Que mal eu fiz a Deus? (França, 2014)
Eu indico Qu’est-ce qu’on a fait au Bon Dieu? (França,
Eu indico Qu’est-ce qu’on a fait au Bon Dieu? (França,
Ainda extremamente marcado pelo trauma que sofreu quando criança no Hotel Overlook, Dan Torrance já adulto encontra Abra, uma adolescente corajosa com um dom como o seu. Ao reconhecer instintivamente que Dan compartilha seu poder, Abra pede ajuda contra a impiedosa Rose Cartola e seus seguidores do grupo Verdadeiro Nó, que se alimentam do Brilho de inocentes visando a imortalidade. Dirigido por Mike Flanagan.
Eu indico Eva (Espanha, 2011) Em 2041, os seres humanos

Brightburn (EUA, 2019)
O que mais chama a atenção no trailer de Brightburn é a semelhança com a história do Superman, principalmente a infância do Homem de Aço. Não chega a ser uma paródia pois não estamos numa releitura cômica, mas sim num filme de terror com ficção. Uma coisa é certa: a semelhança não tem como ser coincidência. É como ver o Superman chegar na Terra e acabar indo para o lado negro da força. O título do filme é o nome da cidade no Kansas onde a criança vinda do espaço cai e é acolhida por um casal, assim como a série Smallville que possui também o nome da cidade onde Kal-El cresceu.
Mesmo não assumindo a referência, a inversão do papel aqui é bem interessante e o filme entrega algumas cenas fortes de horror. Também discute, pontualmente, como é complicado criar um filho, principalmente um que possui habilidades especiais, e que nem sempre o desvio dos filhos acaba sendo culpa dos pais. Nos dias de hoje é ainda pior, qualquer castigo acaba sendo julgado como violência dos próprios pais. Um dos personagens fala em dado momento algo neste sentido: “Antigamente eu tomaria uma surra de meu pai se fizesse algo assim”.
Mesmo não explicando algumas coisas, o roteiro acerta na formação da versão maléfica do garoto Brandon Breyer (Jackson A. Dunn), inclusive na parte visual, quando simula uma vespa, animal no qual o garoto demostra certo fascínio quando compara com as abelhas. Ficou bem legal o “uniforme” improvisado dele, até com capa vermelha mas com uma máscara sinistra e dando um ar de vilão sinistro. Outro detalhe legal são as cenas nos créditos finais em formato de noticiário, dando um certo realismo, assim como a música no final com o trecho “I’m a bad guy“. Com grandes poderes, podem vir grandes catástrofes.
Adèle é uma garota de 15 anos que descobre, na cor azul dos cabelos de Emma, sua primeira paixão por outra mulher. Sem poder revelar a ninguém seus desejos, ela se entrega por completo a este amor secreto, enquanto trava uma guerra com sua família e com a moral vigente. Dirigido por Abdellatif Kechiche.
A trama acompanha o detetive Ko Gun-Soo que, ao voltar do funeral de sua mãe, atropela um homem em uma estrada escura. Em um momento de desespero, o policial oculta o crime e tenta esconder o corpo. A partir disso, o detetive vai passar por várias situações complicadas. Escrito e dirigido por Kim Seong-hoon.
Henry Brogan (Will Smith) é um assassino de elite que se torna o alvo de um agente misterioso que aparentemente pode prever todos os seus movimentos. Ele logo descobre que o homem que está tentando matá-lo é uma versão mais jovem, rápida e clonada de si mesmo. Dirigido por Ang Lee.
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