Fruto Proibido (“Kielletty hedelmä”)
Eu indico Fruto Proibido (Finlândia, 2009) Duas meninas de 18
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Quarentena em casa para se proteger e evitar a propagação do coronavírus (COVID-19) é essencial. Contudo, você precisa se preocupar também com a sua saúde física e mental. Com o propósito de deixar nossa contribuição neste sentido, mais uma vez contamos com a parceria de Danilo Ferraz para explicar três exercícios para fazer em casa e aproveitamos para indicar três filmes na Netflix que contenham atletismo ou perseverança.
Eu indico Depois da Chuva (Japão, 1999) Misawa é um

De acordo com o folclore russo, Baba Yaga é uma entidade poderosa e temida. Algo como a bruxa da floresta, tão misteriosa que pode ser vista como boa ou como má. Lembra alguém? O personagem John Wick foi apelidado assim pelos russos e, agora, o quarto filme da franquia recebe “Baba Yaga” em seu subtítulo. Sem dúvida, interessante, pois nos primórdios da franquia vemos o John como um marido dedicado e muito apegado ao seu cachorro; depois conhecemos o assassino implacável que segue até esse momento. Todos temos um lado bom e ruim, mas não queira mexer com o lado ruim de John Wick. Confira abaixo nossa resenha “sem spoilers” de John Wick 4: Baba Yaga (2023).
Em termos de ação, John Wick 3: Parabellum e este John Wick 4: Baba Yaga são equivalentes e, sem dúvida, os melhores da categoria nos últimos anos. Nesse sentido, como a duração deste último – quase 3 horas – permitiu mais cenas longas e belíssimas de ação, levou então a franquia ao seu ápice. Ademais, temos um John Wick bem internacional, de Osaka a Berlim, Nova York (claro) e até Paris. Se você gostou da corrida insana de Tom Cruise por Paris em Missão: Impossível – Efeito Fallout (2018), verá algo superior aqui, novamente, em Paris.
Mais uma vez dirigido por Chad Stahelski, com certeza um diretor que sabe valorizar cenas com tomadas longas de ação e exigir bem de Keanu Reeves. Nenhuma novidade até aqui. Contudo temos um adicional importante que não é focado na ação: John tem novos aliados, amigos antigos, embora também tenha novos inimigos e, a partir disso, o filme faz um gancho para mostrar que a amizade pode ficar acima da ganância.
Na crítica do filme anterior (leia aqui a resenha de John Wick 3: Parabellum), eu já tinha lembrado de filmes como Duro de Matar, True Lies (1994), o coreano A Vilã (2017) e até alguns de Bruce Lee. Com este agora, podemos acrescentar muitos outros, desde a franquia Máquina Mortífera até Missão Impossível, muitas lembranças dos filmes de Jet Li, Mad Max: Estrada da Fúria e também os faroestes. Entretanto o que conta de verdade é essa belíssima homenagem a grandes clássicos de ação e luta marcial japonesa. Cenas longas de ação em ritmo alucinante e não enjoativo, mudando e aproveitando o cenário e juntando lutas corporais com armas de fogo e armas brancas. Temos até novas personalizações de armas, com direito a terno à prova de balas. Amém!
Quando assumiu o papel no início da franquia, Reeves queria desempenhar o máximo de suas capacidades. Já em John Wick: Capítulo 2 houve contratação do atirador campeão do mundo Taran Butler, para o treinamento tático e de armas de Reeves. Além disso, é sabido que o treinamento em artes marciais e manejo de armas brancas, por parte do ator, foi bem intenso. Agora temos até o manejo de um nunchaku numa das cenas mais esperadas… e que não decepciona. Sem contar que ele é estiloso até na hora de matar.
Sobretudo há um destaque para coadjuvantes como Donnie Yen, o eterno Ip Man, o Grande Mestre (franquia de sucesso que começou em 2008). Esse ator chinês de Hong Kong, artista marcial, dublê, diretor, produtor, coreográfo de cenas de ação e medalhista do campeonato mundial de Wushu, agora faz um personagem oponente à altura do John Wick, que chega a roubar algumas cenas. E, igualmente, a presença sensacional de Bill Skarsgård como um vilão poderoso, responsável por boa parte das frases de efeito e inspiração na trama. Analogamente, Laurence Fishburne e Ian McShane continuam ótimos.
Inegavelmente a franquia chegou ao seu máximo aqui, embora ver novamente o Keanu como John Wick continue desejável. Com todo o desencontro de informações a respeito de um provável John Wick 5, além da forma como tivemos o desfecho neste último, inclusive em cena pós crédito, fica mais ainda confuso saber se teremos o retorno do personagem. A franquia parece apontar mais para uma expansão do universo, destacando personagens que foram coadjuvantes e podem ter o seu momento solo. Sabemos também que a Ana de Armas vai protagonizar Ballerina como um spin-off da franquia (e com um possível encontro com o John Wick). Particularmente não tenho aceitado bem essa mania de Hollywood em partir demasiado para os paralelos (spin-offs) de franquias de sucesso.
As estatísticas informam que, no primeiro filme da franquia, John Wick é o responsável por 77 mortes, no segundo ele mata 128 pessoas, enquanto no terceiro o número chega a 164. No total, a trilogia traz 369 mortes realizadas pelo personagem de Keanu Reeves. Em breve sai a contagem de corpos deste último para superar o do anterior. Tudo o que ele toca, morre.
Abaixo a nossa crítica do segundo filme da franquia, onde começou esse modo bicho-papão do personagem:
Na procura de uma matéria provocante, Elena, uma jovem escritora, parte numa aventura excitante e exótica na cidade de Paris, onde suas fantasias se tornam realidade, acordando-a para seu próprio poder sensual e seus desejos. Dirigido por Zalman King.
Henry Brogan (Will Smith) é um assassino de elite que se torna o alvo de um agente misterioso que aparentemente pode prever todos os seus movimentos. Ele logo descobre que o homem que está tentando matá-lo é uma versão mais jovem, rápida e clonada de si mesmo. Dirigido por Ang Lee.
É uma adaptação bem fiel ao livro de Agatha Christie, sendo assim não chega a trazer novidades para quem leu o livro ou assistiu ao primeiro filme. Foi uma escolha de roteiro sem riscos, neste caso pode ter sido a melhor escolha. Como investigação e suspense funciona muito bem e ressalta temas bem presentes nas obras da escritora, como tradição, vingança, poder e justiça. Destaque para Kenneth Branagh que dirige o filme e interpreta o detetive Hercule Poirot.
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