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Conor é um garoto de 13 anos de idade, com muitos problemas na vida. No entanto, todas as noites ele se depara com uma gigantesca árvore-monstro que decide contar histórias para ele, em troca de escutar uma história do garoto. Embora as conversas com a árvore tenham consequências na vida real, elas ajudam Conor a escapar das dificuldades através do mundo da fantasia. Dirigido por Juan Antonio Bayona.

1 ano de blog
Drama Filmes Na pré Nacional

1 ano de blog

Neste mês de outubro de 2012 o meu blog faz 1 ano. Fico contente em ter cumprido a meta pessoal de postar 3 filmes por mês, não somente indicando, mas também pesquisando bastante para fazer uma postagem com conteúdo, incluindo - da forma mais clara que consegui - a minha visão sobre cada filme. Os filmes favoritos ficam marcados com o ícone da estrela e com o nome "FAVORITOS".

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Doutor Sono (2019)
Drama Filmes Na pré Nacional

Doutor Sono (2019)

Ainda extremamente marcado pelo trauma que sofreu quando criança no Hotel Overlook, Dan Torrance já adulto encontra Abra, uma adolescente corajosa com um dom como o seu. Ao reconhecer instintivamente que Dan compartilha seu poder, Abra pede ajuda contra a impiedosa Rose Cartola e seus seguidores do grupo Verdadeiro Nó, que se alimentam do Brilho de inocentes visando a imortalidade. Dirigido por Mike Flanagan.

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Hebe – A Estrela do Brasil (Brasil, 2019)

Hebe – A Estrela do Brasil (Brasil, 2019)

O filme sobre Hebe Amargo é bonito e levanta, logo de cara, uma bandeira que está muito presente na comunidade artística brasileira nos dias e hoje, através do lema “Viva o cinema brasileiro sem filtros”. A narrativa se mantem nesse recorte de quando ela já estava no auge como apresentadora – a mais famosa do Brasil – num momento no qual o país sofria com uma censura não assumida pelos seus dirigentes, na década de 1980, transição da ditadura para a democracia. Sua força está no embate dessa celebridade contra as ameaças da censura.

“A Hebe não é de direita, a Hebe não é de esquerda. A Hebe é direta”

Quase sempre de cabeça erguida, bem humorada, extrovertida e exagerada, Hebe Camargo arriscou sua carreira, enfrentou e falou o que pensava… e era tudo o que o povo menos favorecido queria falar. Seu acolhimento e respeito por pessoas que sofriam preconceito gerou ainda mais embates, principalmente por conta da homofobia.

Não lembro muito da Hebe, quase não acompanhei seus programas na televisão, mas adorei a atuação de Andréa Beltrão. Senti que a atriz segurou o filme nas costas, pois ele não vai muito além desse recorte. Também senti falta de cenas pós créditos mostrando a Hebe real, até como comparativo, recurso este utilizado em muitas filmografias e que normalmente funciona.

Momentos de sua vida íntima, em família, mostram um lado pouco conhecido pelo público. Destaque para o seu sofrimento diante do marido machista e agressivo, numa interpretação muito boa de Marco Ricco. A Andréa está muito intensa no papel da Hebe e outros personagens famosos têm uma participação bem pontual e sem maiores destaques. Optou-se por não arriscar muito tempo em cena com Roberto Carlos (Felipe Rocha), Silvio Santos (Daniel Boaventura) ou Dercy Gonçalves (Stella Miranda). Quem sabe cada um desses ganha sua própria filmografia um dia.

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Durante um jantar, oito amigos começam a falar sobre a proximidade de um cometa, e sobre os rumores de que a passagem deste é capaz de trazer mudanças graves no comportamento das pessoas. Logo após a discussão, a luz acaba e estranhos fenômenos começam a acontecer com os convidados, questionando a noção de realidade. Dirigido por James Ward Byrkit.

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Após passar algum tempo em um sanatório, Lee Holloway (Maggie Gyllenhaal) volta para a casa de seus pais pronta para recomeçar sua vida. Ela então faz um curso de secretária e tenta um emprego com E. Edward Grey (James Spader), que tem um escritório de advocacia. Inicialmente o trabalho parece bem normal e entediante, mas com o tempo, chefe e subordinada embarcam numa relação mais íntima e cruzam linhas de conduta da sexualidade humana. Dirigido por Steven Shainberg.

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