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Homem-Aranha: De Volta ao Lar (2017)
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Homem-Aranha: De Volta ao Lar (2017)

O filme representa tudo o que um herói pode ser e deixa aquela injeção de coragem que é necessária dentro da difícil fase de crescimento, afinal, Peter Parker é um garoto que representa tudo isso, aprendendo a ser herói e adolescente ao mesmo tempo. Depois de atuar ao lado dos Vingadores, chegou a hora do pequeno Peter Parker voltar para casa e para a sua vida, já não mais tão normal. Lutando diariamente contra pequenos crimes nas redondezas, ele pensa ter encontrado a missão de sua vida quando o terrível vilão Abutre surge amedrontando a cidade. Dirigido por Jon Watts.

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Bohemian Rhapsody (2018)
Filmes

Bohemian Rhapsody (2018)

Rami Malek é o ator do ano! O cara está tão bom que chega a assustar. Ele canta em algumas cenas, mas é no grande palco que se torna a encarnação de Freddie Mercury, principalmente no clímax do filme, cantando ou dublando e se mexendo daquele jeito, com toda a performance do artista a ponto de chegarmos a acreditar que estamos assistindo a um show do Queen no telão, para só depois despertarmos e percebermos que é uma encenação. A respeito do artista Freddie Mercury e da banda Queen, Bryan Singer faz bonito demais e celebra de forma emocionante a trajetória da banda, tendo o Freddie Mercury como principal na história.

Museu do cinema em Nova York
Filmes

Museu do cinema em Nova York

Você sabia que em Nova York existe um dos melhores museus do cinema? Em 2015, aproveitei a viagem para conhecer o Museum of the Moving Image, que fica no Queens. É o único museu nos Estados Unidos dedicado a “imagens em movimento”. Por isso, muitas exibições relacionadas a cinema pode ser vistas. Provavelmente é um dos melhores museus sobre cinema do mundo. Vejam algumas fotos que tirei no museu.

72 horas (“The Next Three Days”)

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72 horas (EUA / França, 2010)

John Brennan (Russell Crowe) é um professor universitário que leva uma vida perfeita, até sua esposa Lara (Elizabeth Banks) ser acusada de ter cometido um crime brutal. Ela jura que não é a autora do crime. Após três anos de recursos judiciais sem sucesso, John percebe que o único meio de ter sua esposa de volta será tirando-a da prisão. Só que ele tem apenas 3 dias para elaborar o plano e executá-lo.
Porque gostei muito:
Tenho uma forte queda por cenas de fuga, mais do ponto de vista do fugitivo e menos do perseguidor, por isso a minha opinião sobre este filme é muito suspeita. Quando um filme apresenta uma proposta que te agrada e, no desenrolar das cenas acaba ocorrendo aquilo que você gostaria mais algumas coisas que te surpreenderam, não tem como explicar a sensação. A partir do momento em que, na trama, começa de fato a fuga, a ação no filme não para, a tensão é alta, e o desenrolar das coisas se encaixa com cenas anteriores, onde o protagonista estava em fase de aprendizado e planejamento. As cenas ficaram bem realistas, até porque o roteirista e diretor Paul Haggis soube inserir dois elementos importantes que foram um diferencial: a sorte e o improviso. Também gostei da conclusão da história, que acabou sendo o final que imaginei para o filme. O ator Russel Crowe está ótimo como um homem comum que precisa tomar atitudes extremas, tendo que agir antes que seja tarde demais. Bem interessante como o personagem recorre à internet onde existem várias informações úteis para o seu objetivo, tais como arrombar fechaduras; chega até a conseguir encontrar um ex-prisioneiro que escapou inúmeras vezes da prisão, interpretado pelo Liam Neeson. O filme pode ser dividido em duas partes, na primeira metade temos a dramática da situação, na segunda temos a correria alucinante.
Refilmagem:
É uma refilmagem do filme francês Pour Elle (2007). O diretor Paul Haggis escolheu Russell Crowe apostando que ele é um ator capaz de interpretar um homem ordinário que precisaria enfrentar circunstâncias extraordinárias. Ele também acrescentou o seguinte questionamento sobre a temática do filme: “Você salvaria a mulher que ama se soubesse que isso te transformaria em um homem que essa mulher não poderia voltar a amar?”.
A confusão:
Engraçado, quando eu indicava o filme 72 Horas, algumas pessoas confundiam com o filme 172 Horas, um drama baseado na história real do alpinista Aron Ralston, que ficou preso 5 dias numa montanha de Utah (EUA) com uma fenda em seu braço (interpretado por James Franco que foi indicado ao Oscar pela sua atuação neste filme). A confusão foi maior pelo fato de que os dois filmes estavam em cartaz mais ou menos na mesma época. Enfim, recomendo assistir logo aos dois. 

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Fontes: 

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Michel Racine (Fabrice Luchini) é um juiz rígido e impiedoso, conhecido pela atitude extremamente profissional nos tribunais. Isso muda quando a jurada de um de seus casos é Ditte Lorensen-Cotteret (Sidse Babett Knudsen), uma mulher por quem foi perdidamente apaixonado muitos anos atrás, mas que o abandonou. Dirigido por Christian Vincent.

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