Kung-Fusão (“Kung Fu Hustle”)
Eu indico Kung Fu Hustle (China, 2004) “Kung-fusão” conta a
Eu indico Kung Fu Hustle (China, 2004) “Kung-fusão” conta a
Recomendo esse livro que tem me ajudado muito a imergir com profundidade no mundo cinematográfico: “Tudo Sobre Cinema”, editado por Philip Kemp e com o prefácio de Christopher Frayling.
Participe do nosso primeiro game online dedicado a premiação do Oscar realizado com um parceiro nosso! Basta assistir (ou não) aos filmes, cadastrar seu palpite, convidar os amigos, fazer a pipoca, cruzar os dedos e acompanhar a premiação.

The Shack (EUA, 2017)
Lançado em 2008, rapidamente o livro A Cabana vendeu 10 milhões de cópias nos EUA. O escritor canadense William P. Young conseguiu conquistar um público grande com o passar dos meses, mesmo sua história sendo mais voltada ao público religioso. Percebe-se que a repercussão foi muito boa, ou seja, pessoas comentavam muito bem sobre o livro e outras se sentiam impelidas a conferir. 10 anos depois chega a adaptação deste aos cinemas.
Sem dúvida, o forte do filme está nas mensagens e simbologias ao utilizar personagens representando Deus, Jesus e o Espírito Santo. Os diálogos que o personagem principal, um homem sofrido, tem com Deus, durante um final de semana, são bonitos e reflexivos. Provavelmente fizeram uma adaptação boa ou ao menos justa do livro (não li para poder afirmar). Mack está arrasado desde que perdeu sua filha pequena, assassinada por um maníaco. Mas ele tem o privilégio de ser convidado pelo próprio Deus para uma conversa. Então, de forma nada original, a vida dele se transforma.
Dor, ódio, fé, amor, perdão. São palavras-chave que vêm a tona nas passagens do filme. Enquanto muitos crentes e religiosos devem amar o resultado, é provável que outros achem o filme cansativo, e de fato algumas lições poderiam ser resumidas e outras, menos forçadas. Acaba que o filme peca principalmente na duração de cenas, talvez tentando ser didático demais, dando uma forma lenta de desenvolver o enredo, deixando o espectador tendo que encarar 2 horas e 12 minutos para saber como vai terminar essa jornada. É provável que muita gente que não experimentou, nem se interesse mais pelo livro, pois fica a sensação de que não haverá profundidade alguma no livro em relação ao que foi mostrado no filme. Dessa forma, é bem fácil classificar o mesmo como um filme de auto ajuda e criar uma certa repelia ou preconceito. Por outro lado, sempre acho que vale a pena uma história que discuta a relação das pessoas com Deus ou a falta desta e, mais ainda, dando uma visão otimista das coisas.
Eu indico Diário de um Jornalista Bêbado (EUA, 2011) Paul
Frances (Greta Gerwig) divide um apartamento em Nova York com Sophie (Mickey Sumner), sua melhor amiga. Brincalhona e com ar de quem não deseja crescer, ela recusa o convite do namorado para que more com ele justamente para não deixar Sophie sozinha. Entretanto, a amiga não toma a mesma atitude quando surge a oportunidade de se mudar para um apartamento melhor localizado. A partir de então Frances parte em busca de um novo lugar, já que ela é apenas aluna em uma companhia de dança. Mesmo diante das dificuldades, Frances tenta manter o alto astral diante dos problemas que a vida adulta traz. Dirigido por Noah Baumbach.
Eu indico O Campeão de Hitler (Alemanha / Croácia, 2010)
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