Argo
Eu indico Argo (EUA, 2012) Baseado em fatos reais, acompanha
O Homem Duplicado (Canadá/Espanha, 2013) Ao assistir um filme, Adam
Eu indico The Incredible Shrinking Man, EUA, 1957 Durante um

The Circus (EUA, 1928)
O Vagabundo acaba indo parar em um circo enquanto fugia da polícia, que o confundira com um ladrão de carteiras. Ele sem querer acaba entrando no espetáculo e fazendo grande sucesso com o público, sendo logo contratado pelo dono, que irá se aproveitar dele. Ele ainda arranja tempo para se apaixonar pela acrobata, filha desse mesmo proprietário. Dirigido e estrelado por Charles Chaplin.
Circus:
Todo o talento de Chaplin foi testado neste filme, certamente um dos mais engraçados de sua carreira. A trama em si, que coloca o vagabundo Cartilos por acaso dentro de um espetáculo circense, é bem explorada visualmente, gerando também situações divertidas que são maximizadas pelo talento do ator em expressão corporal e coordenação. Também mantém o padrão de outros filmes e faz algumas reflexões, já presentes nas obras de Chaplin, como quando o personagem tem dificuldades em conseguir comida, quando é explorado pelo dono do circo e quando trabalhadores abandonam o emprego por falta de pagamento. Também mostra o comportamento ingênuo e, em outros momentos, até maduro e bondoso de Carlitos.
O filme tem as características de cinema mudo, com a trilha sonora bem presente e os letreiros na tela para alguns diálogos. Nesse ambiente, Chaplin tira de letra nos quesitos direção e atuação, demonstrando os sentimentos do personagem sem precisar falar e, além disso, provocando o riso no espectador.
Chaplin e o vagabundo:
Chaplin foi um diretor e ator bem famoso na era do cinema mudo, com seu personagem “O Vagabundo”, um andarilho pobretão que possui todo um comportamento de um cavalheiro (paletó apertado, calças e sapatos, chapéu-coco, bengala e pequeno bigode), e é considerado por alguns críticos o maior artista cinematográfico de todos os tempos, além de um grande pioneiro do cinema, junto com os Irmãos Lumière, Georges Méliès e D.W. Griffith.
Charlie Chaplin atuou, dirigiu, escreveu, produziu e financiou seus próprios filmes. Gostei de todos os que assisti até então: O garoto (1921), Em busca do ouro (1925), O Circo (1928), Luzes da cidade (1931), Tempos modernos (1936), O grande ditador (1941).
Assim como em O Circo, seus filmes costumam resumir a busca por uma vida melhor. Carlitos, após todas as desventuras e aventuras, normalmente abre um sorriso e segue em frente, sempre em busca da felicidade.
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Fontes:
http://cinemaedebate.com/2010/10/20/o-circo-1928/
http://pt.wikipedia.org/wiki/Charlie_Chaplin
Após um vídeo viralizar na Internet, Aurélio (Paulo Miklos) passa a ser responsabilizado pela morte de um policial. Aurélio faz parte de uma banda punk de sucesso nos anos 1980 e precisa enfrentar uma onda de indignação popular após o ocorrido. Direção de Iberê Carvalho.
Eu indico O Campeão de Hitler (Alemanha / Croácia, 2010)
Quarentena em casa para se proteger e evitar a propagação do coronavírus (COVID-19) é essencial. Contudo, você precisa se preocupar também com a sua saúde física e mental. Com o propósito de deixar nossa contribuição neste sentido, mais uma vez contamos com a parceria de Danilo Ferraz para explicar três exercícios para fazer em casa e aproveitamos para indicar três filmes na Netflix que contenham atletismo ou perseverança.
[…] Da mesma forma, Chaplin, pelo fato de representar um personagem de comédia, não podia concorrer com atores dramáticos. Para se redimir desta falha ou injustiça, a Academia homenageou Chaplin com um prêmio especial por sua atuação, direção, roteiro e produção do filme “O Circo”, uma das maravilhas deste cineasta, também com uma resenha aqui neste blog: https://www.eueatelona.com.br/o-circo/ […]