Síndrome de Caim (“Raising Cain”)
Eu indico Síndrome de Caim (EUA, 1992) Charles Nix (John
Eu indico Síndrome de Caim (EUA, 1992) Charles Nix (John
Dirigido por Jake Kasdan, o filme vai na carona da empolgante música do Guns N' Roses, “Welcome to the jungle”, usada também no subtítulo do filme, somos inseridos na terra de Jumanji, com florestas densas e criaturas perigosas, além dos inimigos humanos. A diversidade ecológica se mistura à diversidade dos personagens, sendo assim o roteiro acerta um pouco em investir na questão da diversidade na medida em que junta um nerd, uma patricinha que adora exposição, um jogador de futebol popular que não estuda e uma menina estranha e tímida.
Foi uma tortura concluir essa lista visto que os filmes originais Netflix, em sua grande maioria, são decepcionantes. E eu vi muitos para conseguir gostar de 10, chegando ao ponto de cancelar minha assinatura até que um dia tenha motivos para ativar novamente. Mas ,enfim, eis que temos 10 filmes bem legais produzidos pela própria Netflix.

Maze Runner (EUA, 2014)
Ao acordar dentro de um escuro elevador em movimento, Thomas (Dylan O’Brien) chega à “Clareira”, se vendo rodeado por garotos que o acolhem. O local é um espaço aberto cercado por muros gigantescos. Assim como Thomas, nenhum deles sabe como foi parar ali, nem por quê. Sabem apenas que todas as manhãs as portas de pedra do Labirinto que os cerca se abrem, e, à noite, se fecham. E que a cada trinta dias um novo garoto é entregue pelo elevador. Dirigido por Wes Ball e roteiro de Noah Oppenheim.
O corredor do labirinto:
Existem livros que nos fazem esperar ansiosamente pela sua adaptação para o cinema. Neste caso, este filme me fez querer ler o livro, ou melhor, toda a saga Maze Runner, escrita por James Dashner, composta por quatro livros: “Correr ou morrer” (2010), “Prova de fogo” (2011), “A cura mortal” (2012) e “Ordem de extermínio” (2013). É um filme de ficção científica, lembra o estilo da franquia Jogos Vorazes, mas contém muito mistério. Como adaptação, parece que foi muito bem. Pelo menos, se o livro for melhor que o filme (é o que dizem), com certeza já vale a pena conferir toda a franquia.
Com um elenco jovem e agradável, o filme é rodeado de mistérios, teorias que vamos imaginar, algumas respostas que teremos e uma boa aventura, focada em fugas alucinantes, algo que sempre me agrada nos filmes de ação. Diante das diversas tarefas que cada um pode fazer (desde que aceito em seu papel) na Clareira, existe a tarefa dos “corredores”, que são responsáveis por mapear o labirinto em busca de uma saída. Trata-se da tarefa mais arriscada, considerando que aqueles que não conseguiram voltar do Labirinto, antes deste fechar, nunca mais voltaram a aparecer.
A atuação de Dylan O’Brien consegue passar a sua sensação de perdição e descoberta, assim como a sua ousadia. Parece que há nele um talento para escapar de situações difíceis, algo especial no personagem, mais uma coisa para aumentar o mistério. A velha sensação de não saber o que está acontecendo, enigmas e todos os elementos de uma boa ficção com aventura marcam a trama. A arquitetura do labirinto criado por Dashner, revelada aos poucos, é bem interessante, assim como as “criaturas” sinistras. Wes Ball fez um bom trabalho assumindo a responsabilidade de quem adapta livros que já agradaram ao público. Ainda podemos sair do filme com uma ansiedade pela sua continuação, já confirmada pelos estúdios.
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Fontes:
http://sobresagas.com/critica-do-filme-maze-runner-correr-ou-morrer/
Os mesmos personagens principais de volta e com o mesmo carimbo, com incrementos bem pensados que tornam o filme minimamente interessante. Direção de Jake Kasdan.
O ano é 2045. Em Columbus, Ohio, vive Wade Watts (Tye Sheridan), jovem que se vê preso a um mundo onde em vez de resolver os problemas, as pessoas apenas sobrevivem a eles. Morando sob o mesmo teto de sua tia Alice, constantemente vítima de seus detestáveis companheiros perdedores, o garoto encontra a fuga deste ambiente na realidade virtual do jogo OASIS. Dirigido por Steven Spielberg. Resenha SEM spoilers.
O terror de verdade não precisa de monstros, sanguinolência, sustos sucessivos... precisa causar medo, causar frio na espinha, tensão, arrepio, suspense. James Wan acerta na dose e no estilo, agradando aos fãs do gênero (e também a quem não é).
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