E o Oscar vai para…
Primórdios do Oscar com algumas curiosidades e a relação com os filmes brasileiros, que na verdade é muito mais do que a maioria imagina, mesmo o Brasil não tendo conquistado nenhuma premiação principal.
Eu indico Querido John (EUA, 2010) Dirigido por Lasse Hallström
Eu indico Barton Fink (EUA, 1991) Nova York, 1941. Barton

Fantastic Beasts: The Crimes of Grindelwald (2018)
Este é o segundo filme da nova franquia que se passa no universo de Harry Potter. Não só é superior ao primeiro como pode ser considerado um dos melhores deste universo! Ele mantém a grande mensagem do anterior que é voltada para as criaturas do título, os animais fantásticos (criaturas mágicas) como expressado na frase do protagonista “Não existem criaturas estranhas, existem pessoas preconceituosas”. Isso fica evidente numa cena que se passa no mundo bruxo e mostra animais de circo, considerados aberrações, escravos que vivem para entreter as pessoas (são bruxos se comportando como nós, os não bruxos). Ainda vai além, existe uma grande história de ficção que percorre o submundo bruxo e se relaciona com a nossa história, já que se passa entre as duas primeiras grandes guerras mundiais e, principalmente através do vilão Grindelwald, vemos metáforas interessantes que remetem a grandes dirigentes nocivos ao mundo e a reação violenta das pessoas contra aquilo que não entendem.
Como o subtítulo já entrega, o foco é no vilão dessa franquia, que foi introduzido no final do primeiro filme. Johnny Depp, na pele de Grindelwald, é realmente um grande vilão. Diferente, porém tão assustador quanto Lord Voldemort. Ele é persuasivo, visionário, sabe convencer, encantar e se aproveitar do ponto fraco das pessoas em prol de seu propósito. O filme mostra bem a formação de um time do lado do vilão e um time do lado do bem, tendo Dumbledore do nosso lado como um grande orquestrador e o protagonista Newt Scamander com um grande papel, interpretado por Eddie Redmayne (sabemos que não poderia ser outro ator para esse papel). Newt é carismático em seu relacionamento com as pessoas e com os seus animais fantásticos, além de ser um grande bruxo, experiente nos conhecimentos e magias. O filme é repleto de bruxos talentosos, muitas magias e batalha entre eles, superando nesse quesito a franquia Harry Potter.
Alternando entre Londres e Paris do ano de 1927, com um visual e figurino impecáveis (será que vai faturar novamente como Melhor Figurino no nosso próximo Oscar, que está se aproximando?), o filme é muito agradável, ainda mais tendo cenas na tão desejada Hogwarts, que não foi exibida no primeiro. Muitas referências a Harry Potter (descubra você mesmo) e explicações dos primórdios do universo bruxo e a demonstração do mundo mágico. A direção de arte também ajuda, tendo cenas maravilhosas no Ministério da Magia Francês.
A personalidade de Dumbledore é aprofundada e, vamos admitir, foram mais ousados aqui, o que é bom. Jude Law está ótimo no papel! Percebemos bem a questão da escolha entre o lado bom ou ruim desde aquela época, inclusive com representantes do Ministério da Magia tentando controlar Dumbledore, em prol do lado inimigo.
Essa parceria entre o diretor e a escritora só tente a melhorar. David Yates vai dirigir os próximos 3 filmes e a escritora J. K. Rowling se mantem como roteirista. Parece que um dos filmes será gravado no Brasil.
A jornada de um casal que tenta desesperadamente encontrar alguma explicação, depois de descobrir que seu único filho cometeu um assassinato em massa dentro de sua universidade e depois se suicidou. O filme mostra como eles lidam com a realidade de ter o único filho morto e visto por todos como um assassino cruel. Dirigido por Shawn Ku.
Eu indico Viagem alucinante (França, 2009) Óscar é um traficante
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