cuidado, em detalhes, conseguindo ser assustador e ao mesmo tempo agradável. A mensagem principal - que não poderia ficar de fora - está lá: a personificação do medo, que é a definição da Coisa, o palhaço monstruoso que se materializa no medo de suas vítimas e se alimenta dessa sensação de medo. O diretor argentino Andrés Muschietti merece louvor por deixar 2 horas e 15 minutos de diversão e cenas assustadoramente criativas.

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A Cabana (2017)

The Shack (EUA, 2017)

Lançado em 2008, rapidamente o livro A Cabana vendeu 10 milhões de cópias nos EUA. O escritor canadense William P. Young conseguiu conquistar um público grande com o passar dos meses, mesmo sua história sendo mais voltada ao público religioso. Percebe-se que a repercussão foi muito boa, ou seja, pessoas comentavam muito bem sobre o livro e outras se sentiam impelidas a conferir. 10 anos depois chega a adaptação deste aos cinemas.

Sem dúvida, o forte do filme está nas mensagens e simbologias ao utilizar personagens representando Deus, Jesus e o Espírito Santo. Os diálogos que o personagem principal, um homem sofrido, tem com Deus, durante um final de semana, são bonitos e reflexivos. Provavelmente fizeram uma adaptação boa ou ao menos justa do livro (não li para poder afirmar). Mack está arrasado desde que perdeu sua filha pequena, assassinada por um maníaco. Mas ele tem o privilégio de ser convidado pelo próprio Deus para uma conversa. Então, de forma nada original, a vida dele se transforma.

Dor, ódio, fé, amor, perdão. São palavras-chave que vêm a tona nas passagens do filme. Enquanto muitos crentes e religiosos devem amar o resultado, é provável que outros achem o filme cansativo, e de fato algumas lições poderiam ser resumidas e outras, menos forçadas. Acaba que o filme peca principalmente na duração de cenas, talvez tentando ser didático demais, dando uma forma lenta de desenvolver o enredo, deixando o espectador tendo que encarar 2 horas e 12 minutos para saber como vai terminar essa jornada. É provável que muita gente que não experimentou, nem se interesse mais pelo livro, pois fica a sensação de que não haverá profundidade alguma no livro em relação ao que foi mostrado no filme. Dessa forma, é bem fácil classificar o mesmo como um filme de auto ajuda e criar uma certa repelia ou preconceito. Por outro lado, sempre acho que vale a pena uma história que discuta a relação das pessoas com Deus ou a falta desta e, mais ainda, dando uma visão otimista das coisas.

Tags Relacionadas cabana, crítica, estreia, Octavia Spencer, pré estreia, resenha, Sam Worthington, William Young
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