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Cinema Paradiso (Itália, 1988)
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O filme conta a história de uma amizade entre um garoto (Totó) e um projecionista (Alfredo), além do amor de ambos pelo cinema, na figura do chamado Cinema Paradiso, onde Alfredo trabalhava. Já adulto, Salvatore Di Vita (Totó) é um cineasta bem-sucedido e vive em Roma. Ele recebe um telefonema de sua mãe avisando que Alfredo faleceu, e isso traz lembranças de sua infância e, principalmente, do Cinema Paradiso.

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Lego Ninjago (2017)
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Este é o terceiro “Filme Lego” que funcionou bem, tivemos antes “Uma Aventura LEGO” (2014), que poderia ter recebido o Oscar de melhor animação e deixou pessoas boquiabertas com o formato da animação, na medida que peças e bonecos Lego montam os cenários e as cenas ao longo do filme; e ainda tivemos, este ano, “Lego Batman: O Filme” (2017), com ótima qualidade visual, aventura e piadas hilárias no universo dos heróis. Phil Lord e Chris Miller, diretores e roteiristas do primeiro filme, produtores do "Lego Batman: O Filme", estão na produção deste novo filme, que ficou com a direção de Charlie Bean.

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Eu indico A Doce Vida (Itália, 1960) O jornalista Marcello

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A Cabana (2017)

The Shack (EUA, 2017)

Lançado em 2008, rapidamente o livro A Cabana vendeu 10 milhões de cópias nos EUA. O escritor canadense William P. Young conseguiu conquistar um público grande com o passar dos meses, mesmo sua história sendo mais voltada ao público religioso. Percebe-se que a repercussão foi muito boa, ou seja, pessoas comentavam muito bem sobre o livro e outras se sentiam impelidas a conferir. 10 anos depois chega a adaptação deste aos cinemas.

Sem dúvida, o forte do filme está nas mensagens e simbologias ao utilizar personagens representando Deus, Jesus e o Espírito Santo. Os diálogos que o personagem principal, um homem sofrido, tem com Deus, durante um final de semana, são bonitos e reflexivos. Provavelmente fizeram uma adaptação boa ou ao menos justa do livro (não li para poder afirmar). Mack está arrasado desde que perdeu sua filha pequena, assassinada por um maníaco. Mas ele tem o privilégio de ser convidado pelo próprio Deus para uma conversa. Então, de forma nada original, a vida dele se transforma.

Dor, ódio, fé, amor, perdão. São palavras-chave que vêm a tona nas passagens do filme. Enquanto muitos crentes e religiosos devem amar o resultado, é provável que outros achem o filme cansativo, e de fato algumas lições poderiam ser resumidas e outras, menos forçadas. Acaba que o filme peca principalmente na duração de cenas, talvez tentando ser didático demais, dando uma forma lenta de desenvolver o enredo, deixando o espectador tendo que encarar 2 horas e 12 minutos para saber como vai terminar essa jornada. É provável que muita gente que não experimentou, nem se interesse mais pelo livro, pois fica a sensação de que não haverá profundidade alguma no livro em relação ao que foi mostrado no filme. Dessa forma, é bem fácil classificar o mesmo como um filme de auto ajuda e criar uma certa repelia ou preconceito. Por outro lado, sempre acho que vale a pena uma história que discuta a relação das pessoas com Deus ou a falta desta e, mais ainda, dando uma visão otimista das coisas.

Tags Relacionadas cabana, crítica, estreia, Octavia Spencer, pré estreia, resenha, Sam Worthington, William Young
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O psiquiatra Lauro (Bruno Gagliasso) e sua namorada, Renata (Regiane Alves), decidem passar férias em uma casa isolada na serra, porém o que parecia ser uma época de paz e sossego, acaba se tornando um pesadelo, quando uma sequência de ataques violentos na região se aproxima cada vez mais do casal. Dirigido por Tomas Portella.

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Estamos na época das grandes premiações e este filme tem ficado em destaque, com mérito.  Na Inglaterra do século 18, Sarah Churchill, a Duquesa de Marlborough, exerce sua influência na corte como confidente, conselheira e amante secreta da Rainha Ana. Seu posto privilegiado, no entanto, é ameaçado pela chegada de Abigail, nova criada que logo se torna a queridinha da majestade e agarra com unhas e dentes essa oportunidade única. Dirigido por grego Yorgos Lanthimos.

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