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Primeiro Cine Clube CBX em Salvador no fim de janeiro
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Primeiro Cine Clube CBX em Salvador no fim de janeiro

O Centro Cultural Sesi Casa Branca receberá o ‘Cine Clube Cidade Baixa’, que conta com a produção executiva de Mateus Lima e Leonardo Mota, integrantes do coletivo ‘Dende CBX’. O Projeto ‘Cine Clube CBX’ exibirá filmes de cineastas baianos a partir de janeiro. Dessa forma, a primeira edição será em 31 de janeiro de 2024, com entrada gratuita.

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G-Men Contra o Império do Crime (“G” Men, EUA, 1935)
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G-Men Contra o Império do Crime (“G” Men, EUA, 1935)

Um dos primeiros grandes filmes de gângster do cinema. James Cagney interpreta o jovem advogado criminalista, Brick Davis, que tenta resistir a tentações do mundo do crime, embora sua educação tenha sido paga por um gângster. Sua vida dá uma reviravolta quando um amigo e agente federal tenta recrutá-lo para o FBI, e é assassinado por um gângster. Dirigido por William Keighley.

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O Espião que Sabia Demais (2011)
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O Espião que Sabia Demais (2011)

No final do período da Guerra Fria, George Smiley (Gary Oldman), um dos veteranos membros do Circus, divisão de elite do Serviço Secreto Inglês, é chamado para descobrir quem é o agente duplo que trabalhou durante anos também para os soviéticos. Todos são suspeitos, mas como também foram altamente treinados para dissimular e trabalhar em condições de extrema tensão, todo cuidado é pouco. George precisa indicar o espião e não pode errar. Dirigido por Tomas Alfredson.

Viver (“Ikiru”, Japão, 1952)

Eu indico
Ikiru (Japão, 1952)
Kanji Watanabe, um idoso burocrata com câncer no estômago, é forçado a buscar o significado de sua existência nos seus dias finais. Dirigido por Akira Kurosawa.
Viver:
Considerado como um dos maiores filmes do diretor japonês mais famoso do mundo – Akira Kurosawa -, mostra a difícil situação de um homem idoso que descobre ter poucos meses de vida, diante de toda uma vida que ele percebe ter jogado fora. Mesmo com todos conflitos que este homem vai enfrentar, sua reviravolta repentina diante da morte que se aproxima, nos deixa uma grande lição.
Podemos dividir o filme em duas partes, a primeira mostrando a revolta e perdição de Watanabe diante da notícia fatídica, na qual passa a lembrar de momentos importantes de sua vida, se arrependendo de alguns, mas também sentindo saudade de outros bons momentos. Antes até mesmo de termos compaixão deste senhor, a sua mudança de atitude marca a segunda parte do filme, onde vemos a beleza da vida de um homem mesmo ao se aproximar a hora de sua morte.
Takashi Shimura protagoniza muito bem seu papel, sendo muito natural nas reações diante dos acontecimentos, até numa cena onde ele canta e chama a atenção das pessoas ao redor. Um detalhe é que esta mesma cantoria marca os momentos finais do filme, de forma emocionante.
RELAÇÕES PÚBLICAS: CHEFE DE SETOR. Está escrito na mesa de Watanabe, no seu ambiente de trabalho. Ele é o chefe de uma repartição pública na cidade de Tóquio, e está próximo de sua aposentadoria. Em mais de uma passagem, o diretor Kurosawa vai mostrar este mesmo ambiente, mas o espectador terá emoções distintas. Em dado momento, o serviço público é criticado diretamente, seja ao mostrar o protagonista em seu trabalho carimbando papéis e organizando a burocracia da repartição, mas sem fazer diferença alguma para a sociedade, seja numa marcante passagem onde um grupo da comunidade local precisa resolver uma questão pública, a respeito de um esgoto que poderia ser transformado num parque, mas acabam sendo sempre direcionados para a responsabilidade de outra repartição e, após algumas voltas, estão de volta ao começo. Ninguém ajuda a resolver o problema. Em outro momento, vemos que Watanabe abraça a causa e se realiza através dela, servindo de inspiração para os que ficarem. Saindo da mera burocracia e partindo para a ação política, contra todas as barreiras, tendo de convencer as demais repartições da prefeitura na condução das obras e outros atores afetados, percebemos que ele concretiza seu desejo com entusiamo. Kurosawa ainda incluí cena com a troca do chapéu do personagem, para marcar a sua transformação.
A doença, como provocador para uma consciência e preocupação com o sentido da própria existência, tem o seu lado bom. Primeiramente, vem a lamentação pelo que não viveu, ou que deixou de fazer. Mas antes de se dar por vencido, uma nova postura diante da vida, um cuidado com o mundo, com as pessoas, é a lição que fica.
“A vida é curta
Apaixonem-se, donzelas
Antes do desabrochar
Desfaleça os lábios
Antes da maré da paixão
Sinta dentro de você
Para aqueles como você
Que conhecem o amanhã”
(música cantada por Watanabe no filme)
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Fontes:
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Após passar algum tempo em um sanatório, Lee Holloway (Maggie Gyllenhaal) volta para a casa de seus pais pronta para recomeçar sua vida. Ela então faz um curso de secretária e tenta um emprego com E. Edward Grey (James Spader), que tem um escritório de advocacia. Inicialmente o trabalho parece bem normal e entediante, mas com o tempo, chefe e subordinada embarcam numa relação mais íntima e cruzam linhas de conduta da sexualidade humana. Dirigido por Steven Shainberg.

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